7 de abr de 2013

Capítulo 10



Psicose






QUE DIA É HOJEEEEEEE???
YAAAAAAAAY
SUNDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAY!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! ~gritos~
Primeiramente, deixe-me pedir imensas desculpas por não ter atualizado ainda na semana passada: não deu para fazer isso. Parte por que a escritora que tanto vocês amam e adoram AGORA TEM 16 ANOS!!!!!!!! ~yay~, parte por que a escola tava ferrada mesmo. GENTE, COMO EU ODEIO MATEMÁTICA FT. FINAL DE BIMESTRE, SÉRIO! Eu tava morrendo pra entregar todos os trabalhos no prazo e ainda por cima estudar para as provas.
Terminou que eu só estudei pra te matemática mesmo mas acertei 7 questões de 10 então ok.
Mas é complicada a vida, galera. Complicada a vida.
E como eu sei que a maior parte dos meus leitores lindos ainda estão no fundamental, deixa eu dar uma dicazinha: APROVEITAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! VOCÊ VAI SENTIR MUITA FALTA DO 8º/9º ANO DAQUI A UNS TEMPOS. OK? APROVEITE O MÁXIMO QUE PUDER. O >>>>>>>>>>MÁXIMO. PLMDDS. NÃO DEIXEM ISSO PASSAR BATIDO. É A MELHOR ÉPOCA DA VIDA DE VOCÊS.
Ensino médio sucks.
Também não atualizei cuz EU GANHEI UMA BATERIA ~DANÇA PRA SEMPRE~ e agora não consigo largá-la. Deem um salve para a Lola, pfv <3
Além disso, vamos fangirlinglar por um momento.
E eu vou dizer apenas uma palavra:
"Paramore"
~parágrafo guardado para os meus sentimentos ao ouvir este álbum no meu aniversário~ 
APÇSOKQOIEHJNADULIBQGEKDVYUKQBYADULIBWKQASYBNLAUBNSLIOSKQÇOIKOSÇJKQÇWISJOIJQS OIAWJSOQHIJNSUOHNÇOQJIWÇOIHQOIWJS IOJ OÇSJQÇOHWASNWÇOIQJE ÇOIJQ WOIUHDIQWUHADLUEHQOAIWJOIHJQWO HEOJQOIWJQHASQSOIJWSOIQEHDKQUVBAEDLYIKQWVBIEDUBÇOaji q soquihwj lshlqoiwjsJÇASOIQHUGBELAIDUGBQYVBEDYIVQABDILQYBGOAHNEDROQUGBLIABGI DAUDSH QUOIHDÇHU SUQH WELUHAIUGBEUKFYQIAUHOEDIWPAJIÇPQJOÇASJÇOQWAS AAAAAAAAAAAAAAAA A A AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA  AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA LIJNQHBEGAKVQEIARBQÇOWIJNÇSOJQ~PKWSA VEI 
VEI CARA AOSJKQÇOIHROAHÇOQIJAKS
CARA
SÉRIO
VAMOS SER SINCEROS
QUE PERFEIÇÃO FOI AQUELA?!
~parágrafo guardado para eu dizer o que achei sobre o álbum~
Claramente nós perdemos o que tínhamos de Josh e de Zac, mas isso é... bom! Sério, isso é bom! As musicas estão mais puxadas para o pop (a.k.a Still Into You, Crazy Girls, Hate to see your heart break e Ain't It Fun) mas isso ficou maravilhoso com a harmonia do álbum, cara! Como banda, eles cresceram. E todas as músicas têm aquela coisa especial de pegar tudo o que eu tenho de ruim e de bom e fazer eu me sentir conforável com isso.
Há muito tempo eu não estava conseguindo lidar com os meus sentimentos desenfreados. "Paramore" conseguiu. 
E eu só tenho que agradecer ao mundo por nos dar o privilégio de ter Hayley, Taylor e Jeremy contidos nele. 
~fim do parágrafo guardado para eu dizer o que ache sobre o álbum~
O mais amor é que isso saiu no MEU ANIVERSÁRIO! Vazou de presente pra mim! (E para a fdm da Elektra do Fake Number, mas eu nao gosto dela.) ENTÃO TIPO AWWWWW ÇASKQJOIWLISHNÇOEAHJNÇODWBUAVBIEBAUHÇOIJ QJHSLHUQOIAJSÇPQIKWSA EU CHOREI TANTO E SURTEI TANTO E GRITEI TANTO E AIMEUDEUS
Dia 09/04 a gente tem o lançamento oficial e eu provavelmente terei uma surpresinha para os senhores <3
Sobre Trucker:
VOCÊS GOSTARAM DO CAPÍTULO PASSADO HEIN AÇSOJQLEOIHEDAKQWUBVWYSVQKYVDKYWASHUJ eu estava mesmo devendo uma pegaçãozinha muito básica, por que, cara, eu só dizia que eles tinham se beijado mas eu sei muito bem que vocês gostam é de detalhes sórdidos. Compensei ali no capítulo 9, sim, compensei. Mas também compensarei nesse 10.
SO WHAT YOU GONNA DO WHEN THE WORLD DON'T ORBIT AROUND YOOOOOOOOU OH OHHHHHHH SO WHAT YOU GONNA DO WHEN NOBODY WANTS TO FOOOOOOL WITH YOOOOOOOUUUUUU OH OHO HHHHHHH AIN'T IT FUUUUUUUUUUUUUUN
Sério, compensarei mesmo.
Mas não muito. (:
Deixa eu falar outra coisa: para quem não gosta de ler no blog, essa fic TAMBÉM está disponibilizada no site AnimeSpirit, certo? >>>link
E outra coisa: eu tenho um twitter pessoal agora. FOLLOW ME IN @brandnewsarits (tipo, brand new sarits, sabe, do brand new eyes, só que sarits, que é meu apelido, quer dizer, um deles, e tal)
E outra coisa: se você leu OAV2 e tem saudades dos personagens, eles estão aparecendo de vez enquanto para responder asks no ask.fm. Nate e Julia já tiveram sua época de glória. Agora você pode mandar perguntas para a Sophie: http://ask.fm/oavcharacters
I'LL BE LOST UNTIL YOU COME AND FIND ME OOOOOOOOOOOOOOH GLLOOOOOOOOOOOORYYYYYYYYYYYYYYYY
Então é isso. Vamos ler por que é isso que vocês querem. É ACONSELHAVEL colocar a música Harder to Breathe, da Maroon 5,, por que eu escrevi o cap inteiro escutando-a. Link<<<< 
enjoy




