31 de out de 2013

NaNoWriMo: novembro é mês de escrever um romance!

EU SEI, EU TAMBÉM NÃO SABIA!!! (E, é, a frase não fez o menor sentido. MAS ESSE NÃO É O PONTO!)
Oi, contextuados! Tudo bem com vocês? Eu realmente espero que sim, e se não estiverem, espero que você acabem se contagiando com a minha animação!
(Ou não.)
Então, eu costumo ficar muito no twitter e lá, eu sigo muita gente legal. Entre essa gente toda, a Bell, ou Bárbara Morais, que é a autora de A Ilha dos Dissidentes e blogueira do Nem Um Pouco Épico (um dos melhores blogs da atualidade brasileira, bjks). E aí eu vi ela falando bastante sobre esse tal de NaNoWriMo, sobre fóruns e metas e 50.000 palavras, e como eu sou uma pessoa extremamente curiosa, cliquei nos links que ela postava e fui ver do que se tratava.
E AÍ EU FIQUEI SUPER ANIMADA!!!


Sem mais delongas, vou dizer o que É QUE SIGNIFICA ISSO AFINAL MEUS DEUSES SARAH O QUE É ISSO CONTA LOGO POR QUE VOCÊ TÁ FAZENDO SUSPENSE. Pois é. Acontece que esse há um tempo indeterminado (mentira, eu só tô com preguiça de procurar), esses norte-americanos lindos resolveram criar um programa de incentivo a escrita: o NaNoWriMo. Eles resolveram também que novembro é o mês anual de se escrever um livro. E ADIVINHA, MUITOS BRASILEIROS ADERIRAM A IDEIA. (E americanos também, sabia que a continuação de Insaciável, da Meg Cabot, foi escrito durante um NaNoWriMo?) (E essa coisa de brasileiros aderindo também automaticamente detona o "national", uma vez que o "national" remete a "USA" e nós sabemos, ou descobrimos hoje, que pessoas do mundo inteiro participam do NaNoWriMo.)
Para usar, é muito simples:
Passo 1: você se inscreve.
Passo 2: você escreve.
I KNOW!!!
Tá, tudo bem, não é ASSIM tão simples, mas é basicamente isso. Existem fóruns, pelo que eu vi, de escritores em comum. Você não posta sua história no site (foi a primeira dúvida que tive) e também não precisa escrever em inglês (foi a segunda). Basicamente, você precisa escrever e atualizar o status da sua história no site e pronto! Para que você complete o mês de novembro feliz, precisa atingir a meta PRATICAMENTE IMPOSSÍVEL de 50.000 palavras na sua história. (Dizem que se você fizer isso, o NaNo te dá uma medalhinha!!!)






