17 de fev de 2013

Capítulo 5


Violência




OI VCS
*u*
Como vão? ~PLASAOP como eu disse outra vez, eu sou super e completamente devota ao bem estar de vocês, de modo que QUERO SIM SABER COMO VÃO OS SENHORES ainda que vocês não queiram me contar.
Se estão bem, GREAT
Se não estão, espero que isso mude até que seu scroll chegue ao fim desta página.
Digam-me se mudou.
AÇSOKQÇ~POJAK~PQIKWOAS PRIMEIRAMENTE, TENHO ASSUNTOS PARA TRATAR, COMO:
Não, hoje não é sábado AND THATS OK. Vou mudar o dia. Por que eu não consigo fazer nada no sábado.
But let me tell you guys por que nao postei nada ontem, como de fato deveria.
EU ESTAVA CURTINDO SHOPS COM NATS. 
(para quem não sabe, Nats é uma leitora e mtmtmtmtmt amiga minha, que por acaso esteve em brasilia. Então eu arrastei mamai para o shops aqui não-tão-perto e nos encontramos e surtamos na livraria e comemos gordisses e ELA É TÃO LINDA E ok sdds <3)
sos
Por isso, depois de pegar três ônibus e andar mais de 1km e meio, eu cheguei meio morta "em casa", sabe. Meus pés estão me xingando até agora!
Mas valeu a pena.
THE POINT IS não deu pra terminar esse capítulo por esse motivo, entendem. Quanto eu to cansada a minha mente fala tipo:
"ESCREVER AGORA? sua vadia vc eh loka"
Então apenas dormi :3 e acordei hoje e CONSEGUI FINALIZAR O CAPÍTULOOOOOOOOOOOO YEEEEEEEEAAAA SÇOPQWÇSOAWISHQOUHWOK 
claro que eu consegui, estou postando aqui.
dã.
sarah bobona.
E EU SEI QUE DEVERIA TER POSTADO ANYWAY POR MOTIVOS DE CARNAVAL, mas de boa mesmo, meu carnaval foi péeeeeesssimo.
E eu não queria voltar a ter aulas.
Mas voltei.
hashtag chatiada
çPOAKSPOLASPÓLAS enfim
Perdi o ponto.
AH SIM ASÇOAKS~PAO~SAS bem, caso os senhores não tenham notado, EU FIZ UMA ENQUETE ALI:::::::::do lado.
Ali do lado.
Isso aí. Essa enquete do lado.
Que condiz exatamente em que fanfic o senhor quer ler.
O Senhor: MAS SARINHA PQ DIABOS VC FEIS ISSO
EU EXPLICO ASÇPOLK~QPAOSO acontece que eu sou uma pessoa inspirada.
uh
profundamente inspirada.
E às vezes, eu quero escrever, quero mesmo, preciso escrever, MAS NÃO SEI PARA QUEEEEEEEEEEE então, por favor, vote ali. Se tu quer a Renascer ou a Trucker semana que vem. Assim, quando eu estiver em dúvida em para que escrever, escreverei o que o senhor quiser.
Parei de falar assim. MAS É QUE PRONOMES DE TRATAMENTO SÃO TAO LEGAISSSSSSSS (não precisa me lembrar que "você" é um pronome de tratamento também, I KNOW THAT.)
cara por qUE TWO DOOR CINEMA CLUB É TÃO BOM
Um dia eu os enfio em alguma fic.
é bom demais sos
ok.
Foco.
About capítulo passado.
ÇOIASKÇSJOIAJ CARA ÇSOKQÇPOIJAÇSIJAS NOTEI QUE JOSH TARADO E O TAPA DA HAYLEY GEROU COMOÇÃO E FIQUEI FELIS 
por que cara ~pslqçpokwasoij 
Tá todo mundo maluco por esse Josh, cara.
sarinha falando como se ela também não
como eu disse, ele é um belo de um cafajeste, AND YOU KNOW e eu sei também que isso somado a um cara extremamente gostoso é PURA PERDIÇÃO. E tá. Esse meu Josh da Trucker é impossível de não amar e não querer na cama. Pois é.
Já tem gente com raiva da Hayles tb OAKSÇOK~PASOLA~SOL por que ela tá renegando o pobre Joshua e seu olhar comedor somado as maos espertas e tudo mais.
ÇASOKÇQOKSPQOIKPOAÃLS~PAOS POIS É. Eu dei uma porrada de spoiler sobre essa fic no twitter e enfim.
Sobre esse capítulo, eu achei a+ ÃPOSL~PASOLAS 
Mas vou deixar que vocês leiam e se surpreendam. 
Deem uma olhada no nome.
THATS IT
Um salve especial pra Larissa, que mesmo com o Disqus trollando ela, comentou duas vezes pra mim como uma linda *u* e um para a Renally também, que sempre lê e comenta pelo celular, ainda que isso seja um pé no saco.
Comentários são mt importantes e ajudam mt um autor, sabiam? Enquanto eu nao lanço meus livros (-q), vocês deviam comentar pra mim *u*
gotta go s2 vejo voces lá embaixooooooooooo








