6 de nov de 2012

Epílogo



Um ano depois


Vários microfones estavam espalhados pela mesa onde o garoto de apenas dezenove anos de idade estava sentado, com um sorriso maravilhosamente atraente estampado em seu rosto. Em suas mãos, um exemplar de seu mais novo romance de sucesso, que só por acaso era a história de seus pais. A livraria estava cheia, abarrotada de pessoas de todos os tamanhos e idades, desde adolescentes de treze anos a mulheres de cinquenta.
Como disse certa vez o New York Times, o pequeno Joseph Farro tinha o poder de encantar qualquer pessoa que fosse dotada de um pouquinho de romantismo que fosse.
Mas agora tudo era mais importante, mais complexo. Agora não era uma simples história que saíra da imaginação fértil do escritor mirim, mas sim, uma história que ele escutara quando adolescente e decidira transformá-la em literatura antes que ela se esquecesse, em meio às gerações de sua família. Ao ouvir a comovente e maravilhosa história de seus pais, Joseph entendeu que não poderia ser digno de um escritor se não transformasse aquela história em um romance, repleto de drama e uma pitada de humor.
Um romance sobre um casal que se amava. Mas que também se odiava.
O livro caiu nas graças dos leitores, mesmo que houvesse sido lançado há menos de quinze dias. O estoque das livrarias estavam acabando cada vez mais rápido e já estava disponibilizado para baixar gratuitamente pela internet — Joe não entendia como a pirataria conseguia funcionar tão rápido. O processo de tradução já estava assinado para dez países, e logo após essa conferência, o pequeno Joe Farro precisaria embarcar imediatamente para Nova Iorque, onde discutiria o contrato de pelo menos mais cinco. Isso sem dizer que Martin, seu agente, tinha esperanças de que o a história se tornasse um filme, uma vez que ele estava vendendo mais do que qualquer obra de Joe até então.
Sonhos a parte, lá estava ele agora. Sentado sozinho atrás de uma pilha de cópias de seu novo livro, que ele intitulou de Odeio Amar Você, recebendo flashes no rosto enquanto posava para as fotos que sairiam nos jornais da manhã ou nos sites de entretenimento.
Mal sabiam essas pessoas que ele já começara a escrever uma segunda temporada.
— Bom dia, meus amores — disse Joe, encarando a plateia sentada a sua frente, fileiras bem colocadas de cadeiras a frente do palco, algumas pessoas dispersas bem lá atrás, de pé. Dentre as pessoas sentadas na primeira fila, Joe conseguia ver seus pais, lindos, segurando um na mão do outro. Céus, eles não sabiam o quanto eram especiais e uma lição de vida para Joseph. Não sabiam o quanto ele lhes era grato. — Bem... como vocês sabem, essa é a primeira conferência da minha nova obra, que eu chamei inteligentemente de Odeio Amar Você — ele deixou-se sorrir. — Ei, opa! Odeio Amar Você? Que bagunça é essa? Aposto que um nó foi atado no cérebro de vocês no mesmo momento em que viram o livro bem bonitinho na prateleira da livraria. Oras, ou você ama, ou você odeia, certo? Como você pode odiar amar alguém? Não são dois sentimentos completamente distintos? — Joe fez perguntas à plateia, mas recebeu apenas sorrisos em contrapartida. Também abriu seu sorriso branco e cativante. — Não. Não são sentimentos completamente distintos. Sinceramente, eu acho que a distinção deles é muito pouca. Ouvi alguém dizer, certa vez, que o ódio é apenas uma versão gravemente machucada do amor, e eu sinceramente acredito nisso. Escrevi isso por que acredito. Acredito nisso por que vi acontecer — Joe serenou sua expressão, encarando os pais e logo depois levando os olhos à sua irmã tão amada e tão linda, mesmo que a gravidez fizesse com que ela engordasse um pouquinho. Ah, não importava, Sophie seria para sempre linda, para sempre a mulher que ele mais admira no mundo inteiro. Ainda mais agora, que ela segurava a mão do marido e pseudo-primo de Joe, Luke, ao mesmo tempo em que segurava sua filhinha nos braços. A pequena Katt Nichole.
Joseph sinceramente quis apertar sua irmã até ela explodir quando soube do nome que ela e Luke decidiram dar à criança linda. Kathryn era um típico bebê, chorava e sorria o tempo todo, além de dormir mais do que ficava acordada. Tinha olhos azuis como os de Luke e os cabelos loiros como os de Sophie antes de conhecer a tinta capilar. Parecia-se muito com Henry. Esse último, com seis anos de idade, sentado no colo do pai, não poderia estar mais feliz por ter uma irmãzinha. Katt era o foco de todo assunto que Henry iniciava. Se não iniciasse, conseguia uma maneira de introduzir a irmã a conversa.
