3 de jan de 2013

Capítulo 2


ᡶ Deveria deixar? Deveria ir?




Com apenas dois dedos, ela desatou habilmente o nó do elástico que prendia as mechas louras de seus cabelos. Ergueu-se para trás e passou as mãos pelos fios, desunindo-os calmamente, antes de deixá-los cair pelos ombros estreitos. Respirou fundo, dramaticamente, aproveitando a solidão por alguns segundos. Sozinha com o som de sua respiração e do palpitar do peito. Sozinha com seu olhar confuso, suas preocupações sérias, seus pensamentos desnorteados.
Sozinha com a imagem dele na mente.
A temperatura corporal de Hayley parecia maior do que o natural. Seu coração não batera compassadamente uma única vez durante o dia. Seus pensamentos, antes centrados ao propósito que lhe fora designado, agora se desprendiam e vagavam até o mesmo destino. Ao mesmo sorriso, às mesmas mechas de cabelo negro, aos mesmos olhos.
Mais um suspiro, a moça de apenas dezenove anos sentou-se em suas próprias pernas, encarando o dormitório com os pelos eriçados e o coração querendo sair-lhe pela boca. Por que ele tinha de se parecer tanto com Pierre? Por que ele a olhava como se fosse protegê-la para sempre, da mesma forma que seu irmão costumava fazer? Por que, embora ela não o conhecesse e não soubesse de onde ele vinha, sentia-se tão profundamente ligada a ele?
Hayley estava com medo. Sabia que não podia se ligar a homem nenhum — sobretudo a americano nenhum —, mas não conseguia controlar-se. Perdia as palavras quando olhava em seus olhos, marrons e convidativos, os mais lindos olhos que ela um dia já vira. Esquecia-se de suas obrigações quando ele estava a sua frente. Sentia-se leve, livre de culpas. Sentia-se... viva. Como jamais se sentira antes.
Com o corpo tenso, em frangalhos, e a cabeça desnorteada e confusa, a jovem pegou seu diário. Um caderno encapado em couro enrugado, negro, apenas dela. Para não atrair a atenção das colegas enfermeiras, Hayley fazia o possível para escrever apenas quando estivesse sozinha, por questões de segurança. Embora ela não devesse usá-lo para frivolidades, ela se sentia tão perdidamente confusa que precisou abrir uma pequena exceção. Precisava detectar aqueles sentimentos, segurá-los, e escrevê-los. Talvez assim conseguisse livrar-se deles. Só talvez.
A ponta da pena foi molhada de tinta preta, lentamente. Geralmente a garota era extremamente breve em suas escrituras, uma vez que passara mais da metade da vida redigindo, estudando. Mas agora, subitamente, ela sentia a necessidade de fazer tudo muito calmamente. Deixou uma lufada de ar sair dos pulmões, fazendo com que seus pelos ficassem em pé mais uma vez, sem razão. Firmou a pena entre os dedos, abriu a página de seu diário, e então duas imagens atravessaram sua mente como um raio. Soldado Josh Farro. Seu olhar profundo e seu sorriso bonito. Sua pele morena, convidativa. Seus cabelos negros. Sua voz majestosa. Anjo.
A segunda imagem foi seu irmão. Os olhos castanhos, como os de Josh, encarando-a com aquele ar superior e protetor de sempre. Seu sorriso, sempre inabalável. Seu abraço forte e seguro. Sua voz, prometendo que não importava onde ele estivesse, iria sempre cuidar dela.
Hayley sentiu a garganta se fechar, lentamente, e pela primeira vez em anos não se impediu de chorar. Estava muito perturbada com tudo que acontecia. Sabia que o que fazia era certo, era o que ela fora preparada a vida toda para fazer, mas tudo era mais difícil sem Pierre. Estaria ele cuidando dela agora? Estaria ele vendo-a? Estaria ele aprovando ou desaprovando seus sentimentos pelo soldado americano?
Com as mãos trêmulas e os olhos transbordando, ela levou a pena ao papel. Porém, não escreveu muito mais do que uma linha:


“Você o mandou para proteger-me, Pierre? Mandou-o para mim?”





[...]



