23 de set de 2012

Capítulo 53

Do you wanna make love to me?


É bom que vocês leiam esse capítulo escutando a música Do You Wanna, do The Kooks. Mesmo quem não goste de indie. E quando acabar, repitam a música (:
________________________________________________

— Não. — Hayley estava estática. — Isso. Não. Tá. Acontecendo... de novo.
Josh olhou em volta e não se conteu. Começou a rir.
— Ah, como eu amo elevadores. — Ele disse.
— Você mandou isso acontecer? — Ela perguntou irada. Josh gargalhou.
— Infelizmente não. Mas eu gostaria de ter tido essa idéia maravilhosa.
— Vá a merda, Farro. — Ela revirou os olhos. — EI! EU QUERO SAIR DAQUI! — Hayley bateu fortemente na porta do elevador.
Isso porque sim, ela estava com medo.
Josh e ela estavam presos em um espaço mínimo. E vocês se lembram bem de como foi a última vez que isso aconteceu, não é mesmo?
— EU QUERO SAIR, DROGA! — Ela gritou.
Isso porque sim, ela estava desesperada.
“Olá, eu sou o técnico do prédio. Sinto muito pelo transtorno e estamos trabalhando para que vocês saiam daí. Mas, por favor, permaneçam quietos e não apertem os botões.”
— Viu? Nós vamos sair daqui.
— QUANDO?!
— Eu sou um Coronel, não o técnico. — Josh disse apontando para cima e soltando um riso em seguida.
Ela o olhou com fúria.
— É claro que é o Coronel. — Ela bufou. — Afinal, soldados que tem uma boa conduta, como por exemplo um que larga a pessoa que mais o amava e vai para a guerra, costumam ser promovidos mais rapidamente. — Ela disse, com a voz mais calma, porém sarcástica.
— Eu não tive escolha, droga! — Agora, ele gritou.
— É claro que teve! — Ela rebateu. — Você escolheu ir para a guerra e me deixar! Você escolheu, Josh, me fazer sofrer! Você escolheu ser o Coronel.
— MAS ISSO TUDO FOI ANTES DE TE REVER! — Ele gritou muito mais alto e ela ficou estática. Ela desfez a feição raivosa e deu lugar a uma feição completamente confusa. Josh suspirou. — Lembra do dia em que eu te encontrei pela primeira vez, com a Jenna, e você esbarrou na gente? — Ela fez que sim com a cabeça, devagar, sem entender. — Estava voltando de Brentwood. Tinha acabado de me alistar.
— Então...
— Se eu pudesse escolher eu escolheria ficar com você. Mas se eu fugisse da minha responsabilidade seria antipatriotismo, e eu seria preso. — Ele suspirou. — Por isso eu cortei o cabelo naquele dia em que formamos a banda. Por isso eu apareci sem o piercing naquele dia depois das férias. Por isso eu não queria fazer dezoito anos. Por isso eu não prometi que nunca te deixaria.
— Por que você não me disse desde o início? — Ela perguntou, trêmula.
— Acredite ou não, eu não queria que você sofresse. — Ele riu de canto, sem humor. — Eu me culpo todo santo dia pelo que eu fiz com você, Hayley. Mas eu ainda te amo mais do que tudo. Você ainda é tudo pra mim.
Ela riu, debochada.
— Me poupe, Josh! Você é um Coronel! Fala como se você não pudesse ter qualquer mulher da face da terra!
Ele suspirou e deu outra risada de canto.
— Você tem razão. E eu tentei esquecer você depois que eu voltei de Israel e soube que você estava bem sem mim. Saí com várias, Hayley, várias. Tentei achar nelas alguma coisa que me lembrasse você. — Ele riu constrangido. — Por incrível que pareça... Todas eram ruivas. — Ele olhou pra baixo. — Mas nenhuma sabia olhar como você, andar como você, abraçar como você... — Ele se aproximou dela. Hayley deu dois passos para trás. Ele continuou caminhando e a parou na parede da lateral do elevador. Passou as costas da mão pela sua bochecha — agora avermelhada —, e a olhou profundamente nos olhos. — Ou... beijar como você.