E, claro, Joe era simplesmente apaixonado pelos seus sobrinhos. Mas não apenas os filhos de Sophie, ou a pequena Anna Elizabeth de Danna. Mas também os de Nate.
— Como todos aqui provavelmente já sabem, pois eu dei muitos depoimentos mesmo antes da saída do livro, Odeio Amar Você é baseado em uma história real — Joe recomeçou, sério, ouvindo sua própria voz ser ecoada por todo o lugar pelas caixas de som que estavam ligadas aos microfones. — Pode parecer surreal para quem ler, mas eu juro, aconteceu. Aconteceu com pessoas muito próximas a mim, e eu me senti na necessidade de escrevê-la assim que soube da história. Evidentemente, eu mudei os nomes dos personagens para protegê-los, e também mudei o nome das bandas para proteger a mim mesmo de pagar direito autoral — disse Joseph, fazendo uma pequena piada e arrancando risadas dos indivíduos ali presentes. — Mas, Joe, por que você está nos dizendo isso? Por que diz que essa história é real? Não é um romance? — novamente, Joe fez perguntas retóricas e abriu seu enorme sorriso sincero antes de continuar: — Eu digo que é uma história real, queridos, para que vocês percebam o valor de um amor. Um verdadeiro amor. Não um conto de fadas, ok, meninas? Estou falando de um amor de verdade. Um amor que sim, te pega, te come, te muda inteiro, te transforma, te deixa um caco. Mas é um amor real, por que é um amor que dói — Joseph deu sustentação ao seu argumento com um pequeno tapinha na mesa. Seus olhos verdes encaram a plateia à sua frente, inabaláveis, superiores, incríveis. — Com o livro, Odeio Amar Você, eu quero, principalmente, que vocês percebam que não existem príncipes encantados, mas sapos são capazes de amar. Damon James Basso, meu protagonista, é um homem todo errado. Ele machuca muito mais de uma vez a mulher que ama, ele já foi um badboy e já se meteu em muito mais enrascadas do que se orgulha. Mesmo assim, mesmo sendo errado à sua maneira, ela a ama. A ama de uma maneira tão substancial e inimaginável que não conseguia viver sem isso. O amor existe, e o amor verdadeiro existe também. Cabe a nós acreditarmos nele, mas não acreditarmos que ele chegará em forma de um príncipe encantado em carruagem de ouro.
Novamente, Joe arrancou risadas das pessoas que ali estavam presentes. Sorriu, passando os olhos pela sua família e seus amigos. Viu Danna e Hector, na segunda fileira, sorrindo para ele e assentindo com a cabeça. Viu Jonathan, logo na primeira fileira, mordendo um dos lábios para não chorar. Viu Tereza e Leon, lá no fundo, ambos com cara de tédio, e sorriu. Viu sua família, Sophie e Luke e seus filhos, seus tios mais chegados, e por fim, na terceira fileira, Nate e Julia, cada um com um gêmeo nos braços, procurando de toda forma não acordá-los. Os pequenos meninos não idênticos haviam acabado de fazer um mês de nascidos e não passavam um minuto sequer sem chorar. Se acordassem, sua conferência iria por água abaixo.
Mesmo assim, Joe adorava seus sobrinhos gêmeos não idênticos, Joshua e Jason. Você podia distinguir os dois meninos que tinham carinha de joelho — segundo Joe, que achava que os bebês eram todos iguais — de acordo com os seus olhos. Jason tinha os olhos verdes cinzentos, assim como os de sua mãe, e Josh tinha os olhos castanhos chocolate, assim como os de seu pai.
Mas Joe quase não via os olhos dos sobrinhos. Nate e Julia tentavam mantê-los dormindo o máximo de tempo possível.
— E o amor é detestável — disse Joe, novamente, voltando a si. — Quem já amou, ou pelo menos gostou de um pouquinho de alguém, sabe o quão detestável é amar em si. Odeio Amar Você vai mostrar que aquele garoto mal encarado que você odeia pode ser o homem da sua vida. Aquela patricinha metida pode ser a futura mãe dos seus filhos. Aquela roqueira que parece que não tem nada na cabeça pode fazer você ficar louco de amores. Aquele nerd pode ser o homem pelo qual você vai se apaixonar. Entendem? O amor pode está escondido, mas uma hora ele se manifesta. E ele pode se manifestar como uma amizade, um coleguismo, ou um ódio. Por que é isso que o amor é. Ele é um espião, um chantagista, um detestável, um fantasma, e o melhor ator do mundo inteiro — Joseph sorriu, suspirando, percebendo que toda a plateia mantinha sua atenção nele. — Mas se for verdadeiro, a máscara dele cai, e você se vê de frente com ele, o amor, que te doma como uma marionete. Se ele for verdadeiro, você ama para sempre, toda a sua vida. Mesmo que ele vá embora, meus queridos... se o amor for verdadeiro, não importa quanto tempo dure. Ele volta.





  

“Não existe ódio implacável a não ser no amor” - Propércio





fim


And here we go again... (8) POASKPAKS
Isso me lembrou a twitcam de ontem. Ai, foi tão legal, apesar de ter sido tão esquisita e conturbada. Para quem quiser ver, um pouquinho, ela foi pelo menos 80% gravada.  Ignorem minha voz feia e o morcego.

Enfim, agora é hora de fazer os agradecimentos. Tem muita coisa qe eu gostaria de agradecer, muita gente, muita... coisa. Enfim.
Antes eu vou agradecer alguns nomes em especial, por exemplo, Sofia que arrumou o arquivo da OAV2 para ser postado no 4shared. O link vai ser disponibilizado na página oficial da fic.
Depois, Luana Bartz, Isadora Pacheco e Izabela Silva, por me ajudarem com a trilha sonora da fic. Em breve eu vou pegar tudo, botar em rar e jogar no 4shared também, ok? :3
Enfim, mas isso não é o principal. Acima disso, eu quero agradecer a todo mundo.
Há pouco mais de um ano atrás, quando eu iniciei a Odeio Amar Você 2, eu não imaginava que o sucesso dela seria tão grande. Sabia que teria leitores fieis da OAV1, mas jamais esperaria que conseguisse tantas coisas, que eu... me apegaria tanto. Que vocês se apegariam tanto.
Como eu disse ontem na twitcam, é maravilhoso entrar no Nyah! Cocôction e ver as OAVs, lá, com mais de mil comentários, cada uma. É super... gratificante.
Enfim, também não é só isso. Eu não quis fazer uma segunda temporada por acreditar, sinceramente, que a Odeio Amar Você 2 não seria tão boa quanto a 1. Consegui com a ajuda de vocês provar que foi, sim. Vocês mesmos me disseram isso algumas vezes, e isso é tão... incrível. Tão feliz. Sei lá, você se sente bem escrevendo algo e sabendo que as pessoas estão gostando.
Mas como eu sempre disse, eu tenho os melhores leitores do mundo, e vocês nunca se contentaram em apenas gostar da OAV. Isso é o que me faz especial. Isso é o que faz de vocês especiais para mim. Tão especiais.
Por isso eu agradeço. Agradeço a todo mundo que está lendo isso aqui. Se você é um bebê ativo ou não. Obrigada. Obrigada por acreditar em mim, obrigada por ler isso aqui e gostar, ou não se contentar em apenas gostar. Eu.... não poderia ter leitores melhores, e... deuses. Obrigada por tudo, galera.
Enfim. Acho que é só isso.
Saibam que eu amo vocês, ok?
Até a próxima empreitada maluca! *U*
Muito, muito, muito amor,
Sarinha <3



Você ouviu na Odeio Amar Você 2...

Adore - Paramore,  Capítulo 2, 20 e Final -  Luke canta pra Sophie em seu aniversário, se declarando, Sophie toca a música em piano no casamento de Isabelle, Luke novamente usa sua música enquanto declara-se para Sophie; The Heart Neves Lies – McFly,  Capítulo 2. Brad passa um slide com essa música tocando, se declarando;  Do You Love Me Still? – The Kooks, Capítulo 5. Nate conversa com Soph, depois ela conversa com Luke e eles brigam, declarando ódio um ao outro;  Ignorance - Paramore, Capítulo 8. Julia acha a letra na cama de Soph, mais tarde conta pra todo mundo – está havendo uma reunião da Paramore – e ela toca, levando Luke à ira; Stay With Me – You Me At Six, Capítulo 18. Depois de Soph ter se machucado e Luke a ajudado, na floresta, eles se beijam na chuva e lembram de quando eram menores; Oh Star - Paramore, Capítulo 19, 21. Sophie e Luke compõem juntos no piano de Hayley, depois Luke toca no violão, Sophie e Luke cantam essa música contra a vontade numa reunião do Paramore; Do Ya – McFly, Capítulo 20. Soph e Luke dançam na música no casamento de Belle; Let The Flames Begin - Paramore, Capítulo 21. Sophie e Luke compõem juntos no piano, novamente. Never Gonna Be Alone - Nickelback, Capítulo 21, 57. Nate toca no violão em homenagem à Julia, numa reunião da Paramore, Nate volta a usar a música quando vai pedir Julia em casamento; We Are Broken - Paramore, final do Capítulo 23. Soph e Luke terminaram algo que sequer havia começado; Lucky – Jason Mraz feat. Colbie Caillat,  Capítulo 25. Nate e Juzy fazem o cover mais cômico e fofo que a música já teve; Na Na Na – My Chemical Romance, Capítulo 25. Max prova com seu cover que “é preciso de talento para cantar mal daquele jeito. Isso faz com que ele seja talentoso em conseguir não ter talento.”; Hate That I Love You – Ne-yo feat. Rihanna, Capítulo 25. Soph e Luke são obrigados a fazer um cover, que fica totalmente perfeito; Never Let This Go - Paramore, Capítulo 26. Luke, Dan e Soph fazem um cover da Paramore na garagem de Luke; Whoa – Paramore, Capítulo 27. Capítulo em que eles refazem a Paramore; You’re Not Sorry – Taylor Swift, Capítulo 28. Os sentimentos de Hayles a respeito de Josh, quando descobre que ele tem uma filha; Renegade - Paramore, Capítulo 29. Música de Danna quando ela estava “no escuro”; No One Does It Better – You Me At Six, Capítulo 30. Josh e Hayley se encontram (junto com o advogado) pra arrumar a papelada da separação e depois Josh a suplica para falar com ela um momento, eles vão até a Starbucks e conversam; All We Are – OneRepublic, Capítulo 30. Resumidamente, a despedida de Julia junto a Nate (eles tatuam o símbolo do infinito, se declaram, fazem amor, etc, e por fim se declaram novamente e prometem que é apenas um “até”) de quando ela vai para a Inglaterra; Brand New Eyes Fall Tour Intro - Paramore, Capítulo 31. Soph compõe a música em base de seus sentimentos (claro!) e mostra para Dan e Luke; Decode - Paramore, Capítulo 33, 37, 39. Não chega a “tocar”, mas Soph trabalha na música, e dá uma partizinha, Sophie toca a música para Luke, a Paramore faz um ensaio antes de Brendon aparecer para assisti-los; Emergency - Paramore, Capítulo 34. Nate compõe a música (em suas palavras: queria descontar meus