Joshua acordou num súbito, o peito inflando violentamente, os olhos molhados de lágrimas embora ele não se lembrasse de ter chorado. Olhou para todos os lados, tenso, e percebeu que ainda estava na enfermaria. Engoliu um grito agoniado e fechou os olhos com força, tentando manter-se longe de tudo o que vira naquele maldito sonho.
Não era a primeira vez que aquelas imagens se faziam em sua cabeça. Não era a primeira vez que Joshua era transportado ao sete de dezembro, e via, sem nada poder fazer, as bombas aéreas atingirem o prédio de uma das bases navais em Pearl Harbor. Não era a primeira vez que Joshua via seu pai, Wayne, tentar pela última vez proteger os amigos que prezava, mesmo que fosse minúsculo em meio a todos aqueles aviões e navios inimigos. Não era a primeira vez que Joshua via uma parede de concreto cair sobre ele, fazendo-o urrar de dor e gritar por socorro antes de ser queimado até a morte.
Não era a primeira vez. Mas a imagem do maldito sonho ainda fazia Joshua querer morrer.
Ele não notou quando o soluço escapou de sua garganta, e nem se incomodou de sentir-se um fraco só por ter sido atormentado mais uma vez por aquele maldito pesadelo. Não se importou de estar chorando novamente, como uma criança, por que seu pai havia sido morto na maldita guerra alemã.
Joshua os odiava tanto. Odiava tanto suas sedes de poder, seus planos maquiavélicos e sem restrições. Suas matanças sem fim, sua fé cega e exagerada. Suas loucuras sem proporções. Odiava tanto todos eles. E odiava ainda mais aqueles que se colocavam ao seu lado, como os malditos japoneses, responsáveis pela morte covarde de seu pai.
Com o peito inflando gradativamente, Joshua engoliu outro grito, mas dessa vez de ódio. Todo o ódio que tinha pela Guerra Mundial. Pelos japoneses. Pelos alemães. E por todo o Eixo.
Durante mais alguns minutos, o homem deixou-se lamentar, deixou sua mente vagar entre todos os sentimentos ruins que podia nutrir pela guerra, até finalmente acalmar-se. O rosto agoniado de seu pai ainda estava em sua mente, suas mãos ainda tremiam, mas ele procurou recuperar-se. Ninguém notara ou ligara para seu choro, uma vez que aquela enfermaria estava abarrotada de lamentadores, pobres homens sem sorte. Não havia enfermeiras na tenda, portanto Joshua concluiu que elas estavam tratando os novos feridos de batalha. Às vezes, deixavam os doentes nas tendas para poderem tratar de ferimentos recentes, graves ou não, dos soldados que conseguiam retornar à base. Daqueles soldados que não eram baleados ou bombardeados. Daqueles soldados que, embora obtivessem um corte profundo em um braço, ainda conseguiriam empunhar uma arma e pôr-se a postos no dia seguinte, matando, colocando sua própria vida em risco. Hayley dissera a ele que chegou a fazer um curativo em um homem cujo havia perdido o dedo mínimo da mão, e sua preocupação não fora com a dor ou com o sangue. Após o término do curativo, ele teria empunhado o fuzil e simulado que apertaria o gatilho. Ao ver que ainda podia fazê-lo, agradeceu-a, anunciando que voltaria para a trincheira naquele mesmo dia. Pessoalmente, a moça detestara a atitude do homem, e Josh achou melhor calar-se para não aborrecê-la. Sabia que ele faria a mesma coisa que o soldado. Sabia que ela não aprovava a vontade dele de morrer na guerra em nome de seu pai e de seu país.
O coração do soldado já estava inundado sem que ele percebesse. Joshua sentou-se em sua maca, fechando os olhos, acalmando-se de sua crise de choro, concentrando-se como se com isso pudesse senti-la. Céus. Ele só a conhecia há dois dias — que estava consciente —, mas sentia como se houvesse passado a vida inteira com ela. Se ele se concentrasse, podia ver seus olhos verdes hipnotizantes, seus cabelos louros. Podia sentir seus dedos macios e delicados tocando a pele dele, calmamente, com destreza. Podia sentir o arrepio correr sua pele só em pensar nela.