Josh aproximou-se de Hayley acabando com a distância entre eles e devorando os lábios dela em um beijo ardente, cheio de saudade e luxúria. Ele segurou sua nuca com força, demonstrando todo o desejo que sentia naquele momento e com a outra mão ele explorou as costas de Hayley a estimulando a colar mais o seu corpo no dele.
Sugava seus lábios com vontade. Suas línguas estavam entrelaçadas em uma dança sensual e provocante. Eles tentavam, naquele momento, aplacar toda a saudade. Toda a vontade de estarem juntos. Essa vontade que os corroeu durante oito anos se materializava ali, naquele elevador. Naquele momento.
Nada passava pelas suas cabeças. O que os movia era apenas a vontade de estarem juntos mais uma vez. E era essa vontade que fazia as mãos de Hayley atravessarem toda extensão do peitoral másculo de Josh que inconscientemente — e, convenhamos, ás vezes conscientemente — ela desejara desde o dia em que o reencontrou.
Quando os pulmões imploraram por ar, eles afastaram suas bocas por um instante. A respiração de ambos estava desregulada, mas, nem por isso, Josh deixou de querê-la mais do que tudo naquele momento.
Abaixou a cabeça pela sua boca e foi até o seu pescoço, deixando beijos, mordidas e pequenos chupões. Hayley projetou sua cabeça para trás, dando a ele a liberdade de movimento. Logo depois, o pegou pelo rosto e o puxou para a sua boca novamente com pudor e o beijou vigorosamente. Ele não pôde deixar de sorrir perante o desejo que ela demonstrava naquele ato, mas decidiu não falar nada e aproveitar o momento.
Mesmo estando muito próximos, para Hayley, parecia que ele ainda estava muito longe. Ela precisava dele com urgência, e então, num movimento rápido e não tão difícil, elevou as pernas para cima, abrindo-as e passando pela sua cintura, enroscando-se nele e sentindo sua masculinidade que já se formava por baixo da farda.
E assim eles estavam: Juntos, beijando-se calorosamente, sem nem sequer um centímetro de distância um do outro.
Até que as luzes são ligadas e o elevador volta a funcionar.
Com o susto, Hayley volta seus pés ao chão e se solta de Josh, que anda para trás, cambaleando, e ajeita sua farda.
E é aí que ela se dá conta do que fez. Havia traído Jason, afinal.
Leva uma mão a cabeça.
E o elevador abre. Haviam vários homens, vestidos com um uniforme cinza, provavelmente técnicos, rindo. Gargalhando fortemente eles começaram a aplaudir.
Com medo, Hayley olhou para cima.
Apenas duas palavras com uma preposição ao meio:
Câmeras. De. Segurança.
— Oh, damn... — Disse baixo. Josh, que também já havia percebido as câmeras, riu.
— Eita! Que coisa chata, hein? — Ele disse ainda rindo e Hayley o olhou com indignação, pronta para mandá-lo a...
— Nossa! Eu queria ser Coronel pra começar discutindo e acabar assim! — Gritou um dos técnicos.
— Sério, mano, você viu como ela se agarrou nele? — Outro disse.
Hayley já havia passado por todas as variações de cores avermelhadas naquele momento.
— É verdade! O que eu preciso fazer pra virar Coronel e ganhar uma mulher assim?
— Lutar dois anos numa guerra e tentar viver o resto sendo tratado como um cachorro vira-lata por um tirano.
— Hm... acho que eu me contento com a minha esposa, então.