E por que alguém faria isso?, você me pergunta.
PORQUE É COMPLETAMENTE INSANO! 
Tudo bem que nos Estados Unidos não existe tanta preocupação com o mês de novembro porque ELES GERALMENTE NÃO TEM DE FECHAR UM SEMESTRE NO MEIO DO INVERNO (lá é inverno), mas nós, temos (embora aqui ainda seja primavera, MAS WHATEVER, TEMOS DE FECHAR O SEMESTRE MESMO ASSIM). A questão é que você precisa escrever 50 mil palavras em 30 dias, o que, nos cálculos da Bell, são 1667 palavras por dia.
(Em times 12, margens comuns, três páginas do Word.)
E isso é difícil, porque, geralmente, vão haver dias em que você vai escrever o triplo e dias em que você não vai escrever nada. Digo isso por experiência própria. Não de NaNo, mas de escrita mesmo.
Então, Sarinha, depois que eu terminar minha história de 50k no NaNoWriMo e ganhar minha medalinha, e ser feliz, posso mandar pra editora?
NOOOOO. A ideia do NaNo é: criar disciplina. TODO MUNDO SABE que muitos escritores têm problemas sérios com procrastinação, tempo e pura preguiça. Quando você tá na correria, escrevendo que nem um filho da mãe, desesperado pra conseguir a meta, você não se importa se seu texto tá uma droga. Você só continua escrevendo. E NÃO PODE PROCRASTINAR, OU ENTÃO, NÃO CONSEGUE A META!!!
É meio que um compromisso consigo mesmo.
Ano passado eu descobri que trabalho bem melhor sob pressão, por isso, É CLARO QUE EU TÔ NESSA. Além disso, eu tenho uma leve inclinação a desafios. Bem leve mesmo.
Mas eu não estou fazendo esse post por minha causa. Estou fazendo por causa de vocês!!! Porque eu sei que mesmo com a escola ferrando tudo, vocês podem escrever para o NaNo!!!
Levando em consideração que é um desafio pessoal seu, e que a história pode tanto vir na hora quanto ser planejada meses antes (é, agora não dá, porque começa amanhã HUE), e que o único jeito de se aprender a escrever é escrevendo, sério, o que você tem a perder?
A história que eu vou escrever, felizmente, será postada para vocês, queridos. Mas não aqui no (con), muito embora vá ter um link direto para ela aqui no cantinho do blog. Tô animada com a ideia e estudando muito pra ela, portanto... 50.000 PALAVRAS EM NOVEMBRO NOS AGUARDAM!
Bora escrever?  Como diria a própria faq do site: o mundo precisa do seu romance!
Se vocês ainda tiverem dúvidas sobre o NaNoWriMo, deem uma lida nesse post do NUPE, uma FAQ feita pela própria Bárbara, e esse post do Literalmente Falando. A Iris também é veterana.  Agora sai desse blog que você tem um romance a escrever.

P.S.: FELIZ HALLOWEEN!







27 de out de 2013

[RESENHA] Tudo, menos "normal", de Nora Raleigh Baskin

Tudo Menos “Normal”
Título original: Anything but typical
Editora: Novo Século
Ano: 2012
 Páginas: 187




Jason Blake é um autista de doze anos vivendo em um mundo neurotípico, de “pessoas normais”. Para ele, quase sempre é apenas uma questão de tempo até que alguma coisa dê errado. Mas Jason acaba encontrando um pouco de compreensão quando cruza com Phoenixbird, uma garota que publica histórias no mesmo website que ele. Jason pode ser ele mesmo quando escreve, e imagina que Phoenixbird, cujo nome descobre ser Rebecca, pode se tornar sua primeira amiga de verdade. Mas tanto quanto ansioso por conhecê-la, Jason está apavorado com a possibilidade de que, quando isso acontecer, Rebecca não seja capaz de 
enxergá-lo como realmente é, indo além das aparências. 
 


Sarinha está aqui com uma resenha de um livro desconhecido de uma autora igualmente desconhecida? ISSO MESMO, QUERIDOS. É interessante a gente ter em mente de que comprar esse tipo de livro, deixando-se levar pela premissa pequena da sinopse na contra-capa, às vezes é uma boa pedida.
Foi assim com o Jason. Comprei-o em uma promoção. Um livro minúsculo. Eu o devoraria em poucas horas, correto?
Errado.
O legal de você comprar livros-surpresa, sem saber exatamente o que esperar deles e sem nutrir expectativas, é se surpreender com a beleza, sinceridade e sensibilidade que é dada em algumas obras.
Me apaixonei pelo Jason Blake, autista, 12 anos de idade.

"A coisa que as pessoas mais veem é o seu silêncio, porque alguns tipos de silêncio são, na verdade, bem visíveis." pág. 11