Tinha essa garota, Tabitha Richards, que assim como toda uma matilha de líderes de torcida, sentava-se na mesa do Josh. Honestamente, eu não me importava nem um pouco com o fato de que noventa e cinco por cento das garotas dessa escola detestável ficasse se jogando para cima dele. Claro que estavam falando sobre a minha mais recente infecção, mas como eu me mantive bastante distante dos comentários, assumindo tudo e ainda por cima dizendo que não era nada demais, tudo parou em mais ou menos uma semana de falatório. Em contrapartida, as vadias do colégio estavam tão em cima de Josh que ele mal podia respirar. Eu não ligava para isso por que:

a) Josh era de fato meio frio com todas elas, cumprindo a promessa que fez a mim (a coisa da exclusividade, você bem se lembra);

b) ele mesmo fizera questão de espalhar que “estava comigo”; e

c) bastava um olhar meu para que elas enfiassem os rabos entre as pernas e o deixassem em paz.

Mas essa garota, Tabitha, estava conseguindo me irritar de verdade. Diferentemente de certas vadias do Centennial, Tabitha aparentemente não era uma animadora de torcida muito vangloriada (segundo as informações de Kathryn). Ainda assim, pelo que se sabe, suas pernas já haviam sido abertas para oitenta por cento do time de futebol e cem por cento do time de basquete (que eu sequer sabia da existência). Não me leve a mal; ela era bonita mesmo. Com o rosto ovalar e os olhos verdes e aquele cabelo sempre sedoso, além da roupa tão apertada que eu tenho certeza que ela já estava sentindo o gosto da calcinha, não haveria homem que não aceitasse comê-la, você sabe.