Josh riu enquanto os homens continuavam a caçoar dele e de Hayley. Esta última, já não se encontrava mais ali.
— Onde ela foi?
— Saiu pela porta.
— Hm... vou atrás dela. Até mais... pessoal.
— Aê! Mandou bem, Seu Coronel!
— Diz quem é que manda, é!
Josh saiu fazendo que não com a cabeça e ainda escutando os gritos dos homens que pouco a pouco iam se afastando.
Saiu pela porta principal do lugar e avistou Hayley, andando rapidamente e batendo ferozmente os saltos altos no asfalto. Correu até ela.
— Hayley, entra no carro. Eu vou te levar.
— Não! — Ela disse rápido. Ele continuava a acompanhá-la.
— Hayley, por favor, como você vai voltar?
— Pego um táxi.
— Não passam táxis por aqui!
— Dane-se! Eu pego um ônibus.
— A primeira parada fica há pelo menos 8km daqui.
— Eu vou a pé, então! — Ela gritou andando mais rápido.
— Hayley, faz o que eu estou te pedindo, por favor.
— Não vou entrar no seu carro, Josh! — Ele bufou, impaciente.
— Quer saber de uma coisa? Pra mim já chega. — Ele disse e se colocou na frente dela. Abaixou-se e agarrou suas pernas, pegando-a no colo e a colocando no ombro esquerdo. Deu meia volta em direção ao carro.
Hayley passou a se debater.
— Me solta! — Ela gritava. — Ah! Me solta! Me põe no chão, seu idiota! Me coloca no chão!
— Não. Você vai entrar no carro e eu vou te levar pra casa. — Ele bufou.
— Me solta! — Ela gritou novamente, mas ele não o fez.
Chegou ao carro e abriu a porta, colocando-a no banco, fechando a porta e abaixando o pino de tranca. Foi até o banco do motorista e arrancou o carro.
— Coloca o cinto.
— Não.
— Hayley, deixa de ser imatura!
— Imatura é a senhora sua mãe.
— Vou contar pra ela. — Ele riu e ela bufou.
— Vai se danar.
— Coloca o cinto logo. — Ele repetiu a ordem e ela virou o rosto e cruzou os braços no peito.
Josh bufou novamente e freou o carro bruscamente. Ela foi projetada para frente e por pouco não bateu a cabeça no painel.
— Se o bebezinho estivesse com o cinto, isso não aconteceria. — Ele disse devagar e em tom debochado.
— Seu grande filho da mãe. — Ela disse e abriu novamente a porta do carro, saindo dele e andando furiosamente. Olhou para trás por um momento e viu Josh. Apressou seus passos, mas foi inútil.
Sim, novamente ele a alcançou e sim, novamente ele a levou para o carro à força no ombro.
Ela se sentou com raiva e cruzou os braços no peito novamente. Ele entrou no carro.
— Se você não estivesse de salto, até teria alguma chance de fugir de mim... Pensando bem... Não, nem assim você teria. — Ele girou a chave. — Coloque o cinto.
— Não vou colocar merda nenhuma.
— Você é a pessoa mais teimosa do mundo. — Ele desligou o carro, bufou e foi até ela, puxando o seu cinto e tentando afivelá-lo.
— E você é a pessoa que eu mais odeio no mundo. — Ela retrucou sem pensar.
Josh sorriu de canto, provocante. Soltou a alça do cinto e o deixou voltar ao seu lugar. Concentrou-se em olhar em seus olhos verdes.
— É mesmo? — Ele perguntou, ainda sorrindo muito sedutoramente.
— É-é. — Ela gaguejou.
— Então... já que você me odeia tanto... — Ele aproximou seu rosto do pescoço dela e passou a deixar beijos. — Já que você me acha tão chato... — Ele deu uma leve mordida no pescoço de Hayley e ela mordeu o lábio inferior, reprimindo um pequeno gemido. — Já que você me detesta tanto... — Ele voltou ao seu rosto, mas sem tirar seus lábios dela. — Me impeça de te ter. — Ele disse devagar e num fio de voz, e fez o caminho de sua boca.