O Jason é autista, tem doze anos de idade, que está tentando viver no mundo de pessoas neurotípicas. Tentando, apenas. Ele só é compreendido quando está escrevendo histórias e postando-as em um site chamado Storyboard, que é o único site em que as pessoas podem postar histórias que não são fan fictions. As histórias do Jason são todas originais.
Nesse site, ele encontra uma garota de codinome Phoenixbird, e imagina que ela é a única menina que pode ser sua amiga de verdade. Não confie na sinopse do livro quando ela diz que o Jason está "ansioso" para conhecê-la. Ele não está. Ele simplesmente sabe que se ela conhecê-lo, vai notar que suas mãos estão sempre se mexendo para todos os lugares, e vai pensar que não falar muito significa não sentir muito.
A principal ideia da autora dentro da história foi mostrar como funciona a cabeça de um autista, mesmo que eu ache que um garoto autista de doze anos não pense e escreva as coisas que Jason pensa e escreve (conheço um com quase vinte que é incapaz de escrever um parágrafo inteiro e conciso, então, não sei, ou Jason é muito especial, ou o livro é mesmo meio fora de realidade). Mas, de certa forma, e com uma sensibilidade até mesmo um pouco semelhante à de R.J. Palacio em Extraordinário, ela consegue. Consegue transparecer os medos e as inseguranças de um menino que simplesmente não consegue se expressar corretamente.
E mesmo assim não é um livro de chorar. Na verdade, eu achei que a história foi muito crua, um choque de realidade puro, mesmo. A narrativa é muito, muito simples, mas mesmo assim carregada da rotina sensibilística do protagonista. É interessante que a gente perceba: se Tudo, Menos Normal fosse narrado em terceira pessoa, o  livro não teria suas 50 páginas. Ele é composto basicamente de pensamentos e sentimentos, uma vez que o Jason praticamente não fala com as pessoas (ainda que elas falem com ele, mesmo assim).
E uma das coisas que me encantou no livro é que, de certa forma, o Jason termina a história quase da mesma forma que começou. Como ele mesmo diz, a vida não tem finais felizes para sempre. "Na verdade, você realmente não sabe como terminar."
É um livro bonito, sem tirar nem pôr, e quando fui classificar, tive de dar as cinco estrelinhas. Não acho que a autora tenha pecado em nenhum momento. Ela tinha um objetivo com a história e o alcançou. Gostei disso, e gostei bastante.
Em questões de diagramação, o que me incomodou mesmo foi a fonte e a falta da vírgula na capa. Sério. POR QUE NÃO COLOCARAM A VÍRGULA NA CAPA? Sem a vírgula, muda TOTALMENTE o sentido da história. Fico pasma com essas coisas.
Mas para finalizar uma resenha com uma frase marcante e digna, deixa eu dizer só uma coisinha: se você gostou da história de Auggie, é possível e provável que vá gostar da história do Jason.
 


26 de out de 2013

Dica de sábado: Relaxe!

Oi pessoal! Beleza?
Então, perdão por não aparecer sábado passado. Tive uns probleminhas e acabei esquecendo de fazer o post... Enfim! 
Hoje eu vim com uma proposta um tanto quanto diferente... Todo mundo sabe que hoje e amanhã são dias de ENEM, então nada melhor que relaxar. Certo? Certo. Para realizarmos uma boa prova temos que estar tranquilos e confiar naquilo que estudamos durante o ano inteiro. E nada como uma boa playlist calminha para ajudar no processo de relaxamento pré e pós prova. Eu tentei manter todo esse ritual durante o dia inteiro na sexta e no caminho da prova, ajudou bastante. Pelo menos não surtei feito uma louca como eu faria uns meses atrás. Então espero conseguir ajudar vocês a relaxar um pouquinho dessa tensão ENEM e eu-tenho-que-decidir-o-que-fazer-da-minha-vida-agora-ou-então-fodeu. Música sempre acalma todo mundo, então vamos à nossa playlist especial?!

1. Seaside - The Kooks



Nada melhor que começar o dia ouvindo a belíssima voz do Luke Pritchard. Sério, gente, não é só porque sou fã de The Kooks, não! A voz desse homem realmente te acalma nessa música — Luke tem esse poder, tudo que ele canta, ele passa pra quem está ouvindo. É uma música boa, curta e completamente relaxante. Te faz viajar sem você nem mesmo perceber. Uma viagem de pouco menos de 2 minutos, mas ainda assim maravilhosa.