— Estou chocada. Não, eu estou perplexa. Conte mais.
Fiz um sinal para que Kathryn esperasse um segundo enquanto terminava de engolir meu hambúrguer com um gole de suco natural de laranja (eu visitei aquela máquina ao lado do meu armário, afinal). Como sempre, a comida estava muito boa. Não vou mentir: minha parte preferida da escola é o tempo que eles nos reservam para comermos.
Sim, eu sei o que você está pensando. Não, eu também não sei por que não sou gorda.
Enfim, enquanto eu comia minhas milhares de calorias regadas a muita mostarda, Jenna comia uma salada e tomava uma Coca Diet, Dakotah comia milhares de calorias como eu e Kathryn, por algum motivo, não comia, contei as meninas sobre o acontecido hoje pela manhã.
Quero dizer, o comentário discreto que Josh fez sobre minha bunda e meu tapa simpático que deixou a forma dos meus dedos em seu rosto.
Nada demais.
— Pois é — disse eu, mil anos luz depois, quando consegui engolir um pedaço de picles que ficou preso na minha garganta. Pelo menos não comecei a tossir e espirar suco de laranja pelo nariz, etc., por que eu acho que não seria nada legal para a minha reputação ainda a construir. — Não tem nada mais o que contar, foi isso. Ele deu em cima de mim e eu bati nele. Como faço noventa por cento das vezes em que dão em cima de mim.
Eu sei que não estava sendo exatamente sincera em relação a relevância do acontecido. Mas eu não iria ficar falando para Kathryn Camsey o que eu sentia naquele momento, por que ela não iria querer saber de qualquer maneira, e por que isso poderia ser fatal. Demorei muito pouco para descobrir que por baixo de seus vestidinhos justos, sexys e fofos, existe uma bela de uma vadia.
Mas uma vadia legalzinha, o.k., então continuarei sendo amiga dela.
Aprenda a ser fofa comigo.
— E o que ele disse depois que você bateu nele? Céus! Em todo o tempo que estive liderando o jornal do CHS, nunca soube de alguém que houvesse agredido Joshua Neil Farro de qualquer maneira — ela estava quase pulando de alegria. — Você entrou nessa escola para virar lenda, Williams! Diga, o que ele disse após o tapa?
— Digo se você prometer não publicar nada sobre isso — eu falei, mordendo meu hambúrguer gordo novamente depois de colocar mais mostarda. Já falei o quanto amo mostarda? Jura? Bem, fique sabendo que eu amo mostarda. Muito. E eu entendo que você sinta aquela aversão a ela, pela sua aparência, amarela e esquisita, e pelo seu cheiro diferente e tudo o mais. Mas, por favor, vença seu preconceito, por que é muito bom! Eu adoro o gosto picante e peculiar que ela dá a carne e tudo mais. É uma das coisas mais gostosas que existe nesse mundo. Poderia me casar e ter filhos com um pote de mostarda, se você quer saber. Então eu usaria meus filhos para temperar meus sanduíches.
— Só estou sendo sua amiga, não a editora-chefe do jornal — disse Kathryn, ficando emburrada.
E Dakotah deixou-se dar uma gargalhada sonora.
Até mesmo Jenna riu um pouquinho.
Continuei a comer minha mostarda.
— Tá, tudo bem, diz aí, Williams — Jenna deu um soco no meu ombro. Respirei fundo. Não devo arrebentar a cara dela, não devo arrebentar a cara dela, não devo arrebentar a cara dela... — Como o Farro reagiu?
Kathryn olhou para mim com os olhos brilhando pela expectativa. Notei as mãos de Dakotah tentando roubar meus sachês de mostarda e lhe dei um tapa. Ela me xingou de um nome feio e eu a xinguei de volta. Ora! Quem ela pensa que é para roubar minha mostarda assim na cara dura? Não importa se é minha vizinha e minha melhor amiga por enquanto. Aquela é minha mostarda! Minha. Mostarda.
Vociferei isso para Dakotah. Ela me chamou de louca, irritante, idiota, e me mostrou o dedo. Já estava quase arrancando seu pescoço quando Kathryn me tirou do transe:
— PAREM COM ISSO! — gritou ela, seus olhos castanhos duros. — Mas que droga! Vocês percebem que estão xingando as mães umas das outras por causa de dois sachês de mostarda vagabunda?!
Respirei fundo.
— Ela que começou — Dakotah deu de ombros, roubando minha mostarda aberta e despejando tudo por cima de seu sanduíche de frango antes que eu arrancasse todos os fios de cabelo de sua bela cabeça oval.
— Sua grande filha da...
— Parem! — Jenna disse, virando os olhos. — Eu quero saber o que houve com o Farro! Pelo amor de Deus, gente, vocês precisam procurar um psiquiatra muito em breve.
Dei de ombros. Quando for à casa de Dakotah, da próxima vez, roubarei o tubo de mostarda. Grande filha da mãe, essa melhor amiga que fui arranjar.
— É, Nichole, largue de ser chata e conta pra gente o que aconteceu depois que você quebrou a cara do Farro — finalmente Dakotah havia se pronunciado publicamente sobre meu encontro com o cowboy mais cobiçado do Centennial. — Ele te bateu de volta? Não, ele não faria isso. Aff, daria tudo para ter visto essa cena.
— Não, ele não me bateu de volta — disse eu, deixando um gole do suco natural atravessar minha garganta antes de olhar para Kathryn, a minha frente. — Ele, acreditem ou não, sorriu para mim e disse que eu era uma garota incrível.
Dakotah fez uma careta antes de fazer que não com a cabeça num gesto completamente desprezador.
— Você não bateu forte o bastante.
— Quer que eu reproduza o movimento na tua fuça?! — perguntei, virando-me para ela, oitavando minha voz para mostrar minha irritação. Sinceramente, essa guria estava precisando de uma surra bem dada! Pelo amor de Deus, nunca vi uma pessoa para ser tão chata. Vou bater nela ainda hoje se continuar desse jeito.
— Vamos ver se você é mulher o suficiente para isso! — ela vociferou de volta, bufando.
Levantei minha mão para virá-la em seu rosto.
— ESPEREM A MERDA DO SINAL BATER PARA VOCÊS SE ESTAPEAREM! — Jenna de novo. Ela bufou, levantando-se da mesa. — Williams, depois você me conta sobre o Farro. Vou ficar com o Kevin por que ele não é um retardado mental.
Olhei para ela expressando minha completa discórdia. Mas veja só! Você conhece as garotas há quatro dias e é isso o que elas fazem com você!
Tudo bem que minha amizade com as garotas foi meio instantânea, mas mesmo assim.
— Essa daí tá querendo levar uma surra também ou eu estou interpretando errado? — Dakotah perguntou ao meu lado, vendo Jenna se mover lindamente pelo salão antes de alcançar os braços geeks de seu namorado geek.
— Acho que você não está tendo nenhum problema de interpretação — disse eu, concordando, sem retirar meus olhos da Jenna Rice que ria do outro lado do refeitório, na mesa dos geeks.
— Vocês duas vão levar uma surra minha se não calarem a droga da boca — Kathryn vociferou, irritada com a habilidade de nos descontrolarmos. Ela também havia se descontrolado, para dizer a verdade. Acho que deve ser contagioso ou algo assim. — Williams, me conta direito essa história. Você deu um tapa no Farro e ele disse que te achava incrível? Isso não faz sentido.
— Exatamente! — disse eu, irritada. Para dizer a verdade, o acontecido hoje pela manhã com Josh Farro havia me deixado bastante confusa. Cem por cento das vezes que eu xingava e batia em um garoto, não importa como ele fosse, ele eventualmente me chamava de maluca e nunca mais se referiria a mim como um ser humano. Agora eu lhe pergunto: como raios com Josh Farro isso foi diferente?
Eu bati com força, juro para você. Meus dedos arderam durante vinte minutos, e eu estava com muita, muita raiva. Além disso, geralmente não bato fraco nas pessoas. Sou meio brigona, sabe? Então sempre que vou estapear, estapeio com vontade, com garra, com força, com determinação. O que desencadeia a dor profunda, não só em minha mão, mas também na face/pescoço/abdômen/ombros/costelas/glúteos das pessoas.
Com Josh Farro isso não aconteceu. Quer dizer, ele provavelmente deve ter sentido a dor. Mas gostou disso.
Deve ser algum tipo de sadomasoquista ou retardado mental, mesmo.
— Te juro que bati com muita força — disse eu para Kathryn. — Aí, ele olhou para mim, sorriu com aquela cara de idiota, e disse “e você não é mesmo uma garota incrível?” — fiz questão de imitar a voz do Josh com um tom bem mais fino e abobalhado. — Quer dizer, o quê?! Esse tal de Josh Farro só pode ser maluco. Você deveria escrever sobre doenças mentais nesse seu jornal.
Kathryn, depois de sorrir, deixou-se dar um dar de ombros despretensioso. Como se dissesse: “é, pois é, amiga, estou sabendo disso, mas já cansei de escrever sobre sadomasoquismo nesse Centennial Jornal.”
— Infelizmente, como eu te expliquei, Hayles — Dakotah milagrosamente me chamou pelo primeiro nome, após engolir seu sanduíche de frango grelhado —, o pessoal da trupe do Josh não é de desistir das garotas que querem. Veja o idiota do York, por exemplo.
Kathryn riu e bateu palmas.
— Meu maior sonho seria escrever uma fofoca sobre a tara irresistível de Taylor York pelas coxas da Dakotah. Oh, céus, eu iria fazer o jornal vender como nunca — seus olhos castanhos estavam brilhando.
Minha Nossa, não existe no mundo ninguém mais fofoqueiro que Kathryn Camsey.
— Meu maior sonho seria a escola inteira sabendo que Jeremy Davis costuma visitar seu quarto todas as noites de sextas-feiras.
E foi assim que Dakotah Rae calou a boca de Kathryn Camsey.
Vi que o ódio fosse espalhado entre minhas amigas enquanto ri e coloquei mais mostarda na última mordida de meu sanduíche.