E eu queria estragar sua carinha bonita esfregando-a num asfalto quente. Vadia.

Eu sei o que você deve estar pensando. “Mas, Hayley, se você consegue ser imparcial a todo o clube de Fast Food, por que quer matar Tabitha Richards e dar seus restos mortais para os crocodilos?”. É uma pergunta bastante válida, na realidade, e eu a responderei. Acontece que Tabitha vem tentando agarrar Josh Farro há mais ou menos um ano, mas algo sempre intercepta seus planos; seja outra garota, seja um imprevisto, ou Josh apenas dando-lhe um belo bolo. Agora que ele aparentemente está em um “relacionamento” que não permite furos ou adultérios, ela olha para ele como se fosse a última Coca-Cola do deserto. O que, evidentemente, era o que metade das garotas faziam, mas Tabitha foi mais radical.

No último jogo amistoso entre a Centennial High School e a Franklin High School, a vadia o beijou.

Isso aí. Obviamente, eu não estava no jogo, mas Kathryn publicou tudo em seu jornal e me mostrara a gravação ainda esta manhã. Josh marcou o touchdown da vitória e foi abraçar seus colegas de time suados, retirou o capacete, e quando se virou, Tabitha segurou seu queixo e beijou-lhe. Não durou nem cinco segundos até que eles se afastassem e Josh ficasse com aquele olhar distante que eu nunca vi nele, e seus amigos erguerem-no acima de seus ombros. Ele precisou de trinta segundos para se lembrar do que diabos havia acontecido e sorrir novamente, comemorando a vitória.

Evidentemente eu queria matar Josh de porrada (ele deveria ter metido um soco no rosto da guria, e não retribuído o beijo e ficado com aquele olhar de débil mental). Mas resolveria com Tabitha primeiro. Ah, se resolveria. Não me importava se Josh não era de fato meu namorado — nós dois estávamos juntos, numa espécie de relacionamento físico louco que não admitia ficadas por fora. Jenna disse que isso era ciúme bobo e que eu não deveria degolar a garota só por ele ter beijado um garoto do qual eu vinha beijando nos últimos dias.

Repeli a vontade de bater nela e pensei sobre o assunto.

Era a primeira vez que eu sentia ciúme de alguém. Sério. Eu e meu último namorado não tínhamos problemas como esse, por que ele realmente parecia que não tinha olhos para outras garotas, e as meninas do nosso colégio não gostavam de mexer conosco. Como eu praticamente não tinha amigas, não precisava me preocupar em relação a isso. E o nosso relacionamento sempre foi bastante limpo. Conversávamos sobre música e sobre nossas famílias, e tocávamos juntos quase toda tarde. Ele também não era popular ou absolutamente gostoso como o Josh, de modo que não é como se houvesse quinhentas garotas em cima dele o tempo inteiro.

Como eu havia previsto, aceitar ficar com Josh estava sendo mais difícil que aparentava. Não me leve a mal; tocá-lo ainda é a coisa mais anestésica, provocante, incrível e alucinógena que existe. Tudo está bem enquanto não estamos conversando, entende? E meus ciúmes eram puramente egoístas: eu não queria que outra garota além de mim sentisse aquele poder colossal que ele pode exercer sobre uma mulher quando a toca. Aqueles toques eram meus. De mais ninguém. Absolutamente meus. De forma que, se alguma vadia tentar arrancá-los de mim a força, irei arrancar seu útero com as minhas unhas e dar de comida aos leões.

Neste momento, Josh estava no meu quarto, olhando para mim com uma expressão tranquilíssima. Não é como se meu pai autorizasse que ele estivesse sentado na minha cama neste momento, é claro, você sabe que o coroa por mais que seja legal, ainda é o meu pai. Felizmente para mim, entretanto, no sábado de hoje ele saíra com Cate e McKayla para visitar os pais da esposa. E eu imaginava uma forma eficaz de matar Tabitha Richards enquanto limpava a cozinha. Foi quando Josh apareceu, meio desesperado, dizendo que tinha que conversar comigo.