2. Saber Voar - Chimaruts



Sim, desenterrei. Não me julguem (ou julguem, tanto faz), mas eu adoro essa música. Acho tão fofinha. E ela me relaxa também. Não sei, acho que a melodia dela é o que mais me faz esquecer de certas coisas. Gosto de escutá-la de olhos fechados só pra me distrair, é uma sensação boa. Recomendo haha.

3. Guns and Horses - Ellie Goulding



Preciso dizer que a Ellie Goulding se tornou uma das minhas cantoras favoritas e eu não me perdoaria se não a colocasse nessa playlist. Anyway, essa música é realmente maravilhosa e tão relaxante quanto as outras, juro. Mas sempre que ouço sinto vontade de brincar (sim, brincar!) como eu fazia quando era criança, é meio que uma volta no tempo. Gosto disso, gosto da sensação que a música me traz. 

4. Sun - Two Door Cinema Club



Sun é, definitivamente, uma das minhas músicas favoritas do TDCC. E ela ao vivo é ainda mais incrível, preciso frisar. Sun tem uma vibe muito, muito diferente. Não sei, acho que ela transmite tudo aquilo que quer e precisa, ou eu que sou retardada e fico sentindo coisas enquanto ouço algumas músicas. Mas enfim hahahahahaa, Sun é realmente maravilhosa; a melodia, a letra, a voz do Alex, tudo. A música é excelente, ouçam! Não vão se arrepender.

5. Neon - John Mayer



Não sou tão fã do John, mas essa música dele é tão legal. Não sei, só simpatizo com ela e sempre a ouço quando quero descansar um pouquinho e esquecer certas coisas. Não me perguntem por que, mas sempre que ouço essa música eu me vejo com meus amigos fazendo uma rodinha musical numa praia. Sério mesmo, acho isso mega legal. Aí fico imaginando essas paradas com esse tipo de música hahaha. Sem contar que a voz do Mayer, em si, já transmite uma calmaria incrível. 

6. Lugar ao Sol - Charlie Brown Jr



"Livre pra poder sorrir, sim. Livre pra poder buscar o meu lugar ao sol". Essa é, definitivamente, a típica música que você canta sem se importar com nada. Sério. Logo, você canta, ouve, toca, que seja!, tranquilamente. Sem se importar com as coisas a sua volta, ficando completamente relaxado, calmo, tranquilo. A letra é boa, a melodia é boa, tudo é incrivelmente bom e... Certo nessa música. Tem tudo num encaixe tão bonito, não sei explicar, mesmo. Mas eu relaxo/viajo demais ouvindo hahaha.

*BÔNUS:  7. Live Like We're Dying - The Script



Nada como uma boa música do The Script para fechar o post né? Haha eu sei que há várias e várias outras músicas tão relaxantes — ou até mesmo mais — quanto as que coloquei aqui, mas procurei colocar as que mais gosto e me distrai. E sim, The Script está no meio porque o som dos caras é incrível. Ainda mais essa música. Ela é tãããão bonitinha! Hahaha acho linda, fofameiga, tranquila e um tanto quanto dançante. Quando a ouço, assim como todas as outras músicas citadas a cima, fecho os olhos e me deixo levar completamente pela vibe do momento. E isso é tão legal. 
Música normalmente tem esse poder, né? Nos leva para vários mundinhos diferentes por alguns minutos. Então recomendo que tentem fazer isso, gente: relaxar, ouvir músicas tranquilas e não ficar surtando antes da prova — ou qualquer outra coisa que você esteja nervoso e/ou ansioso. Ajuda bastante, ainda mais as pessoas que têm grande ligação com a música — o que eu acho que é a maioria da população sinceramente hahaha (ou simplesmente a maioria do público alvo do Con). 
Espero que tenham gostado, de verdade! Vejo vocês no próximo sábado, sim? :}
Para quem for fazer o ENEM, assim como euzinha: boa prova! E não esqueçam de ir ouvindo essas músicas no caminho... Hahahaha.
Beijinhos XxX
P.S.: Perdão o horário que o post tá saindo, era pra sair de manhã só que a Sarinha (que ia publicar pra mim) ficou sem internet e, nesse meio tempo, eu fui fazer o ENEM.