[...]



Sentei-me no tapete, exausta, morta de cansaço. O livro infantil ainda estava em minhas mãos e eu ainda tinha os cabelos presos em Marias-chiquinhas para parecer com Jessie, a garotinha que encontra a passagem para um mundo encantado de fadas no jardim de sua avó. Precisei ler o livro até o meio para que Isabelle e Jonathan pudessem pegar no sono.
Já vi crianças com energia, mas essas aí deviam ganhar um prêmio.
Eu e minha mania de te deixar de fora das coisas que aconteceram ultimamente. Deixe-me contar como foi o meu dia.
Ontem à noite, só para começar, fui dormir depois das duas da manhã. Dakotah decidiu que passaria a noite de domingo na minha casa (o que foi legal, por que papai finalmente a conheceu e coisa e tal, nós brincamos um pouco com a McKayla e ela até me ajudou a colocá-la para dormir), mas infelizmente ela é do tipo de garota que não consegue dormir cedo. Por isso, passamos o tempo inteiro falando bobagens e rindo, nos batendo e rindo, ou assistindo Scary Movie e rindo. De qualquer maneira, foi uma noite bastante divertida, mas pouco produtiva para uma garota que precisava dormir. No caso, eu.
Fui para a escola parecendo um zumbi, e deixe-me dizer uma coisa sobre todas as explicações de álgebra que tivemos hoje: pode esquecer. Para mim é apenas um borrão perdido na memória. Sinceramente, não me lembro nem o nome da matéria, quanto mais a resposta dos exercícios que eu relutantemente anotei de qualquer maneira no caderno. Ao menos não encontrei Josh no decorrer de minhas aulas. Não sei o que faria se visse seu rosto mesquinho no bom humor em que me encontrava.
Tudo já estava bom demais, é claro, então eu também tive treino de vôlei. Mas como o armário que continha a rede estava trancado à chave e a treinadora não tinha autorização para abri-lo (!), passamos a aula toda jogando manchetes. Um jogo determinado pela treinadora: Quem deixasse a bola cair daria uma volta na quadra correndo.
Filha da mãe.
Deixei a bola cair mais vezes do que segurei, para dizer a verdade. Nas raras ocasiões em que minhas manchetes salvavam as jogadas, eu tinha de me arrebentar no chão ao fazer mergulho. Mas essas vezes eram raras. Muito raras. Portanto, eu passei basicamente a aula inteira correndo pela quadra na fila de outras garotas sem sorte que faziam o mesmo.
Ao chegar em casa completamente suada e em um estado deploravelmente triste — preferi não esperar que os chuveiros da escola desocupassem, pois não queria me atrasar —, tomei um banho rápido, sequei meu cabelo num trabalho completamente porco e vesti uma roupa qualquer. Nem passei maquiagem ou qualquer coisa assim, as olheiras que tomavam metade da minha cara não seriam retiradas nem com todo o corretivo desse mundo. Ainda estava morrendo de sono e querendo morrer, minhas pernas quase não se aguentavam mais, e eu nunca quis tanto não ver criança alguma.
Mas matar o primeiro dia de trabalho seria uma sacanagem sem tamanho. É pedir para ser despedida.
(Experiência própria.)
Por isso, mesmo morrendo de cansaço e de sono, fui cuidar dos pirralhos. Planejei algo bem simples, como, talvez, tocar um pouco de violão ou fazer sanduíches com geleia de uva. Assistir um filme. Ler um livro?
Mas descobri que Isabelle e Jonathan queriam simplesmente correr pela casa enquanto eu tentava manter os olhos neles e fazer com que eles não brigassem a cada trinta segundos.
Eu conseguia ouvir minhas próprias pernas me xingando.
Enfim, consegui fazê-los se sentar quando perguntei quem queria pipoca. Graças a Deus, a dona Beth deixou que eu usasse sua cozinha à vontade, por que acredite em mim quando eu digo que alimentar uma criança é a forma mais eficaz de mantê-la calma. A não ser que esse alimento seja muito bom ou muito ruim. Nesse caso, pode ser um suplício. Mas algo inofensivo como pipoca pode muito bem ocupar o meio termo.
Só que não foi uma ideia muito inteligente.
Isabelle e Jonathan não assistiram nem os primeiros dez minutos do filme que achei (Toy Story 3, no quarto do Zac), quando Jon descobriu que atirar pipocas nas pessoas pode ser muito divertido, engraçado, e pode deixar sua irmã louca da vida. Louca da vida a ponto de jogar pipoca nele de volta, xingá-lo, bater nele e mordê-lo com toda força existente em seu maxilar com poucos anos de vida que dão sustância aos seus dentes de leite.
Oh, meu Pai.
Resultado: tive de brigar com eles pela sexagésima vez, limpar a bagunça na sala de estar, dar-lhes um banho e constatar, feliz, que já estava na hora da soneca da tarde. Embora eu soubesse e de fato já esperasse que colocá-los na cama não seria nada fácil.
Mas não há nada que um copo de leite com achocolatado quente e um bom livro não possa fazer.
Então, uma hora e quarenta minutos depois do incidente com a pipoca, tudo o que eu queria fazer era cair na cama daquelas crianças e dormir com elas. Claramente não podia fazê-lo (seria muito chocante se eu dissesse que sabia disso por experiência própria?), portanto, saí na ponta dos pés para não acordá-los e nem me dei ao trabalho de deixar O Segredo Das Fadas na mesa de cabeceira da Isabelle. Larguei-o em qualquer lugar, exausta, e comecei a descer as escadas calmamente enquanto arrancava as presilhas do meu cabelo vermelho-tinta-guache.
Precisava de um copo d’água.
Também precisava lavar aquela louça (o trabalho de babá inclui limpar a sujeira de seus bebês).
Respirei fundo, fechando os olhos por um segundo. Ai, meu Deus. Quero morrer.
Usualmente, eu juro, adoro cuidar de crianças. Adoro a coisa toda. Adoro ter de correr para lá e para cá, adoro vestir roupas esquisitas para parecer com seus personagens preferidos enquanto conto uma história, adoro poder abraçá-los quando quiser, adoro ensiná-los alguma coisa sobre a vida. É legal perceber o quanto eles se afeiçoam a você e te tratam como se você fosse, sei lá, uma segunda mãe ou algo assim.
Mas hoje eu podia dizer que meu dia honestamente não tinha como ficar pior. Eu estava tão cansada e tão dolorida e tão de mau humor que seria capaz de bater na primeira pessoa com mais de doze anos que aparecesse na minha frente. Só queria que o relógio apontasse 20h para que eu pudesse voltar para casa e ir para a cama sem jantar.
Ainda com as presilhas na mão direita e tentando ajeitar meu cabelo, dirigi-me a cozinha para limpar tudo e ficar quieta durante um tempo. Amaria se aquelas crianças dormissem até a hora de eu ir embora, mas eu sabia lá no fundo que isso não aconteceria. Por volta das 18h30 eles acordariam, e eu lhes daria um banho, e talvez os deixaria entretidos com a televisão ou algo calmo. Espero.
Mas quando eu adentrei a cozinha de fato, segurei o grito que quis sair da garganta. Pisquei fortemente por um segundo para garantir de que não estava vendo coisas.
Para garantir que Josh Farro não estaria ali, só com uma calça jeans suja presa na cintura, na cozinha da mãe de Jon e Belle, tomando suco de laranja direto da garrafa. Para garantir que tudo o que se formava na minha cabeça agora não fizesse sentido algum.
Para garantir que agora, também assustado, ele não me encarasse como se tivesse ganhado na loteria.
— Olha só! — fez ele, surpreso, olhando para mim. Sorriu, mas não aquele meio sorriso safado de sempre. Dessa vez ele parecia divertido. Realmente aparentava achar a situação engraçada. — Veja só quem está na minha cozinha! Desse jeito vou começar a pensar que você está me seguindo, baby.
— O que você está fazendo aqui?! — foi o que saiu da minha boca. Eu sabia a resposta, entretanto. Agora o quebra-cabeça se montara e tudo fazia sentido.
Eu sou a garota mais idiota desse mundo.
— Eu moro aqui, baby — disse ele, divertindo-se para valer. O sorriso dele era colossal. Seus dedos, pintados de preto pela graxa, correram seu cabelo liso e o prendeu atrás da orelha. Odiei a mim mesma por notar o quão incrivelmente gostoso ele estava naquele momento. — Essa é a minha casa. Moro aqui com meus pais e três dos meus irmãos. A pergunta é: por que estou tendo a honra de te receber aqui? — ele largou a garrafa de suco em cima da pia e se aproximou perigosamente de mim novamente. Aí, como você já deve imaginar, meu coração decidiu que ia sair do corpo e minha pele começou a se arrepiar. Só o que sempre acontece quando ele chega perto de mim. Ainda mais quando não está usando a droga da camiseta e fica exibindo esse abdômen ainda meio sujo e tudo mais.