Joshua fungou, as mãos correndo pela cara. Céus. O poder dela sobre ele era algo inimaginável. Ela era seu anjo, de fato. Só em pensar nela, ele já se sentia melhor. Só de visualizar seu rosto na mente, toda a angústia que ele sentira por ter revivido o sonho dissipou-se. Desde o dia que a conhecera, Joshua sentia-se outra pessoa. Um homem melhor. Sentia que seu lugar era ao lado dela. Sentia-se revigorado, leve, livre... vivo. Acima de tudo, sentia-se vivo. Como nunca se sentira antes.
Ela o trouxera de volta à vida da Doença Tropical. Se estivesse ao lado dela, Josh sabia, ele sempre renasceria. Sempre ficaria bom. Sempre, por ela.
— Não posso acreditar — Joshua virou-se, abruptamente, reconhecendo a voz masculina de algum lugar em sua mente. Encarou todo o dormitório até seus olhos pararem no sargento, que marchava até sua maca, vestido em sua farda suja. Provavelmente acabara de chegar de uma batalha sangrenta. — Farro, vivo!
— Boa tarde, Senhor — Joshua pigarreou, a voz saindo mais rouca e vacilante do que ele se lembrava. O Sargento Davis já se sentara ao seu lado, abruptamente, e o soldado notou que ele trazia um pedaço de papel em mãos. Não perguntou, entretanto.
— Já é quase noite, garoto — disse Davis, bem humorado, sem acreditar no que via. Da última vez que visualizara o corpo de Joshua Farro, o jovem estava magro, doente, moribundo. Parecia que morreria a qualquer momento. Como poderia estar tão corado e bem disposto, agora? Céus! Parecia um milagre!
— Desculpe-me, Senhor. Minhas dimensões de tempo estão extremamente confusas desde que me curei — Joshua tentou esboçar um meio sorriso. — Notei a ausência de enfermeiras nesta tenda. Seu pelotão estava em combate?
Jeremy sorriu, encarando o homem a sua frente. Farro, claro, sempre atento aos detalhes. Por isso era um soldado tão brilhante.
— Dois dias intensos — disse ele, abandonando seu sorriso de imediato. — Perdemos tanques, vários soldados. A Alemanha juntou-se à Itália nesta operação, pelo que pude notar. Parte dos tanques que nos atacaram não continham o símbolo nazista — Davis cuspiu no chão, enojado. Joshua assentiu com a cabeça, sentindo o ódio domá-lo de imediato. Não importava se eram ou não nazistas. Eram inimigos. Estavam do lado errado da guerra. — Porém, creio eu que as perdas deles foram maiores.
Joshua assentiu com a cabeça, concordando. Nada diria sobre aquilo. Não suportava mais pensar no assunto. Embora sentisse uma vontade alarmante de estar no campo de batalha, atirando contra os soldados que carregavam a maldita bandeira vermelha, branca e preta no braço direito. Alemães malditos.
— Jon e Taylor estão bem? — perguntou ele, de repente lembrando-se dos dois melhores amigos. Não poderia suportar a notícia de que eles seriam um dos soldados mortos na batalha.
Jeremy suspirou.
— Sim, estão — confirmou, fazendo Joshua liberar todo o ar de seus pulmões. — Foi por pouco. Mas estão bem.
Jonathan e Taylor, embora fossem um dos poucos homens que mantinham a cabeça diferente sobre a guerra e sobre os nazistas, pelo que Joshua pôde ouvi-los conversar, eram os homens mais generosos que ele já conhecera. Josh sabia que daria sua própria vida em troca da vida de qualquer um deles.
— Sua cura nos encheu de esperanças, Joshua — Jeremy voltou a chamar a atenção do soldado. Josh levantou os olhos, sem entender o que seu superior queria dizer com aquilo, e aparentemente sua expressão de confusão foi o suficiente para que o sargento se explicasse. — Não sabemos ao certo como você pôde curar-se, mas os boatos dizem que a doença é transmitida por um mosquito, é nativa dessa terra seca. Se você conseguiu se curar, tenho esperanças de que os outros cem soldados naquela tenda podem curar-se também. Não acredita nisso?
Joshua olhou para as próprias mãos, procurando as palavras para explicar ao seu sargento que não acreditava que sua cura se dera por acaso. Não acreditava que se curara por que seu organismo o queria, e sim por que recebera a ajuda dela, fora o escolhido para nada menos do que um milagre.