24 de out de 2013

Cantadas de Leitor



Alô, (con)textuados lindos! É quinta-feira e Sofia chegou… mas não com uma resenha.
Afinal, admita: um dos seus maiores sonhos é conhecer aquele(a) garoto(a) fofo(a), talvez tímido(a), que ame tanto seus bebês de papel quanto você. Você se delicia imaginando o dia em que vai poder partilhar uma extensa biblioteca comprada a meias com sua cara metade. Você simplesmente quer alguém que se deito junto consigo na cama, abraçado a si, e… leia.
Eu sei, meus amores. Eu sei de tudo isso. E porque Sofia é um amor de pessoa, ela decidiu que vai ajudá-lo a atingir esse objetivo! Como, você poderia perguntar? A resposta é muito simples, meus caros: com cantadas de leitor. Esse é o tipo de cantadas que, caso utilizadas num leitor, vão deixá-lo intrigado com a reviravolta de enredo que você acabou de dar à situação. Recomendação literária: use e abuse.

1. Te amo como uma metáfora silenciosa. Foi por isso que tive que usar uma comparação.
Começamos com uma mais genérica, direcionada aos amantes das figuras de estilo. Afinal, o que há de melhor do que mostrar a esse leitor gatinho que você domina o uso da sua atrativa língua? E sim, essa última frase é ambígua propositalmente.

2. Se você fosse um Dementador, eu me tornaria um criminoso só para conseguir um beijo seu.
Você sabe que eu simplesmente teria que incluir algumas cantadas potterianas – são as minhas favoritas! Admitamos que essa, além de inteligente, é romântica ao quadrado: quem, no seu juízo perfeito, quereria beijar um Dementador?! Pois é, meus lindos, isso é o que eu chamo de amor.

3. Baby, você parece ter sido criado pelo Cinna em pessoa!
Claro que, como já estamos tão próximos de novembro, eu não poderia deixar de fora os tributos! E olhem, se usassem essa comigo, resultaria totalmente. Talvez vocês não saibam, mas eu sou apaixonada pelo Cinna. Se o mencionassem numa cantada, eu não teria como me controlar.

4. Você é como um dicionário: adiciona significado à minha vida.
Essa é profunda o suficiente para usar num pedido de namoro, meus caros. Se vocês estão naquela fase de enrolação, mas você quer dar esse passo e simplesmente não sabe como, comece por aqui. Quem sabe vocês não estabelecem uma relação semântica?

5. O seu sorriso é como um Expelliarmus. Simples, mas desarmante.
Quantos de nós não se derreteriam ao escutar essa cantada? Ela tem tudo o que uma boa cantada deve ter: jogos de palavras, fofura e referências a Harry Potter. Simples, porém desarmante. E desculpem a redundância.

6. O.k.?
Essa é para todos os fãs de A Culpa É das Estrelas. Porém, não posso garantir que a pessoa em questão não desate a chorar, ao invés de cair na sua. Use com precaução – e certifique-se de que o leitor já teve tempo para sarar suas feridas e restaurar-se da fase de desidratação.

7. Eu comeria bagas venenosas por você.
Uma cantada digna de Romeu e Julieta! Ou, no caso, de Peeta e Katniss. (Atenção: ter cuidado com possíveis stalkers. Sim, isso é uma referência a Cara de Raposa.)

8. Você sabe como posso contatar Sherlock Holmes? Eu preciso de resolver o mistério de como ganhar o seu coração.
Okay, essa provavelmente funciona mais rapidamente com alguém que assista Sherlock Holmes, da BBC, do que com qualquer leitor. Minha sugestão: procure alguém que conheça ambos e a cantada ganha o dobro da potência. E não, essa última frase não é ambígua propositalmente.

9. Você usou um Feitiço de Fixação Permanente? Porque eu não consigo tirá-lo da cabeça.
Como uma verdadeira bruxa, essa fui eu mesma que inventei. Já se sentem orgulhosos de mim? E mais! Eu posso garantir que ela funciona por experiência própria, mas deixe quieto.