É claro que ele morava ali.
Josh era o irmão mais velho de Zac, Jonathan e Isabelle.
Seu pai me dissera no caminhão, dez dias atrás, que tinha uma família grande.
Eu e minha memória de merda.
— Eu trabalho aqui — foi o que minha boca idiota disse. Senti a fúria começando a se apoderar de mim, mas eu só sentia raiva de mim mesma. Como não fui imaginar isso? Se parar para pensar, Jon e Josh são idênticos. Todos eles têm os mesmos olhos. Obviamente, o salão de beleza dado à Dona Elizabeth não fora conseguido por ela sozinha, ou talvez até tenha sido, mas seria necessário um capital que aquela mulher não teria.
Mas que seu marido, dono da maior transportadora da cidade, certamente concederia de bom grado.
Mereço um tiro. Um tiro muito grande no meio da testa. Hayley idiota.
— Não, espera — disse Josh, juntando suas mãos sujas e dando um passo para trás em puro entusiasmo. Parecia que não acreditava naquilo de tão bom que era. — Você trabalha aqui?! — perguntou ele, seus olhos chocolate encontrando os meus e perfurando minha alma, como sempre. Só que dessa vez ele me perfurava com sua felicidade eminente, que cortava a minha frustração com uma faca. — Você é a nova babá das crianças?! — ele estava tirando suas próprias conclusões e indo muito melhor que eu nesse quesito. Se soubesse que trabalharia na casa de Josh Farro, evidentemente jamais estaria aqui. — Dude, acho que ganhei na loteria. Meu dia não consegue ficar melhor do que já está.
E lá estava ele de novo. Aquele olhar comedor que vocês já conhecem e que eu já descrevi algumas vezes. Agora a mão suja de graxa de Josh passava de novo pelo seu cabelo liso e baixo, seu peito se movia ferozmente, seus lábios moldavam o sorriso mais “quero-ter-você” já moldado, e seus olhos, como vocês já sabem, examinavam cada partícula do meu rosto e do meu corpo com uma parcela gigantesca de desejo.
Não me espantaria se ele tivesse uma ereção, só pela maneira que me olhava. Mas, ai, meu Deus, Hayley, vai para o inferno. Eu não iria checar! Inferno! Olha só no que eu fui pensar! O.k., unicórnios, bolas de gude, rosas, brilho labial, lápis de cor, pôneis...
Olhei. Droga.
Ai, caramba, que droga.
— Deixa eu esclarecer uma coisa — disse eu, tentando demonstrar toda a confiança que eu não tinha. A Confiança havia pegado a Vergonha Na Cara e fugido para Vegas. Neste momento, deviam estar sendo casadas por um juiz vestido de Elvis Presley. Mesmo assim, ainda havia alguma fúria dentro de mim, e combinei com a Fúria de se passar pela Confiança por alguns momentos, só para que eu pudesse afastar Josh Farro, seu corpo maravilhoso e seu olhar comedor do meu corpo e da minha mente. Agora ele dera um passo para trás e sibilara um “tudo bem”, sorrindo, divertido. — Não sabia que Isabelle e Jonathan eram seus irmãos, mas tudo bem. Eu estou aqui para cuidar deles. Apenas deles. Vou dedicar todo o meu tempo a isso. E, como já disse antes, é bom para você que saia de perto de mim e pare de me chamar desse apelido ridículo — e desfaça essa porra de ereção!, completei mentalmente e quis morrer.
Chocolate, cachorrinhos, leite em pó, sorvete de flocos...
— Baby, sinceramente, eu ainda estou meio confuso em relação a você — disse ele, rindo tanto que suas bochechas pareciam rasgar a qualquer momento. — Olha só, no primeiro dia que nos conhecemos, você obviamente me queria assim como eu te queria. Na verdade, pelo que eu vejo, você ainda quer. — Quis gritar para ele que não queria, mas Josh continuou antes de mim: — Então quando nos encontramos no colégio, você simplesmente passou a me dar foras de todos os tipos e até me deu um tapa no rosto. Quer dizer, por que isso? Não me lembro de ter feito nada de ruim para que você me ignorasse e até desprezasse dessa maneira.
Consegui sorrir sarcasticamente. Obrigada, Jesus.
— Digamos apenas que você não faz o meu tipo, Farro — disse eu, desprezando-o o máximo que conseguia. — Você é tudo que eu detesto em um cara. Metido a superior, quarterback, agarra qualquer coisa que use uma saia. Em Meridian eu costumava quebrar costelas de rapazes como você. Não pense que só por que, por acaso, você me pegou de surpresa e me beijou, será diferente. Não gosto de você. Você é um filho da mãe abusado, idiota e ridículo, e é por isso que eu quero que você saia de perto de mim.
Wow. Pronto. Coloquei tudo para fora. Parece que a Vergonha Na Cara resolveu voltar para casa.
— Nossa! — disse Josh, torcendo seus lábios e batendo palmas. Palmas. Ele sorria, ainda divertindo-se com tudo aquilo, mas agora mantendo uma pontinha de admiração. — Parabéns. Você simplesmente me descreveu. — Ele parou de bater palmas e passou a coçar o queixo. — A única coisa que não gostei é que você foi meio generalista demais, baby. Trabalhe nisso. Primeiramente, só te peguei de surpresa e te beijei por que, honestamente, você estava me deixando louco. Quanto a quebrar minhas costelas, espero que você me bata com um pouco menos de força. Sou mesmo um filho da mãe idiota, abusado e ridículo, mas só por que posso ser. É a razão pela qual eu trabalho. Está vendo isso? — ele mostrou suas mãos sujas de graxa. — Estou consertando motores de carros antigos para comprar meu próprio caminhão. Conserto esse tipo de coisa desde os oito anos de idade e, diferente do que você possa ter escutado, não vivo apenas da fortuna do meu pai. Quero construir a minha própria. — Agora ele estava meio sério, meio sorrindo, meio tirando sarro, meio chateado comigo. Não sabia o que ele queria exatamente. Como estava. — E eu vou construir. Sabe por quê? — ele me perguntou, aproximando-se de mim. — Por que eu sou, além de um filho da mãe, idiota, ridículo, abusado e metido a superior, o cara mais determinado que você já conheceu. Quando eu quero uma coisa, eu consigo. Simples assim. — Consegui dar alguns passos para trás, enquanto Josh só ficava mais e mais perto de mim. Minhas costelas bateram contra a pia. — Esse sou eu, Hayley. Mas essa que você acabou de descrever não é você. Eu posso não fazer o seu tipo, mas não diga que você não gosta de mim. Não diga que quer que eu saia de perto de você. Eu até acredito que seja tudo o que você deteste em um cara, mas não acredito quando você olha nos meus olhos e pede para que eu não te agarre nesse exato momento. — Josh segurou os dois lados da pia, me deixando presa em uma gaiola. Dos lados, seus braços fortes, meio sujos e contraídos. À frente, seus olhos, sua boca, seu peito definido, seus ombros largos. Tentei manter meus olhos nos seus, tentei não demonstrar o quão abalada e entregue eu estava naquele momento. — Não existe maldição, sabia? — ele sorriu para mim, aproximando seu rosto do meu, seus lábios tocando meu rosto. — É só determinação. Quando eu quero algo, eu consigo. Neste momento, baby, o que eu mais quero é você.
Os lábios de Josh, carnudos, provocantes, beijavam meu rosto. Ele sussurrou no meu ouvido que me queria outra vez. Fechei os olhos, tentando manter a calma. Fechei os olhos para que não perdesse a cabeça de vez. Fechei os olhos para que não sentisse nada enquanto ele deixava seus lábios alcançarem meu pescoço, atrevidos, maltratando.
Quando abri meus olhos, implorei para minha Fúria, Consciência e Vergonha Na Cara que ajudassem-me a não ceder. A Coragem veio junto, e eu interrompi os beijos atrevidos de Josh quando lhe dei um chute bem aonde dói. Josh desfez a gaiola enquanto se contorcia e eu lhe dei um outro tapa, forte e aberto, no meio de seu rosto. Ele deu um grito abafado, sofrendo pela dor que eu havia acabado de lhe causar.
Sorri. E agora, querido? Ainda sou uma garota incrível?
A adrenalina correndo pelas minhas veias, meu coração pulando, meus pulmões inflando vorazmente e minha consciência dizendo que eu fizera a coisa certa, abaixei-me até o ouvido de Josh e sussurrei:
— Saia. De. Perto. De. Mim. — minha voz saiu rouca, provocante, má. Gostei do efeito que causara. Gostei de ver seu rosto se contorcendo de dor e de algo muito parecido com raiva. — Vai ser melhor para você.
Dei de ombros, após, e saí da sala, triunfante. Na cozinha, ficou Josh Farro, inclinado para frente, sofrendo fisicamente por mim. E provavelmente considerando a possibilidade de não tentar me beijar novamente.