Eu esperava, que você tivesse um atlas na cabeça
Tão cansada, do mesmo homem velho. Há quartos despedaçados e mãos quebradas, você estava tão cansada do mesmo velho homem despedaçado.

Era impossível ela não corresponder ao beijo de Josh. Não apenas pelo simples fato de ele ser ele, incrivelmente lindo e ali, querendo-a. Não apenas pelos fatos carnais, que a impediriam totalmente de recusar qualquer carícia dele. Mas também, pelo fato de ela querer isso mais do que tudo em sua vida. Ela queria muito sentir Josh novamente... Era uma nostalgia.
Completamente vencida pelo beijo ardente, ela passou as duas mãos pela nuca dele e o puxou mais para si, aprofundando o beijo e dando liberdade a ele para passar uma mão pela sua cintura. O simples contado das mãos dele com a sua pele lhe dava inúmeros arrepios, que a fazia querer mais de Josh. O beijo continuava quente e provocativo e a vontade de acabar com a distância de seus corpos tomava conta de ambos. Josh segurou a cintura de Hayley fortemente com as duas mãos e facilmente a fez atravessar a divisória dos bancos do carro, fazendo-a sentar-se em cima dele. Enquanto ela sugava seus lábios luxuriosamente e segurava sua nuca fortemente com as duas mãos, Josh passou uma mão pela suas costas e a outra pela sua coxa, que estava coberta por uma meia-calça. Quando eles necessitaram de ar e tiveram de se separar, Hayley abriu os botões de sua farda vagarosamente e passou a beijar e morder a extensão de seu pescoço. Ela separou a farda dos seus ombros, fazendo-o mostrar todos os seus músculos peitorais. Passou a mão pelos seus ombros largos e voltou a sua boca, praticamente devorando-a. Josh, por sua vez, passou a mão pela sua coxa com um pouco mais de força, porém não o suficiente para machucá-la, ou fazê-la reclamar. Subiu a mão até chegar a sua intimidade, que também estava coberta pela meia-calça e pela calcinha. Ela estremeceu.
Josh rasgou facilmente um pedaço da meia-calça e colocou dois dedos por dentro da calcinha. Hayley se separou de sua boca e gemeu baixo.
Devagar, ele começou a fazer movimentos pequenos e ela gemeu mais alto. Passou suas unhas pelos seus ombros e mordeu seu pescoço. Josh riu, satisfeito.
— Do you wanna? — Ele perguntou, sorrindo, no seu ouvido. Ela o olhou com fúria. — Então peça. — Ele sorriu novamente.
Estava torturando-a. Muito.
— Não. — Ela disse muito devagar, num fio de voz. Josh sorriu e passou a aumentar os movimentos. Ela gemeu novamente.
— Então quer dizer que você não quer? — Ele disse novamente em seu ouvido enquanto enfiava dois de seus dedos nela e a fazia gemer. Ela cravou suas unhas no ombro dele. — I know you wanna make love to me. — Ele cantou baixinho e ela estremeceu. 


Você quer? Você quer?
Você quer fazer amor comigo?
Eu sei que você quer. Eu sei que você quer.
Eu sei que você quer fazer amor comigo.


Hayley poderia muito bem ter cedido aos encantos de Josh se não fosse por um guarda — lê-se estraga prazeres — que batia no vidro do carro. Josh olhou para o vidro lentamente como se estivesse pensando na melhor forma de tortura que pôde aprender no exército para usar contra aquele individuo de farda azul.
Ele abaixou o vidro do carro e o olhou com uma sobrancelha arqueada. Hayley apenas virou o rosto para o outro lado tentando inibir a imensa vergonha.
— O que é? — Josh rosnou.
— Hã... — O guarda ficou um pouco intimidado.
— Você interrompe um momento tão feliz da minha vida para dizer “Hã”?
O guarda continuou estático.
Josh se inclinou um pouco em direção a janela e olhou de um lado para o outro para ver se encontrava alguma câmera escondida, pois aquilo só podia ser uma piada.
Hayley tentou segurar o riso em uma tentativa em vão de conseguir sair de cima de Josh, mas ele a prendia com firmeza em seu colo.
— É que... — O guarda olhou pra cima tentando ignorar a mão de Josh na intimidade de Hayley.
— O que é, merda? Fala! — Josh gritou vermelho de ódio. E a única coisa que ele conseguia pensar era “Oh Deus, por quê?” 
— Nada. — O guarda deu meia volta e seguiu para sua viatura... Confuso?
— Eu não acredito que ele me parou enquanto eu estava por cima. A Hayley tava quase na minha.
— Eu tô aqui. — Hayley disse conseguindo sair de cima de Josh.
— É. E pode ter certeza que será minha pelo resto do dia. — Josh ligou o carro e antes que pudesse sair a viatura passou por ele. — Valeu aí! — Não pôde deixar de gritar para o motorista que estava dividido entre risadas e medo.
Josh seguiu com o carro em direção ao seu condomínio em alta velocidade — lê-se desesperadamente.
— Eu não moro por aqui, pra onde estamos indo? — Hayley tentava se deixar decente o melhor que podia.
— Eu já disse, você será minha pelo resto do dia, apesar de eu ter quase certeza de que você será minha para sempre. — Ela se lembrou de como apenas Josh usava de sua grosseria para ser agradável.