O jogo havia sido no dia anterior e ele sabia que estava encrencado.

— Aconteceu uma coisa maluca ontem no jogo — eu estava impressionada com sua atuação. Josh havia se sentado na minha cama e jogou o chapéu de couro para fora de seu cabelo, o sorriso matador ainda nos seus lábios. Tentei me concentrar nos seus olhos e assenti com a cabeça. — Uma garota, tipo... hm, esqueci o nome dela.

— Humm... — murmurei, encarando-o.

— Acredita que essa menina tipo, me agarrou do nada? — disse ele, rindo, como se fosse alguma piada. Eu teria rido de seu nervosismo se não estivesse tão maluca de raiva. — Loucura total. Só vim te contar por que não quero que você pense que estou acabando com o trato. Não é nada disso. A menina me pegou desprevenido, e...

Josh interrompeu sua frase para receber um tapa bem aberto no rosto. Minha mão começou a arder com vontade imediatamente, e eu percebi que meu coração já estava a mil batimentos por segundo. Arfava de raiva. Se Josh acha que vai simplesmente chegar aqui com uma atuação barata e se safar de ter agarrado outra garota, ele está muito enganado — embora eu tenha prometido a mim mesma que não bateria nele. Mas não pude evitar. Sua voz de quem havia ensaiado aquelas falas há muito tempo estava me irritando profundamente.

— POR QUE VOCÊ NÃO AFASTOU A GAROTA?! — eu gritei para ele, pouco me importando se causaria alarde na vizinhança. Josh gemeu, olhou para mim e sorriu.

— Estava com saudades disso, baby, mas prefiro quando você usa suas mãos para outras coisas.

Não pude resistir ao impulso de lhe dar outro tapa no mesmo lado direto do rosto. Mas que filho da mãe! Estou tentando tratar de assuntos sérios aqui, e ele vem com brincadeiras idiotas! Por que não podia simplesmente me responder o porquê de não ter dado um murro no estômago da Tabitha Richards no mesmo momento em que os lábios dela encostaram-se aos dele? ARGH. Os lábios daquela vadia encostaram-se aos dele! Vadia! Depois que eu matasse Josh de porrada, mataria aquela vagabunda também!

— Você gosta de apanhar, não é, cretino?! — gritei de novo. Josh riu outra vez, ainda que eu soubesse que seu rosto estava doendo, e levantou-se da minha cama para aproximar-se de mim.

— Não é a minha parte favorita no nosso relacionamento, na verdade — disse ele, massageando o queixo. Cerrei os punhos, e Josh se aproximou de mim, aquele sorriso cafajeste, aquele olhar de “já sei como lidar com você, baby, só vou te dar um beijo e você esquecerá tudo”.

— Saia de perto de mim — disse eu, ameaçando-o com toda a voracidade que havia no meu corpo. Minha voz saiu quase sombria. Josh não se importou e tentou se aproximar assim mesmo, mas eu frustrei seus planos com um murro no seu estômago. Ele se curvou. — Eu avisei! Droga, Josh! Não vou ficar com você de novo até que lave sua boca com álcool! Vou matar você e vou matar aquela vagabunda também, porra! Não consigo aturar vadias, cara, não consigo! Vou acabar com a raça daquela desgraçada! E COM A SUA TAMBÉM!

Eu estava com tanta raiva que sentia vontade de bater nele de novo só para descontar em algum lugar. Quase espatifei meu abajur no chão para poder me sentir melhor, mas me lembrei que tinha acabado de limpar o quarto e me contive. Droga!

— Baby — Josh sussurrou, tentando achar sua voz. Depois de um ou dois minutos ele voltou a sua postura normal. Antes, estava curvado, suportando os efeitos dos meus golpes. — Você realmente precisa parar de ser psicótica. Digo, isso é bonitinho e excitante e tudo o mais, mas... dói.