sentimentos numa melodia, já que no saco de areia não tava funcionando mais.), mas a banda ajuda a terminá-la; Equalize - Pitty, capítulo 34. Depois de voltar do parque com o Joe, eles tem uma briguinha fofa no quarto de Soph (não tem ninguém em casa além de Joe que já tá na cama dormindo) e, especialmente, hentai, que é a maior parte da música; The Only Exception - Paramore, Capítulo 35. Hayles vê Soph tocando no piano; Misery Business, Pressure, My Heart - Paramore, Capítulo 36. Hector e Danna estão assistindo aos vídeos do 2º Festival de Música de Franklin; Decode e Adore - Paramore, Capítulo 37. Luke pede Sophie para irem juntos ao baile de formatura e a pede em namoro; The Scientist - Coldplay, Capítulo 38. Hayles vai ao encontro de Josh depois de falar com Danna; My Heart - Paramore, Capítulo 40. Josh pede em noivado (de novo, é.) Hayles. Casamento surpresa de novo, uhul -q. E a mesma é tocada durante a cerimônia; Turn It Off - Paramore, Capítulo 43. Luke se desculpa com Sophie pela discussão que tiveram sobre o caso "Porrada na Stephy porque ela chamou o Joe meu bebê de veadinho"; A Drop In The Ocean – Ron Rope, Capítulo 44. Luke e Sophie dançam no baile de formatura; Stop This Song, CrushCrushCrush e Let The Flames Begin – Paramore, também Capítulo 44. A segunda geração da Paramore faz sua primeira apresentação, no baile da escola, depois que a banda contratada não pode comparecer; So Far Away – Avenged Sevenfold, Capítulo 45. Danna leva flores para Jenna, pois não pôde ir ao velório; Skinny Love - Birdy, Capítulo 45. Sophie faz Nate e Juzy se falarem por telefone no ano novo, depois de 2109820193718302 meses sem terem nenhum contato; Hit Me Like A Man – The Pretty Reckless, Capítulo 47. Depois do show da TPR, luke e sophie parecem uns bêbados de tão malucos e etc. Vão para o rio e aí rola a hentai; Sueño de Amor – Liszt, Dawn – Dario Marianelli; Capítulo 48. Sophie interpreta essas duas músicas durante a audição para entrar na Juilliard School. Wherever You Will Go – The Calling, Capítulo 51. Sophie assiste ao vídeo que Luke fez para ela durante a madrugada antes de ela voltar para Franklin; Na Sua Estante – Pitty, Capítulo 51. Luke, após ler a carta de Sophie, cria um... ódio, completo sobre Soph e tudo em volta dela; Só Agora - Pitty, Capítulo 52. Sophie amamenta Henry, e decide ficar com ele; I don't love you – My Chemical Romance, Capítulo 55. Luke e Soph discutem na escola em que eles trabalham; I want you back – The Kooks, Capítulo 56. Julia e Nate tem o verdadeiro reencontro; Franklin – Paramore, Capítulo 57. Luke vê Soph tocando piano, e ela o ajuda a terminar de compor uma música; Fix you – Coldplay, Capítulo 59. Julia vai convidar Jason para seu casamento com o Nate e os dois conversam; When it Rains – Paramore, Capítulo 59. Luke leva Soph ao hospital onde Henry está; I never told you – Colbie Caillat, Capítulo 60. Luke descobre que é pai de Henry; A Thousand Years – Christina Perri, Capítulo 61. A noite em que Henry descobre que Luke é seu pai e ambos conversam, além de Henry e Sophie conversarem também;


Pianistas que foram citados/passados por Sophie:
Franz Liszt;
Dario Marianelli;
Hayley Williams.

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