Hey y'all. 
OASKÇPOQKWÇSPO EU SEI QUE HASHTAG ABAPHEI COM ESSE CAPÍTULO. Principalmente esse final.
Tipo, a Arielle disse que com certeza eles iam se agarrar, e eu nao disse que ela estava errada.
ÇOPALKS~POLS~PAOPÃSOL~PAOSA mas ela estava.
Acontece que existe uma coisa que vocês ainda nao assimilaram sobre Hayley de Trucker: 
ela é maluca.
Ok?
Maluca. Tipo, doida mesmo POAKSÇOPQJWPA~SIH~PAIJS entendam que ela é muito explosiva, meio bipolar, muito raivosa, muito instável, muito irritada, e, acima de tudo, não sabe lidar com os seus sentimentos da maneira certa.
Por isso, meus amores, essa não vai ser a última vez que Josh vai apanhar dela.
Não nessa fic, ao menos ~PKASÇPQOJWÇIAHSPAJIS 
E EU ADORO ISSO ASLK~POAK~SLKAS~´AOL é. Adoro mesmo. Tipo hashtag amodoro mesmo.
Sei que vocês tão putos comigo por não ter feito beijo, mas, aguardem, que o que vocês querem já já acontecerá. Essa fic não é muito grande (ainda que seja maior que a Renascer), então não vai ter assim taaaaaaanta história pra contar. Não vai demorar demais para beijos hentais e afins, por que é uma short. :3
Daquelas que começam e acabam rapidinho, mas que marcam sua vida pra sempre.
-n
Comentem pra mim por motivos de eu amo vocês.
Os vejo no próximo domingo <3 fiquem de olho, essa semana vai ter uma porrada de resenhas e eu pretendo fazer um update hoje ou amanhã pra explicar melhor as situações das coisas e paradas.
Until next week.
Muito amorzinho,
Sarita :3