— Não vou. — Ela disse, relutando. Novamente.
— Eu estou dirigindo. — Ele riu.
— Dane-se. — Ela deu de ombros e passou a ver o crepúsculo que passava pela janela do carro e relembrando os momentos quentes que tivera com o rapaz ao lado pouco antes.
Jason nem sequer passava pela sua cabeça nesse momento.
Não viu os minutos passar e quando deu por si, Josh já havia parado o carro e dado as informações precisas ao segurança que tomava conta do condomínio.
— Onde eu estou? — Ela perguntou compassadamente.
— Na minha casa. — Ele disse naturalmente, dirigindo em direção a uma das casas que estava situada entre tantas outras iguais. Com um controle, abriu a garagem e colocou o carro dentro da mesma.
— Eu preciso ir embora. — Ela disse.
— Ahn... eu discordo. — Ele se aproximou dela e passou a sussurrar em seu ouvido: — A única coisa que eu sei que você precisa, é de mim dentro de você.
Hayley sentiu um arrepio percorrer sua espinha e, involuntariamente, inclinou a cabeça para o lado.
Josh começou a morder devagar sua orelha.
— I... love... you... so... — Ele sussurrou e ela sentiu que seria impossível não ceder. E que, ele tinha razão.
Josh abriu a porta do carro e correu até o outro lado, abrindo a porta do lado de Hayley e a pegando no colo, beijando-a ardentemente. Ela passou as duas pernas pela cintura de Josh e ele passou uma mão pela sua coxa, segurando-a em si.
Beijando-a, ele chutou a porta com o pé que levava para dentro de sua casa. O primeiro cômodo a ser destruído? Cozinha.

Josh simplesmente chegou detonando tudo no chão. Pode-se dizer que se você quer que um cara fique bêbado é só dar um dose dos lábios de Hayley mas, para isso... Terá que passar por cima primeiro do destruidor de cômodos: Josh.

Segundo cômodo, mas não menos importante: Sala.

Hayley com sua perna sendo coberta por alguns fiapos da meia calça que sobraram derrubou o abajur no chão. Josh em uma tentativa de a colocar em cima do sofá mais largo de sua ampla sala decorada com quadros e cortinas derrubou uma poltrona que caiu em cima de uma mesa de vidro.

Josh foi em direção de Hayley que o puxou pela barra de sua farda já aberta o fazendo cair sobre si. Josh passou suas mãos másculas pelas coxas de Hayley terminando de arrancar sua meia calça já completamente rasgada. Hayley com os pés retirou seu salto. Josh subiu suas mãos em direção a cintura de Hayley e no percurso foi subindo seu vestido até o arrancá-lo por sua cabeça. Ao fazer isso, ele caiu no tapete felpudo branco de sua sala e Hayley caiu por cima dele. Ela sorriu perversamente e terminou de tirar sua farda. Desceu até seus pés e retirou seus sapatos, Josh continha um sorriso safado no rosto, um sorriso de triunfo. Ela passou suas mãos pelas coxas de Josh e foi subindo até sua masculinidade ainda coberta pela calça de diferentes tons de verde, que já estava aparente. Hayley desabotoou sua calça e a deslizou por aquelas longas e deliciosas pernas grossas.


Oh, eu vim te dizer, que você é a minha favorita. E você gostaria que te colocasse no meu mundo?
Há corações partidos nos porões, e amores aos pedaços nas ruas.
Você estava tão cansada de tudo que me envolvia.


Josh estava ali, em sua frente semi-nu com apenas aquela maldita peça de roupa que tampava a provável parte mais bonita de seu corpo de Deus Grego. Hayley se inclinou na direção da masculinidade de Josh e retirou sua boxer branca a jogando em alguma parte da sala. Ela o pegou entre as mãos e o acariciou com os lábios carnudos avermelhados que em contato com o órgão de Josh o fazia ter sensações de verdadeiro prazer. Ele mordia os lábios tentando conter seus gemidos, mas ficou impossível quando Hayley passou a arranhar com seus dentes levemente toda a extensão de seu membro que estava latejando dentro de sua boca e ela não via logo a hora dele estar pulsando dentro de si.

Josh puxou a cabeça de Hayley para sua boca antes que ele ejaculasse em sua boca. Ele colocou as mãos em suas costas e abriu o fecho de seu sutiã deixando a mostra aquele par de seios rosados com os bicos enrijecidos. Aquilo foi à perdição para Josh e sem pensar duas vezes ele abocanhou um de seus seios e, claro que o outro não ficou sem atenção, pois as mãos de Josh estavam ali para lhe dar todo o carinho do mundo.