Entretanto, as palavras que saíram de sua boca foram:
— Sim, Senhor.
Jeremy encarou o soldado com os olhos azuis cansados, porém com um brilho único de esperança. Não disse nada, entretanto, dando a abertura a um silêncio que não chegou a ser constrangedor; era como um tempo que fora designado para que os dois homens se perdessem em seus próprios pensamentos.
Com um suspiro triste, o sargento quebrou o momento.
— Seu pai nos faz uma falta enorme, Joshua — disse ele, encarando o soldado com seus olhos azuis e puros, repletos de compaixão. O soldado sentiu o peito arder como se fosse atravessado por uma espada e, pela primeira vez, fugiu do olhar de seu superior. Não aguentava mais a lembrança atormentando-o. — Mas a morte de Wayne Farro não foi sua culpa, meu jovem. Lembre-se disso. Sabe que te considero como filho, não sabe? — Joshua só teve coragem para assentir com a cabeça. Davis sempre fora um grande amigo da família, acompanhou toda a sua vida. Joshua inclusive tivera imensa sorte de ter sido inserido em seu pelotão. — Temo imensamente que sua sede de vingança cegue a pureza de seu coração. Vejo que você está inserido em uma luta que não é sua, Joshua. Uma luta que você irá perder de um jeito ou de outro, por que escolheu que será assim — Jeremy fez outra pausa e colocou a mão no ombro do soldado, que encarava suas próprias mãos sem reação alguma. Maldição, aquele garoto era quase como se fosse seu filho! Não podia deixá-lo matar-se por um sentimento tão sujo, pecaminoso. Simplesmente não podia ver sua vida ser desperdiçada assim, daquela forma. — Por isso, garoto... eu quero mandar-te de volta aos Estados Unidos. Daqui a duas noites um avião virá por outras rotas e levará os doentes da doença tropical. Quero que você vá. E, quando os médicos disserem que você está completamente curado, pode voltar para cá ou ser inserido em outra operação, se assim preferir.
A notícia atingiu Joshua como um soco no estômago. O jovem precisou de alguns segundos para refletir, digerir o que seu superior queria dizer com aquelas palavras, aquela proposta. O Sargento Davis estava... querendo retirá-lo da operação.
Josh fechou os olhos por um segundo. Abandonar tudo e voltar? Não, ele não podia fazer tal coisa. O que aconteceria com sua promessa de vingança? Por algum motivo Deus quis que o soldado sobrevivesse à doença maligna, então, como ele poderia simplesmente fugir de tudo? Como poderia?
Não. Joshua Farro não conseguiria ir embora.
— Os paraquedas aterrissaram antes que eu voltasse — Jeremy interrompeu os pensamentos de Joshua, enquanto girava lentamente o papel que se encontrava em suas mãos. — Um dos homens me entregou isto. É de sua mãe. — O sargento estendeu a carta amarelada ao soldado, que a segurou em suas mãos, estarrecido. — Não é necessário que responda agora. Evidentemente, se insistir em ficar, você ficará. Mas por enquanto, garoto, pense no assunto. Você pode ser muito mais útil para a América dentro da América. E conhecendo bem o seu pai como pude conhecer — Jeremy apertou os lábios, olhando no fundo dos olhos do garoto —, eu acho que ele iria preferir que seu único filho sobrevivesse.
Após essas palavras, logo o sargento se colocou para fora daquela enfermaria repleta de homens doentes. Confuso, Joshua encarou o papel em suas mãos, reconhecendo de imediato a caligrafia redonda e itálica de sua mãe. Sentiu o peito ser inundado de afeto no mesmo momento em que leu seu nome curvilíneo, cuidadosamente marcado pela tinta preta, um risco fino que apenas sua pena preferida poderia fazer. Sem que pudesse perceber, um sorriso nasceu no canto do rosto do rapaz, enquanto ele lembrava-se da face concentrada da mulher que lhe deu a vida quando dedicava-se a escrever uma carta para um parente ou amigo. Sua mãe levava a tarefa com importância exagerada e sempre caprichava em sua caligrafia que já era perfeita por si só. Na realidade, em toda a sua vida, Joshua nunca conhecera ninguém mais dedicado e devoto do que sua mãe era.