— EU SOU PSICÓTICA?! — gritei com todos os meus pulmões. Josh estava rindo, o filho da mãe. — VOCÊ NUNCA ME VIU QUANDO REALMENTE ESTOU PSICÓTICA, PORRA! E CLARO QUE ISSO DÓI! É A INTENSÃO! IDIOTA!

Josh ainda ria.

— Escuta, vamos... relaxar — disse ele, rindo, o desgraçado, infiel, maldito e cretino que é. — Respira, amor. O.k.? Vamos respirar.

Seu tom de voz ainda me deixava com raiva, mas respirei fundo mesmo querendo dar-lhe outro tapa no meio da cara. Josh ainda estava rindo baixinho, sem conseguir se conter nem guardar para si mesmo que achava tudo aquilo imensamente engraçado. Bem, pois que ele saiba que eu vou quebrar sua cara toda vez que ele causar meu descontrole desse jeito! Vagabundo!

— Ainda quero te bater — disse eu, fuzilando-o com os olhos. — Por que você não deu um tiro na porra daquela vadia?! ERA SÓ TER SE AFASTADO! NÃO ERA ESSA UMA PARTE DO TRATO?! Vou acabar com a raça daquela Tabitha na segunda-feira! Ela vai precisar de dez cirurgias plásticas depois de passar pela minha mão!

Josh riu de novo.

— Opa! — comemorou ele. — Por mim tá combinado! Adoro briga de mulher. Se vocês retirarem as camisetas e ficarem só de calcinha, eu...

Dessa vez o tapa que eu dei na cara dele foi tão forte que Josh rodou pra esquerda. Ele deu um grito alto e abafado, acompanhado de sua risada igualmente alta. Os olhos dele estavam lacrimejando, mas eu não sabia se era de dor ou de vontade de rir. Não sei exatamente como, mas o desgraçado estava rindo e choramingando ao mesmo tempo.

— Você é absolutamente ridículo.

— Tudo bem! — disse ele, sem retirar a mão do rosto. O outro lado estava tão vermelho que parecia que ele havia se queimado. — Tudo bem! Parei com as piadinhas. Sabia que passar a manhã com o Zachary não me faria bem. Ai! Isso dói, baby. Oh... ainda está doendo — ele estava tocando seu próprio rosto com a ponta dos dedos.

— Você apanha por que quer! — respondi. — Por que não afastou a menina?! Não vai me responder?!

— Eu fui pego de surpresa! O que você queria que eu fizesse? Se eu esperasse por aquilo, logo de início, nem sequer teria deixado. Ando fugindo da Tabitha Richards desde que tinha catorze anos, baby. — Josh ainda massageava seu queixo que agora tinha a marca dos meus dedos. Sorria para mim, entretanto. — Relaxa.

Bufei.

— Você me manda relaxar, mas quero só saber o que faria se tivesse acontecido o contrário.

Josh ampliou seu sorriso.

— Eu daria a maior surra já dada no cara, é verdade — disse ele. — Realmente está empenhada em bater na Tabitha?

Olhei mortalmente para ele.

— Alguma vez já me viu voltar atrás?! — disse eu. Josh apertou os lábios e fez que não com a cabeça, ainda que estivesse meio sorrindo.

— De jeito nenhum — disse ele, aproximando-se de mim sorrateiramente. Deixei-o fazê-lo dessa vez só por que já havia batido muito nele. E, apesar de tudo, eu entendia o que era ser pega de surpresa. — Estou perdoado?

A mão de Josh, esperta, já havia alcançado minha cintura, e antes que eu pudesse controlar meus impulsos e meu desejo por ele, nossos corpos se juntaram. Minhas mãos foram direto para a sua nuca e seus lábios vieram devorar os meus, sem nenhuma vergonha, impiedosamente. Beijá-lo era sempre uma loucura completa; aquele piercing, aqueles lábios, aquela língua esperta. Uma corrente elétrica atravessava meu corpo toda vez que nossas bocas entravam em choque — um segundo era o suficiente para me acender por completa, para me fazer parar de pensar com clareza, para me entregar a ele e ao desejo colossal que me envolvia toda vez que ele chegava perto.

Aquilo nunca havia acontecido antes com garoto nenhum. E era por isso que eu não queria parar, tal como ele. Beijá-lo e tocá-lo era bom demais para simplesmente não se aproveitar, e não importa o quão devasso isso parecesse ser. Enquanto Josh sugava e mordia meus lábios, deixando-me sem ar e sem juízo, não estava me importando para as consequências dos meus atos.

Com as mãos, Josh alcançara o início da minha camiseta e acariciava minha cintura com uma delicadeza e precisão indescritíveis. Meus lábios ainda presos aos seus, meu corpo pareceu entrar em colapso nervoso, a temperatura subindo como só acontecia quando Josh me tocava. Minha pele se arrepiava e se contraía por baixo da dele, meus lábios já latejavam com o nosso beijo urgente, o desejo dentro de mim clamava e implorava por mais. Josh impulsionou minha camiseta para cima.

Deixei que ele a tirasse.

Agora nossos pulmões pediam por ar e Josh deixava seus lábios espertos correrem pelo meu pescoço, fazendo-me suspirar longamente, respirando o máximo de oxigênio que podia enquanto tentava não ficar louca com seus movimentos condescendentes no meu pescoço. Ele tinha a delicadeza de não deixar uma marca; mas nem por isso parava de sugar, beijar, e me fazer querer tê-lo de todas as formas possíveis só por aquele simples toque. Arranhei sua nuca e tratei de achar o início de sua camiseta, impulsionando-a para cima como ele fizera com a minha. Finalmente eu teria a chance de passar a mão por cada um daqueles músculos que tantas vezes ele exibiu para mim quando eu tentava cuidar de seus irmãos. Sorri com o pensamento. Essa coisa de relacionamento com Josh Farro não é tão ruim assim.

Praticamente arranquei todos os botões de sua camiseta e Josh me ajudou a dispersá-la pelo chão. Voltou seus lábios aos meus, e enquanto eu o beijava, senti os músculos de seu abdômen. Estremeci entre o beijo urgente e tortuoso, minhas mãos arranhando sua barriga tanquinho. Oh, Deus. Não dava para acreditar que aquele garoto tinha acabado de completar dezoito anos. Não dava para acreditar que ele era tão... delicioso, por falta de palavra melhor. Seus lábios apenas comprovavam o fato, movimentando-se e pressionando os meus com voracidade, devorando-me, envolvendo-me em uma dança frenética e viciosa. Meus pulmões, por mais que quisessem ceder ao desejo do corpo de senti-lo e beijá-lo para sempre, forçou-me a separar-me de seus lábios.

O tempo que nossos lábios passaram separados foi o suficiente para que Josh deitasse meu corpo sobre a minha cama de solteiro. Minhas costas recostando-se aos meus travesseiros, ele se recostou em mim logo em seguida, suas mãos passeando pelo meu corpo. Ele sorria enquanto acompanhava o movimento dos dedos pelas minhas pernas nuas: acompanhou a cruz na coxa e inclinou-se para beijá-la, o que me fez rir de puro nervosismo e sensualidade. Seguiu com os lábios até a abertura do meu short-de-limpar-a-casa, beijando a parte interior da coxa. Eu já nem conseguia respirar direito, cara! Foi quando ele parou de ser delicado: agarrou o cós do meu short com suas duas mãos fortes de modo bastante sexy e controlador para o meu gosto. Retirou-o sem muitas cerimônias. Minha garganta traíra produziu um gemido só por saber o que vinha a seguir.

(Não me odeie por estar mesmo querendo fazer sexo com Josh Farro ainda que tenhamos começado nosso relacionamento há pouco mais de um mês. Você não faria nada diferente disso. Além do mais, sabe quanto tempo tem que eu não transo? Vou te dar uma dica: muito. E essa é uma das coisas que depois que você começa a fazer, não quer parar. Ainda mais quando o cara em questão é Josh Farro.)

Josh não esperou confirmação de minha parte antes de enfiar dois dedos por dentro da minha calcinha — eu sabia muito bem que ele queria aquele momento muito mais do que eu (sua ereção meio que denunciava isso) e só estava começando. Olhando para mim, ele sorriu de um jeito bem safado quando descobriu que ali não estava sequinho e tal. Abriu a boca para fazer um comentário que eu não traduzirei a você por que o horário não permite, mas eu tratei de cortá-lo:

— Se falar... mais... alguma coisa... te expulso... daqui — (minha voz saiu menos autoritária do que eu quis que saísse, mas você já pode imaginar o porquê.)

De modo que Josh calou a boca, ou eu não sei bem o que aconteceu, por que o desejo começou a ficar muito maior do que o meu senso de percepção do mundo. Eu sei que você quer ouvir falar sobre os dedos de Josh ali naquela região sensível, mas eu não direi a você. Há! Odeie-me por isso. Não direi nada. Não vou dizer sobre o modo que ele não só acariciava, ora rapidamente, ora lentamente, fazendo-me quase detestá-lo por me fazer desejá-lo tanto. Não vou contar o jeito que o sorriso que ele fazia enquanto me penetrava com seus dedos de mecânico (e de guitarrista, sabia que Josh toca violão?) me fazia estremecer e me contorcer de prazer. Não pense que eu vá dizer a você que aquela era a melhor masturbação do mundo, por que o cara sabia fazer de um jeito que me deixava completamente fora de mim. E você está louco se acha que eu vou te contar que estava pronta para ficar rouca pelos gemidos que saíam da minha boca no momento em que meu celular tocou.

A guitarra de Sweetness, Jimmy Eat World, acabou com toda a magia do momento. Sério. Jogaria o meu Tijolular contra a parede de tão irritada que fiquei no momento em que Josh parou com seus movimentos deliciosos naquele lugar. Vi que o próprio Farro ficou desapontado, de modo que deixou sua cabeça cair sobre... as minhas coxas, desolado. O celular vibrava no bolso do meu short.

Retirei-o de lá e vi que era A VADIA DA DAKOTAH!

— Quem é? — perguntou Josh, tão triste que não dava para verbalizar.

— Rae — disse eu e atendi antes que ele terminasse a frase “ESSA PORRA DE MENINA SÓ ATRAPALHA MINHA VIDA!”. — É melhor... ser... importante — avisei à Dakotah pelo telefone. Mas eu ainda estava pulsando de desejo e isso não ajudou minha voz a sair do jeito que eu queria que saísse.

É importante — disse ela a mim. — Sabe o que aquele desgraçado do Kevin Perkins fez com a Jenna? Você sabe?! Aquele infeliz terminou com ela! No aniversário de namoro deles, dá pra acreditar numa porra dessas?! Filho de uma mãe! A menina tá desolada, Williams. Kathryn está a caminho, mas eu não sei o que fazer. Só sei que quero acabar com a raça do Perkins! Agora!

— O... o quê?! — gritei para o telefone, ainda meio sem ar. Quero dizer, Josh ainda estava com os dedos ali. — Mas... eles.... como.... o quê?! Isso é... surreal, cara!

Williams, o que aconteceu com você?! Bateu com a cabeça e ficou idiota?! Por que você tá arfando...? Droga, Hayley, você estava transando com o Farro enquanto sua amiga está pensando em se matar por causa de outro idiota?!

Fiquei vermelha, tanto de vergonha quanto de raiva. Queria bater em Dakotah por ser tão intrometida na minha vida pessoal. Pelo que eu sabia, ela vinha tentando evitar o Taylor York há várias semanas, mas toda vez que não conseguia fazia coisas muito piores do que eu estava fazendo agora. Quem diabos era ela para me dar lição de moral?

(Josh recomeçou seus movimentos nessa hora só de filho da mãe que é. Dei um tapa em sua mão, e ele retirou-a dali e lambeu os dedos. Oh. Meu. Deus.)