Hayley sentiu uma onda de prazer a invadir por inteiro. Cada parte do seu corpo estava em êxtase com aquele toque dos lábios — e língua — em seus seios. Gemeu alto e mordeu o lábio inferior em seguida, tentando reprimir um grito.
O desejo tomava conta dela de uma forma avassaladora conforme Josh a sugava. Louca de prazer, ela agarrou a nuca dele num ato involuntário.
Josh terminou de sugá-la deixando algumas mordidas e beijos em volta. Tirou delicadamente as mãos de Hayley da nuca e foi levando a sua cabeça para baixo.
Deixou beijos e lambidas em sua barriga e continuou abaixando, até chegar em sua lingerie. Ele olhou para ela, que mantinha uma expressão de pressa e prazer ao mesmo tempo. Sorriu.
Delicadamente, ele mordeu a barra da calcinha e a foi puxando para baixo. Ela projetou a cabeça para o lado, mordendo o lábio inferior, sabendo o que viria pela frente.
Ele deu um sorriso safado e aproximou os lábios de sua virilha. Deixou alguns beijos delicados, até chegar ao seu clitóris. Passou a sugar e fazer movimentos com a língua. A essa hora, Hayley já estava em êxtase e gritava, pedindo por mais.
Josh como era muito obediente começou a estimulá-la com dois dedos em sua feminilidade vagarosamente, torturando-a.
Ela já gritava para ele penetrá-la de uma vez, mas ele continuava a torturá-la, fazendo movimentos pequenos e compassados com seus dedos.
— Josh... — Ela disse, entre gritos.
Ele parou os movimentos e foi para cima, olhando em seus olhos e passando as mãos pelos seus quadris.
— Do you wanna make love to me? — Ele perguntou sorrindo de canto. Ela fez que sim com a cabeça. — Então peça por favor. — Ele sussurrou em seu ouvido.
— Por favor... — Ela disse, sem ao menos pensar em recusar. Tudo o que passava pela sua cabeça agora era consumar o que eles já haviam começado.

Mas você quer? Você quer?
Você quer fazer amor comigo?
Eu sei que você quer. Eu sei que você quer.
Eu sei que você quer fazer amor comigo.

Sem hesitar, ele penetrou-a com vontade. Ela gritou alto.

Josh segurou com força na cintura de Hayley e começou a fazer movimentos rápidos. Ela colocou suas mãos em suas costas e começou a arranhá-la, uma coisa que o estimulou mais ainda. Josh selou seus lábios e sugou sua língua loucamente, depois chupou seus lábios e desceu para seu pescoço. Seu membro estava latejante dentro de Hayley que a cada estocada exclamava por mais. Josh lambeu o pescoço de Hayley e depois o chupou.

— Sentiu essa marca? Quer dizer que você é minha. 

Sem esperar por uma resposta de Hayley, Josh voltou a tampar-lhe a boca com seus lábios. Os movimentos continuavam rápidos e fortes. O suor escorria pelos corpos colados dos dois e mesmo não querendo, ambos já sentiam que o clímax estava próximo. Sentindo suas pernas fraquejarem, Hayley passou as pernas pela cintura dele, facilitando a penetração e aproveitando-o ao máximo.

Eles sentiram que já não agüentariam mais e, como se eles estivessem conectados, gozaram juntos. Hayley soltou um último gemido de prazer e Josh retirou seu membro de dentro dela. Debruçou-se sobre ela ofegante. Os seus corpos estavam molhados de suor e os dois estavam exaustos e coma respiração completamente desregulada.

Depois de alguns minutos ali deitados Josh só conseguia pensar que toda vez que acordasse e passasse pela sala (com um abajur e uma mesa de centro aos pedaços) iria lembrar-se de Hayley gemendo seu nome e implorando por mais dele. E como ele desejara aquilo por longos oito anos.

Olhando-a na sua frente, ele a abraçou e ela se debruçou sobre ele. Ela mantinha os olhos fechados, e ele deduziu que ela já estava entrando em sono.
— Eu sei que você vai embora quando acordar... mas... apenas me deixe uma prova de que isso não foi um sonho. — Ele sussurrou e ela apertou a mão em sua cintura, ficando imóvel em seguida.
Vendo aquela criatura de cabelos vermelhos estridentes nos seus braços, ele adormeceu.

Você quer? Você quer? Você quer fazer amor comigo?
Eu sei que você quer isso, baby, eu sei que você quer.
Eu sei que você quer fazer amor com...
Você quer? Você quer? Você quer fazer amor comigo?
Eu sei que você quer, baby, eu sei que você quer.
Eu sei que você quer fazer amor comigo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário