7 de set de 2013

Dica de Sábado: Paramore





E esse é o momento em que vocês olham para o título do post e se perguntam: "mas cê jura que vai falar de Paramore justo NESSE blog?". Sim, irei falar de Paramore por mais que a Sarinha já tenha falado (e ainda fale) deles  por aqui. Algumas (poucas e amadas <3) leitoras pediram para eu falar sobre eles, já que hoje a banda completa nove anos (nove!!!!!!!!!!!!!). Até porque a maioria das pessoas que me conhecem há bastante tempo sabe que eu conheço a banda há sete anos e sou fã há seis.  Então hoje será uma dica de sábado um tanto quanto diferente (ou não, vai que tem alguém aqui que nunca parou para ouvir Paramore de verdade e vai e acaba curtindo, né?). Falarei sobre como conheci o Paramore, como comecei a gostar, como foi perder dois shows da banda e como foi ir no show desse ano (e o quanto chorei).

Bom, vamos ao início desse vício maravilhoso: conheci a banda em 2006 através de um amigo. Logo curti a música, mas, convenhamos, eu tinha dez míseros anos. Estava na minha fase RBD. Curti e logo deixei a banda de lado. Curti minha vida de Rebelde até o fim do ano. Sim, Rebelde. Eu sempre fui a Roberta/Dulce nas brincadeiras, porque sempre gostei de cabelos coloridos e tinha o jeitinho atentado da persangem e a Dulce era minha maior paixão. Exatamente por isso não deixei Paramore subir à cabeça. No ano seguinte, eles lançaram o "Riot!", meu amigo, novamente, veio me mostrar o CD. E aí fodeu, galera. Fodeu. Fodeu TOTALMENTE! Eu já tinha meus 11 anos completos e fiquei maluca quando vi o cabelo da Hayley. Não conseguia mais me importar com mais nada (famoso) além de Paramore. Paramore para cá, Paramore para lá, Paramore na escola, Paramore em casa às alturas, Paramore na parede no meu quarto, Paramore na minha estante, Paramore na minha vida, Paramore na minha cabeça, Paramore como plano de vida. E aí veio minha primeira depressão por causa da banda: primeiro show no Brasil, em 2008. Eu acho que nunca me deprimi tanto na vida quanto daquela vez. Eu tinha 12 anos, não entrava no show se não fosse acompanhada por um responsável. Meu pai não quis me levar nem pagar pra mim, minha mãe ainda não tinha se apaixonado pela banda pra poder me levar. Só me restava meu computador com os vídeos dos shows daquela turnê e minhas lágrimas. E foi assim pelo mês inteiro. Sério, gente, perder show de ídolo é a pior sensação que existe e eu já experimentei disso mutias vezes. Não só com o Paramore, mas isso não vem ao caso. Paramore é, com certeza, um dos maiores orgulhos da minha vida. Uma das bandas que mais me traz alegria e tristeza ao mesmo tempo. Alegria porque a cada álbum, música, clipe novos me traz orgulho. Orgulho demais! E tristeza porque não posso vê-los todos os dias e dizer o quanto os amos e me orgulho de cada coisinha que eles fizeram durante esses nove anos de banda. Só eu sei o quanto já chorei por Paramore, o quanto já sorri, o quanto já superei, o quanto já escrevi e me inspirei. Paramore sempre foi A banda na minha cabeça. Sou fã de MUITAS coisas, muitas coisas mesmo! Mas Paramore foi meu primeiro vício de verdade, por mais que eu tenha amado RBD com todas as minhas forças. Paramore foi a primeira coisa que eu gostei, viciei e permaneci. E esse sentimento continua até hoje, pessoal. Até hoje.

2009 foi o ano do "Brand New Eyes". Eu, sinceramente, achei que o álbum não sairia, que a banda não se levantaria. A galera das antigas sabe bem a crise que a banda passou. E confesso que entrei em crise junto. Eu acho que nunca senti tanto medo de uma banda acabar como senti naquela crise da Paramore. Chorei, resmunguei, pedi pra todos os santos possíveis para minha banda favorita melhorar todo aquele clima e ficarem bem da forma que eram antes. E aconteceu! Gosto do BNE justamente por isso. É notável o amadurecimento deles, a superação, a força, a vontade. Cada música deve ter, com certeza, um significado muito mais além daquele que nós, meros fãs e mortais, criamos/deduzimos. Gosto muito dessas mensagens – com várias formas de interpretar – que eles conseguem passar pelas músicas. O BNE é meu orgulhinho, o Riot! é o meu álbum favorito, o All We Know Is Falling é meu xodó. O "Paramore" eu tô começando a simpatizar completamente agora. Ainda não superei a saída dos Farro e não escondo isso, sinto falta da batida mais rock alternativo da banda, sinto. Mas me sinto muito orgulhosa do que eles se tornaram hoje, de como superaram tudo.  Porque, bem, 2010 foi o ano mais complicado para mim. Eu era perdidamente apaixonada pelos cinco na banda. Sempre fui. Continuo sendo. Meus nenéns aka irmãos Farro fazem muita falta pra mim. Mas não posso negar que essa "nova fase" do Paramore é uma coisa maravilhosa. Não pude ir ao show de 2011 aqui no Brasil, logo, perdi o início disso tudo. E aí foi mais uma depressão do inferno, porque seria meu presente de 15 anos. Eu nunca liguei pra essas coisas, mas como meus pais viam como algo especial, decidi pedir o show. Pedi. Meu pai disse que me daria. Aí, na semana que eu compraria o ingresso, meu irmão bateu o carro e fodeu tudo. Tudo. E aí perdi o show, perdi eles tocando "In The Mourning", perdi uma das maiores emoções da minha vida pela segunda vez. Mas até que superei mais rápido porque tinha colocado na cabeça que iria no próximo show deles no Rio de qualquer jeito, eu daria meu jeito. Juntaria dinheiro, pegaria escondido (como fiz no The Kooks) do meu pai e só falaria com minha mãe porque ela me ajuda nessas coisas. E consegui. Consegui! Esse ano, depois de toda essa superação da banda e minha como fã, consegui ir ao show. Consegui vê-los de perto. Consegui dar um tchau para o Jeremy. Vi o sorriso da Hayley exatamente na minha frente quando cheguei à grade da pista premium, consegui ficar tão perto do Taylor em um momento do show que cheguei sentir a água que ele jogou na "bateria" (não sei o nome daquilo que ele tocou hahaha) voar na minha cara quando ele começou a batucar. Foi maravilhoso. Uma das melhores sensações do mundo. Ver meus ídolos ali na minha frente, depois de anos, depois de tantas coisas que passamos juntos mesmo que eles não saibam disso, foi maravilhoso, incrível, indescritível. Eu chorei o show inteiro, me desesperei, gritei até não aguentar mais, chorei de novo, gritei mais, passei mal, joguei água na cara pra não desmaiar, mas fiquei lá firme e forte. Foi, de fato, um dos melhores momentos da minha vida. Ver qualquer ídolo meu é sempre um momento feliz. Mas ver o Paramore tocando a alguns poucos metros de mim foi mais incrível ainda, porque eles foram a primeira banda que eu virei fã.  Foi realmente incrível, pessoal. Eu sempre digo para todos que conheço: se tiver chance de ver seu ídolo, vá. E surte muito, porque é maravilhoso. É um momento único. Uma sensação única. É tudo realmente maravilhoso.

E eu vou parar por aqui. Eu adoraria contar o que cada CD, cada música, cada segundo daquele show me fazem/fizeram sentir. Mas eu não força pra isso, não tenho emocional. Paramore é o tipo de banda que me toca demais, mexe demais comigo. É uma coisa esquisita mas maravilhosa ao mesmo tempo. Deixemos isso para quando eu amadurecer mais um bocado e parar de ser bobinha assim a ponto de conseguir dizer mais que isso. Mas, por enquanto, só posso dizer e demonstrar o quão orgulhosa estou do Paramore durante todos esses anos. Feliz 9 anos, Paramore! E que venham muito mais e que eu possa continuar acompanhando-os com tanta emoção e amor.

Mas me digam vocês! Tem algum artista/grupo que faça vocês sentirem tudo isso? Me contem nos comentários! Vou adorar ouvir as histórias de vocês também!



2 comentários:

  1. Só digo uma coisa u.u

    PARAMOOOOOOOOOOOOOOOOREEEE <3

    AMO AMO AMO AMO *O*

    Tá parei. kkkkkkk

    Beijo

    http://agarotaeotempo.blogspot.com.br/

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  2. Hahahah e tem como não amar?? <3

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