— Escuta... cala a boca que... eu chego aí em alguns minutos. Só não deixa a Jenna se matar ou... algo assim. Ela é... meio... dramática — e desliguei antes que pudesse ouvir a voz de Dakotah por mais um minuto sequer. Josh havia desfeito seu sorriso safado por ter refeito os movimentos no momento mais apropriado para ficar triste de novo.

— MALDITA SEJA DAKOTAH RAE — gritou ele assim que desliguei meu telefone. Desvencilhei-me de seus braços e, ainda de calcinha e sutiã, fui procurar algo razoável para vestir no meu guarda-roupa, enquanto ainda tentava controlar minha respiração (e minha intimidade que só pedia para eu voltar e acabar com isso). Josh que se danasse para lá; eu havia prometido a mim mesma dar prioridade aos amigos, e depois aos ficantes exclusivos.

— A culpa não foi dela — disse eu, feliz por estar recuperando o ar. Queria tomar um banho antes de sair, mas isso seria um convite para a sombra que me encarava, com o cabelo desgrenhado embaixo do chapéu de cowboy e os músculos abdominais deliciosamente expostos. — Kevin Perkins terminou com a Jenna.

Josh precisou de um minuto para se lembrar de quem eu estava falando.

— Espera, o Kevin PC? O nerd de computador? — perguntou ele, como se estivesse minimamente interessado. Coloquei uma camiseta da Linkin Park por que era a única roupa preta que eu tinha ali para combinar com o sutiã preto; e eu não estava a fim de trocar de sutiã na frente do Josh. — Baby, além de gostosa você também tem bom gosto musical?

— Cale a boca — disse eu, tentando inibir o rubor no meu rosto pelo modo que ele ainda tinha um dedo na boca e encarava minhas coxas descobertas. Peguei a primeira calça jeans que vi. — Esse mesmo. Namorado da Jenna Rice. Minha amiga.

— Ah — disse ele, sorrindo. — Já peguei.

Eu revirei meus olhos.

— Preciso ir até lá — eu havia pego a pior calça que tinha; o botão era muito maior que a abertura. De modo que eu estava tentando arduamente abotoá-la enquanto Josh suspirava.

— Já que acabou com a minha felicidade mesmo, posso te levar até lá.

— Não, obrigada — finalmente consegui fechar a calça e fui atrás dos meus All-Stars vermelhos sem cano sujos. Calcei-os sem meia.

— Você sequer sabe chegar à casa da Rice, baby?

Saber bem, eu não sabia. Fui até lá algumas vezes acompanhada de Dakotah e Kathryn, mas sempre de carona no carro da jornalista. Se eu começasse a andar, chegaria a casa com certeza; mas isso levaria certo tempo. Josh notou minha mudez e sorriu, vestindo sua camiseta social, mas sem abotoá-la. Seus músculos peitorais e sua barriga ainda vermelha por motivos de minhas unhas ficaram à mostra. Aquilo era incrivelmente sexy. De verdade.

— Vou te levar até lá. Só vai levar um minuto de carro. E eu posso aproveitar meus últimos momentos do sábado com você — então Josh estava se aproximando de novo, e seus lábios estavam sobre os meus. Sua boca tinha um leve gosto metálico que eu não sabia distinguir... até saber. Sorri entre o beijo e separei nossos lábios de uma vez, determinada a não me esquecer da existência da dor da minha amiga e ir para a cama com ele de novo (ainda que não tivéssemos terminado o serviço).

— Tá bem, você me convenceu — disse eu. — Mas mantenha suas mãos longe de mim.

Como se minha ameaça fosse surtir algum efeito.






respirando ainda?
AÇSOKÇOJQWKLASJJA ESCUTA, EU AVISEI QUE NÃO IA TER HENTAI NO TWITTER E NO FACE, OK? AÇSOKQÇPOKASOIJ EU BEM QUE NÃO PODIA TER AVISADO MAS AVISEI.
E, vamos lá, a cena ficou bem legal. Fluiu super bem. Vocês não podem reclamar.
EU NÃO VOU MAIS FALAR NADA, mas eu só quero que vocês comentem pra mim cuz it's important to me <3
Muito amor demais (redundancia for the win),
Sarial :3 (longa história...)


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