P.S.: Algumas pessoas têm reclamado do fato do Nyah! ter excluído fics como a Pulling Me Down e a Meu Melhor Amigo Colorido. Para o caso de vocês, lindos, quererem relê-las ou etc, vocês só precisam ir na ask, pedir a fic e mandar seu email. Enviarei o arquivo em DOC., sem problema nenhum.
Agora vou mesmo *u* Muito amor, 
eu. <3 


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11 comentários:

  1. E não consigo acreditar que fui A PRIMEIRAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA a comentar!!!!!!!!!!!!"#)"$)#"?$#"?=$=!!!!!!!!!!!!!!
    FIRST ~~sou tão idiota~~
    Ok, bye :*

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  2. Olá Sarinha :)
    apenas uma coisa a dizer:
    AAAAAAH MEUUUUUU DEUUUUUUUUSSSSSSSSSSSSSSS
    PIREI
    FOFPJFÇ/~]]´FO67RUFGUSE778EBDS~/;/;ZXX~
    QUE CAPITULO FOI ESSE??????
    nossa,amei! sem mais!Sério,tipo foi engraçado,intenso,aaai tudo que tem de bom no mundo!
    Ok,parei de pirar....Mas eu preciso comentar aqui que kathryn apesar de ser fofoqueira eu vou continuar te amando <3 hsaushau na verdade eu to amando esses personagens,a Hayley explosiva desse jeito,o Josh...o josh,nem vamos comentar né,a Dakotah toda no estilo (vi uma foto no instagram da Dakotah real andando de skate,e na hora lembrei de trucker)a Jenna meiguinha,o que é estranho para uma fic de paramore né,mas eu amei,o Zac palhaço....ai,eu amo todos!
    Deixando claro também,que eu quero muiiiiiiiiiiiiito,mas muito mesmo,uma hentai nessa fic,joshay de preferência.HSUAHUSA
    Enfim,obrigada por esse capitulo,espero o próximo capitulo esteja tão bom quanto esse e que poste renascer também!
    Beijos <3

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  3. Oi Sarits. Então, você presenciou meu surto básico no twitter, e isso foi horas atrás, PORÉM ISSO NÃO ME IMPEDE DE AINDA ESTAR DOIDONA. GENTE, QUE CAPÍTULO FOI ESSE? MEU DEUS DO CÉU.

    Katt é uma vaca, porém legal, certo? Ela só é fofoqueira, mas quando esse lado dela está desligado ela é legal, pelo visto.