10. Eu não fui um grande fã de “Comer” e “Orar”, mas não há nada errado com “Amar”.
Essa é tão engraçada quanto inteligente, tenho que admitir. E a melhor parte é que não só leitores compreenderão, como… bem, basicamente qualquer pessoa que tenha prestado atenção à realidade nos últimos anos. Polivalente, não é?

11. Nós poderíamos fazer uma biblioteca tão linda juntos.
Para mim, essa aí é frase de pedido de casamento. Sério. Você fala em biblioteca partilhada, em penso em morar junto e casar e ter filhos. Mas eu juro que sou normal.

12. Eu conheço um ótimo restaurante no fim do Universo.
Esta é uma cantada que só funciona com um leitor muito bom, género o nosso Wesley. É uma referência a’O Guia do Mochileiro das Galáxias e… é simplesmente espetacular – para além de engraçada. Muito como a trilogia (de cinco livros) em si.

13. I don’t have a library card, but do you mind if I check you out?
Se você é o tipo de leitor que se dá bem com o inglês, pode usar essa. Ela é intraduzível devido ao jogo de palavras que a torna engraçada: “check out” tanto pode significar trazer um livro da biblioteca, usando seu cartão de sócio, como pode significar ficar encarando alguém. É muito engraçada, e ainda exibe sua pronúncia britânica sexy (se não tem uma, minha sugestão é que a arranje).

E aqui está, meus amores. Treze cantadas que vão ajudá-lo a fazer o seu leitor mais-que-tudo a desviar o olhar daquele livro lindo e a fixá-lo em você. Ah, mas não literalmente! Não o interrompa a meio da leitura, sério. Cantada nenhuma o ajudará depois disso. E não tem de quê! Até para a semana!

(Retiradas de:




23 de out de 2013

Conheça: Mallu Magalhães

Se você segue um de nós no twitter, com certeza você já ouviu falar dessa moça. Mallu é um dos talentos da música brasileira, encantando a todos com suas músicas, com músicas românticas e delicadas. Com uma voz encantadora e letras extremamente íntimas, fica impossível não se encantar com Mallu. E por falar em se encantar, outra pessoa que se encantou muito com ela foi Marcelo Camelo. Atualmente eles são casados e moram em Portugal juntos e felizes. E, pra ser honesta, eu acho que eles fazem o casal mais fofo do mundo.
E não foram apenas os brasileiros que se encantaram com a carioca não, tá? Mallu – que compõe em português e inglês – está entrando em turnê nos EUA. Isso mesmo, não é apenas Michel Teló e outras besteiras que fazem sucesso lá fora não, existem artistas brasileiros com músicas realmente boas que estão fazendo sucesso fora do país (hora de comemorar porque não somos conhecidos apenas pelo sertanejo universitário, carnaval e futebol).

Cena




A música que eu mais me identifico é Cena. E eu acho que muita gente vai se identificar com ela também. A música tem uma melodia bem peculiar, que reúne vários instrumentos, mas também consegue ser bem simples. Aliás, essa é uma das características do álbum Pitanga que eu mais gosto: todas as faixas possuem muitos instrumentos diferentes, cada um deixando um toque diferente da música, e ainda sim, nenhuma delas está superproduzida.

 

Sambinha Bom




Sambinha bom é esse que é calmo e, mesmo assim, você consegue dançar. Sambinha bom é esse que começa com a voz de Mallu, e depois são acrescentados um violão, um piano, às vezes rola um assobio e você ama o conjunto de todas essas coisas. Sambinha bom é esse que essa moça bonita fez.

 

 

Highly Sensitive




Uma das coisas mais interessantes dessa música é que Mallu consegue brincar com essa coisa de “ou canta em inglês, ou canta em português”. Ela fez as duas coisas. E deu certo. Na verdade, deu muito certo, tanto é que ela tem fãs até fora do Brasil. Highly Sensitive é uma música bem gostosa de se ouvir, e a forma que a cantora consegue passear entre duas línguas é super legal.

Então é isso pessoal, beijos e até semana que vem!