Pela primeira vez, pegou-se imaginando como ela poderia estar agora. Abriu sua carta com muito cuidado, e pôs-se a ler lentamente, cada palavra. Cada palavra de amor e de saudade, que ela expressava com todo o coração. Sentiu que seus olhos começavam a marejar violentamente quando ela implorou, ao fim da carta, para que ele tentasse voltar para casa, vivo, e pudesse levar a alegria de volta para ela. Tudo o que ela pedia a Deus era ter seu único filho de volta. Poder tocar seus cabelos, envolvê-lo em seus braços como fazia quando ele ainda era apenas um menino.
Com os olhos transbordando, Joshua apertou a carta contra si, a proposta de Jeremy martelando em sua mente com toda a voracidade. “Conhecendo bem o seu pai como pude conhecer, eu acho que ele iria preferir que seu filho sobrevivesse.”
Sabendo de toda a pureza de espírito que seu pai costumava exalar, ele não podia fazer nada a não ser concordar com as palavras de seu superior.
Wayne nunca iria querer que seu único filho morresse por ele.






Oi, amorecos *U*
Hoje não teve notinhas iniciais por que eu achei que elas eram dispensáveis. Melhor deixar vocês viajarem logo de cara mesmo nessa capítulo lindo *U*
Escutem, como foi o reveillon de vocês? OÇASKAOPSLKÃPOL bem mais emocionante do que o meu, espero. É por que tipo, sabe, tava todo mundo cansado e acabou que deu meia-noite e eu fui dormir, sem festinha nem nada. Mas foi bom, também, por isso, né. Ninguém merece amanhecer 1 de janeiro lavando casa.
Já fiz muito isso #sofre
PSLKPAÇ~LKAO~PSL mas enfimmmmmm! 2013! É isso ai, uhu, ano novooooooo *-* Vamos esperar que 2013 se saia melhor do que 2012 por que né. Tenho esperanças de que o Nyah! Cocôction seja hackeado pelos hackers daqueles de site de banco, saca, ferrados, que danem o site pra sempre.
Não, ainda não superei. Entrei no meu perfil lá hoje e senti uma profunda dor no coração ao não ver mais as OAV's lindinhas, postadinhas, lá. Quis matar alguém.
Mas enfim, já estamos aqui há alguns meses, e VAMOS CONTINUAR! Embora eu ainda considere a hipótese de postar algumas fics no animespirit. Concordam?
Vamos ver o que vocês me dizem PÇALS~´PLA´~SÇLPAS´[SÇPAS
GENTE, ESSA RENASCER!!!!!!!!!!!!!!!!!111111111111111111 EU AMO TANTO ESCREVER PARA ESSA FIC puff, é uma viagem. Por alguns minutos, eu, e você, bebê, não estava mais em 2013, mas sim em 1942. Nhaw, vamos nos abraçar e chorar pra sempre <3
E tipo, pensam vocês que esse capítulo (que eu não gostei muito, vou confessar. Esse cap 2 não ficou muito legal) foi o que eu escrevi já pensando em postar, certo?
ERRADO!!
DEPOIS DESSE CAPÍTULO, EU TENHO MAIS DOIS PRONTOS. Renascer está escrita até o Capítulo 4(que ficou realmente lindo, verdade)!
Lê-los só dependerá de vocês. Comentem para mim, please!
Quem aí estava querendo Jeremy, Jeremy pra vocês! Dá pra ver que ele é mais coroa, mas ainda assim eu o adoro <3 Personagens novos aparecerão capítulo que vem. Tipo... uma nova enfermeira desbocada e metida a corajosa. ~paslãolã´pola~splas nhaaaaaaw *U* amo ela pfvv pfv pfvvvvvvv
Mas bom mesmo tá o cap 4. NÃO DAREI SPOILERS!
Estou apaixonada por essa Hayley. Vocês também?
OKASASOPSKAPSOK anyway, morecos. Melhor eu ir-me por que tenho de fazer muita coisa ainda hoje. POR FAVOR, comentem para mim, comentários nunca são demais <3
Lots of love,
Sarits *U* 



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