    ISSO DAKOTAH, MOSTRA QUEM É QUE MANDA NESSA BAGAÇA!

    Aí tá né, eu tava de boas quando vejo MOSTARDA <3 MOSTARDA É TUDO DE BOM, GENTE! I <3 MOSTARDA.

    Coitada da Hayley, acabada e ainda ter que trabalhar. Mas se bem que se o filho da patroa fosse o Josh todo meu cansaço e a minha dor no corpo sumiria na hora, hehehe

    Hayley, sobre Jon e Belle: já vi crianças piores. E era só uma criança que tinha energia de três. Meu primo é um exemplo. Ele é uma peste.

    PERAÍ QUE AGORA QUE EU PIREI. Imagina tu no seu trabalho, toda alegre e tals quando JOSH FARRO APARECE SEM CAMISA, SUJO DE GRAXA NA COZINHA DO TEU EMPREGO. Quero trabalhar aí como assistente da Hayley, comofaz?

    Aí chega a parte em que eu grito pra Hayley algo como: "VADIA VC EH LOKA"
    QUEM EM SÃ CONSCIÊNCIA REJEITARIA JOSH FARRO SEM CAMISA. SE O PROBLEMA DA HAYLEY É ORGULHO, ELA TEM QUE APRENDER QUE NÃO EXISTE ISSO QUANDO SE ESTÁ PERTO DE JOSH SHIRTLESS.

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  4. OI OI OI aqui stou eu a seu pedido comentando ~ mesmo que eu ainda n tenha me recuperado depois desse capítulo ~ pq sou uma boa leitora e quero atualização LOGO! Sarah você tem noção de que você quase me matou, n tem? poisé, quase faleci amg! e você tem noção de QUE EU QUERO MATAR ESSA VADIA! MANO COMO É QUE PODE ELA N CEDER AOS ENCANTOS DE JOSHUA E AINDA POR CIMA CHUTAR O SACO DELE???? AI MDSS MINHA VONTADE É DE ESFOLAR A CARA LINDA DELA NO ASFALTO! SE FOSSE EU... NOSSA CARA... VC JÁ PODE IMAGINAR NÉ! OLHA, HONESTAMENTE FODASI QUE ELE É GALINHA, CAFAJESTE, METIDO A SUPERIOR, QUARTERBACK, FILHO DA MÃE, ABUSADO, IDIOTA E RIDÍCULO! ELE É JOSHUA FARRO, ELE PODE! LARGUE MÃO DE SER BESTA HAYLEY!

    e depois de:

    "— Nossa! — disse Josh, torcendo seus lábios e batendo palmas. Palmas. Ele sorria, ainda divertindo-se com tudo aquilo, mas agora mantendo uma pontinha de admiração. — Parabéns. Você simplesmente me descreveu. — Ele parou de bater palmas e passou a coçar o queixo. — A única coisa que não gostei é que você foi meio generalista demais, baby. Trabalhe nisso. Primeiramente, só te peguei de surpresa e te beijei por que, honestamente, você estava me deixando louco. Quanto a quebrar minhas costelas, espero que você me bata com um pouco menos de força. Sou mesmo um filho da mãe idiota, abusado e ridículo, mas só por que posso ser. É a razão pela qual eu trabalho. Está vendo isso? — ele mostrou suas mãos sujas de graxa. — Estou consertando motores de carros antigos para comprar meu próprio caminhão. Conserto esse tipo de coisa desde os oito anos de idade e, diferente do que você possa ter escutado, não vivo apenas da fortuna do meu pai. Quero construir a minha própria. — Agora ele estava meio sério, meio sorrindo, meio tirando sarro, meio chateado comigo. Não sabia o que ele queria exatamente. Como estava. — E eu vou construir. Sabe por quê? — ele me perguntou, aproximando-se de mim. — Por que eu sou, além de um filho da mãe, idiota, ridículo, abusado e metido a superior, o cara mais determinado que você já conheceu. Quando eu quero uma coisa, eu consigo. Simples assim. — Consegui dar alguns passos para trás, enquanto Josh só ficava mais e mais perto de mim. Minhas costelas bateram contra a pia. — Esse sou eu, Hayley. Mas essa que você acabou de descrever não é você. Eu posso não fazer o seu tipo, mas não diga que você não gosta de mim. Não diga que quer que eu saia de perto de você. Eu até acredito que seja tudo o que você deteste em um cara, mas não acredito quando você olha nos meus olhos e pede para que eu não te agarre nesse exato momento. — Josh segurou os dois lados da pia, me deixando presa em uma gaiola. Dos lados, seus braços fortes, meio sujos e contraídos. À frente, seus olhos, sua boca, seu peito definido, seus ombros largos. Tentei manter meus olhos nos seus, tentei não demonstrar o quão abalada e entregue eu estava naquele momento. — Não existe maldição, sabia? — ele sorriu para mim, aproximando seu rosto do meu, seus lábios tocando meu rosto. — É só determinação. Quando eu quero algo, eu consigo. Neste momento, baby, o que eu mais quero é você."

    EU STOU MAIS APAIXONADA POR ELE! AI MDSS COMO LIDAR? AI MEU CORASSAUM * FEELINGS * DEAD * I CANT

    AH E STOU APAIXONADA POR ZAC E TAYLOR TB!!!!!!!!!!!1 QUERO TDS ELES NA MIA CAMA!
    E TENHO UMA PERGUNTA: QUANDO É QUE DAKOTINHA, LINDA E MARAVILHOSA IRA LARGAR DE SER BESTA E DEIXAR-SE SER COMIDA POR TAYLOR? PFVR ESSA MENINA TB JÁ ESTÁ ME IRRITANDO COM ESSA FRESCURA!


    agora td o que peço é atualização LOGO sarah pfvrrrr!
    e esse capítulo foi tão perfeito que quase me matou. sto orando pra que inspiração venha a sua cabeça e que eu n morra com o próximo capítulo

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  5. Okay, nunca comece a ler esse capitulo quando estiver com fome, pois a autora vai colocar cenas de comida logo no começo e descrevendo essa comida e nao, nao estou falando da Dakotah huaheuahuehuaehuae Mas sério, eu to com fome!!!!!1111!!!

    Cara, estou amando a Jenna, é bom ve-la sem ser vadia/vilã, okay pode ser que ela vire, mas por enquanto tá incrível e que continue assim (eu sei que vai)

    Entao, eu já disse que sou o Josh, só que menos rico nao disse? Agora eu tive essa confirmaçao, puta merda, virei fã do cara, só nessa parte final, sério!!! Mesmo com a Hay fazendo omelete no final, mas ele saiu ganhador e veremos isso láááá na frente, Josh te amo, nao mais que a Dak, mas te amo hauheuhuahueahaue

    Me identifiquei demais com a Hay na parte de cuidar dos irmãos, afinal eu cuidava dos meus primos e quase enlouqueci (QUASE) mas ao mesmo tempo que é de enlouquecer, é incrível pq voce termina virando criança também, e em matéria de amar ser criança eu ganho huaheuuahueahuhauhuahhahaeuhaeu bj fans do guibs

    Agora, quanto esperar até domingo, será que eu aguento? provavelmente lerei esse cap mais umas 30 vezes durante essa semana pq a vida é bela e a autora curte nos torturar, só de boa, entao até lá

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  6. Eu sou a pior leitora que existe. FINALMENTE CONSEGUI TIRAR O ATRASO NA TRUCKER!!!! Não me bata, Sarinha. Eu te amo, amore. <3 <3 <3
    Hermm, Giovanna aqui (Mas eu acho que você percebeu já...)
    E ESTOU COMENTANDO NO CON!!! (Eu nem acho necessidade, você já sabe o que penso de tudo que você escreve <3)
    Comentário cheio de corações... <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3
    Enfim... Já vim aqui, expressei meu amor aqui... <3 <3 <3
    Já falei da perfeição disso aqui. :)
    Agora vou postar mostardas lá no OAVLovers <3 <3 <3
    Xoxox, Luv Ya <3 <3 <3

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  7. GRAÇAS A DEUS MINHA NET ESTÁ ME DEIXANDO COMENTAAAR
    Desculpe a demora Sarinha, sempre que eu vinha aqui a net dava ruim e o Disqus (nem sei se é assim q se escreve) não aparecia '--' mas agora apareceeeeeeu
    weeeeeeeeeeeee to tão apaixonada por esse Josh, sério ele é perfeito. Me lembra mt o Patch de Hush Hush, uma saga que amo tanto ;3 esse capítulo foi mt engraçado, dei várias risadas com ele. *-* Estou in love com essa fic ;3

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  8. Eu sinto que esse Disqus gosta de me trollar... to tentando postar um comentário já há um tempão e nunca consigooooooooooooo af que ódio!
    Bom, eu amei o capítulo e ri mtt com as meninas brigando por causa de mostarda SAHSAUHSUA E tipo, eu AMO esse Josh, ele me lembra o Patch da saga Hush Hush que tanto amo ;3 nossa eu amo essa Hayley tbm toda extressada e instável, essa fic é toda perfeita, sem mais ;3

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  9. Violência... vishhhhhhhhhhh

    OIIIIIIIIIIIi

    Eu estou bem e vc Sarinha¿ XD

    Meu Deus quanta informação nessas notinhas.

    Já votei na Renascer pq... pfvr, minha preferida.

    E PQ A RENASCER ESTA PERDENDO¿¿¿¿ PESSOAS... VCS TEM QUE
    PARAR DE QUERER SÓ RIR.

    Eu odiei o Josh da Trucker s2

    Pfvr, lance livros logos ÇÇ

    Pfvr. Eu sou magro pra caraio, e o pior, eu como muito Ç_Ç
    Queria ser mais gordinho.

    Eu não curto muito mostarda C:

    Meu Deus ‘-‘ Arrebentar a cara da Jenna pq ela te deu um
    mini soco no ombro kkkk que horro.

    Que menino idiota. Aff, quero q a Hayles mate o Josh.
    Odiando ele para sempre.

    Vc devia ter quebrado
    o nariz dele com um soco então u_u

    To com dó da Hayley tendo que cuidar dessas pestes.

    Que dó ashauhaus não tem sorte mesmo. Coitada.

    KKKKKKKKKKKKkk Safadinha. Olhando para lugares onde não
    pode.

    Ok. Definitivamente odeio esse Josh, tomara que o pai dele
    deixe ele dirigir um caminhão e esse caminhão exploda com ele dentro.

    ISSOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO. Hayley issooooo. Deu um chute onde
    dói. TOMA IMBECIL.

    Eu não to puto. To feliz. E NÃO VENHA FAZER ELES SE
    BEIJAREM. EU ODEIO ESSE JOSH. ODEIO.

    Até o próximo. E espero ver Josh sofrer muito na mão de Hayles.

    Fui-me.

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  10. Que desgraça de violência é essa, gente. Okay IAUHEOAHSI
    Hayley maluca. I like it. Seriously, é genial.
    Até dá pra se identificar um pouco ali. Todos somos um poucos malucos por dentro e etc. Adorei *u*
    Amei *u*
    Josh, se eu fosse você, saia de perto um pouco, já que né... IAUHEAHUIS ele vai perder as bolas assim e.e
    E NUNCA VAI TER FILHINHOS COM HAYLES <3
    perfo, perfo, amando <3

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  11. A parte da mostarda foi morrivel, ela falando que seria canibal e comeria os próprios filhos.

    E essas mulheres são muito agressivas. Hayley quer bater na Jenna e na Dak que também que bater na Jenna e cair na porrada com a Hayley, enquanto a Kat faz cara de presépio e termina o almoço.

    Elas necessitam de terapia em grupo.

    E a Hayles zoando o namo da Jenna. "os braços magrelos, do namorado magrelo"

    Please, geek e magrelo pra mim são sinônimos.

    ELA TEM PROBLEMA.
    Não por ter cuidado das crianças a maneira dela ou ter ficado acordada até altas horas da madruga com a Dak.
    Mas por não ter abusado do homem gostoso que desejava o corpo dela, e estava excitado por algum motivo estranho.
    Ela podia ter puxado e agarrado, mas não, preferiu deixar incapaz de procriar.
    E o Josh fingindo raiva, aposto que agora ele só vai sufocar ela ainda mais, não vai ser surpresa se ela for estuprada no meio do mato, lê-se: em qualquer lugar, um dia desses.

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