23 de set de 2012

Capítulo 34

I just need this pain to end right here



Pov. Josh

É certo que não existe situação pior do que a que eu estou passando agora.
Hayley do outro lado da porta, suplicando e chorando para eu voltar pra ela. E Deus! Como eu queria simplesmente esquecer tudo e fazer isso!
Mas eu não posso.
Como confiar em uma pessoa que te traiu? Como continuar sabendo que você pode ser traído outra vez?
A maldita cena do beijo de Hayley e Van não saía da minha cabeça e as lágrimas insistiam em continuar.
A dor era tanta... tanta... tanta que se o meu coração parasse de bater, talvez não fosse doer tanto. Seria um alívio, aliás.
Aquela não é a Hayley de antes. E eu já devia ter percebido isso.
E agora, essa Hayley, que eu sinto como se eu não conhecesse, está chorando a minha porta e repetindo que me ama.
Por que ela faz isso comigo? Por que ela não vai embora e me deixa sofrer sem ela? Por que ela não para de mentir e se manda daqui?
Sinceramente, eu não sei.
E sabe o que é pior em tudo isso?
Eu a amo. E provei de todos os jeitos possíveis o meu amor por ela. Como eu fui idiota!
Músicas, declarações, presentes... Todos jogados fora. Sem consideração. Era uma mentira.
Tudo foi uma mentira. E ainda está sendo.
De repente as batidas param. Escuto um “A culpa não foi minha, Josh... eu amo você” e alguns passos.
“Quer alguma coisa, querida?”
“Não tia, eu... já vou.”
E silêncio.
Provavelmente a levaram até a porta.
As lágrimas começaram a ganhar mais intensidade. Aquela maldita cena que não saía da minha cabeça, piorava tudo de uma vez.
Queria gritar.
Mas tudo o que eu fiz foi ir até a minha cama e afundar minha cabeça no travesseiro, abafando meu grito.
O travesseiro tinha o cheiro dela. Aquele quarto estava repleto dela.
O cheiro dela. Lembranças dela. E da noite perfeita que tivemos aqui.
Lembranças... elas não se apagam. E agora, são elas que me fazem chorar.
Mesmo depois de tudo... tudo o que eu fiz, tudo o que passamos... ela me traiu. E eu simplesmente não consigo deixar isso ir.
— Josh? Josh? Abre, cara. — A voz grave era acompanhada de batidas regulares na porta.
— Me deixa sozinho.
— Josh... eu sou seu irmão mais velho... Sou mais experiente nessas coisas... eu posso te ajudar, ou pelo menos, te escutar.
— Eu quero ficar sozinho, Nate.
— Pra quê sofrer sozinho? Pra alimentar pensamentos e sentimentos amargos? Joshua, abre a porta. Sofrer sozinho não vai adiantar nada. Ao contrário, só vai aumentar a sua dor.
Fui até a porta e a destranquei. Nate entrou devagar.
— Ei, cara. — Ele disse e me abraçou. Segurei-me para não chorar mais na sua frente.
Sentamo-nos na cama.
— O que houve?
Suspirei.
— A Hayley... me traiu.
Ao dizer isso as lágrimas teimaram em surgir e rolar. Droga.
— Por isso ela gritou que não teve culpa...
— Como não teve, Nate? Eu vi. Não foi ninguém que me disse, não foi fofoca. Eu vi com os meus próprios olhos. Eu vi ela beijando um cara que há três meses atrás dizia que era meu amigo! Como ela diz que não teve culpa?
— Não deve ter sido roubado?
— Com o Van? Não, Nate. O Van é o tipo de cara que só fica com as meninas que dão em cima, que são fáceis de lidar. Mesmo que ele tenha roubado, ela deu a ousadia. E cara... eu amei tanto ela, Nate... fiz de tudo pro nosso namoro dar certo... e ela jogou tudo no lixo.
— Ah, cara... — ele passou uma mão pelo meu ombro — Não fica assim. Acontece com todo mundo. Você entrega o coração pra alguém, e esse alguém não trata bem... por mais que eu ache difícil isso acontecer com a Hayley, você disse que viu... Enfim, não... não fica muito ruim. Não joga sua vida fora por causa de alguém que não te merece.
— Eu sei... eu sei...
— Mas, mesmo que você tenha visto, Joshua, dá uma chance pra ela se explicar. Ela estava chorando quando saiu daqui. Chorando, e muito!
— A Jenna fazia à mesma coisa, Nate! Chorava por qualquer coisa e chorava compulsivamente, como se estivesse morrendo! As meninas tem facilidade pra chorar.
— Até mesmo a Hayles?
— São todas iguais.
— Olha bro, eu entendo você. Mas e se não for culpa dela? Dá uma chance pra ela se explicar. Escute a história da boca dela. Isso pode te ajudar muito. E se não ajudar... ninguém poderá dizer que você foi injusto.
Assenti e abaixei a cabeça, quando olhei para o lençol embaixo de mim. As lágrimas que caíram do meu rosto o molhavam.
E foi em cima desse lençol que passei o melhor momento da minha vida.
— Tanta coisa, Nate... Desde a infância, eu a amo... Na sexta a gente teve a nossa primeira vez... esse quarto está cheirando a ela. E isso é o que me deixa pior.
Nate arregalou os olhos.
— Vocês já...
— Sim, transamos. Foi perfeito... muito mesmo... e aí ela me apronta uma dessas.
— Uau; Bem... mais uma razão para você escutá-la... Mas não precisa ser agora. Tenta se ocupar, ocupar a sua mente, pra não pensar muito nisso. Quando você esfriar a cabeça e ficar mais tranqüilo... fala com ela. Dá uma chance pra ela se explicar. E se ela tiver mesmo feito tudo isso... parte pra outra, que o melhor é seguir com a vida.
Fiz que sim com a cabeça.
— Obrigado, cara. — Lhe dei um abraço forte.
— Que isso, Joshinho. — Ele disse e eu dei uma risada fraca.
Só Nate pra me fazer sorrir numa hora dessas. E só ele pra me chamar desse apelido horrendo!
Nos separamos e ele colocou uma mão no meu rosto ficou me olhando.
— Agora que tá tudo conversado, vamos acabar com essa depressão! — Ele disse com entusiasmo e eu tentei sorrir.
— A mãe e a Isabelle vão comprar umas coisas em Nashville... que tal uma tarde só de rapazes? Eu, você e o Zac, que nem há uns anos atrás? A gente pode passar a tarde inteira jogando videogame, podemos pedir pizza, comprar uns donnuts e assistir o jogo de baseball comendo porcaria até vomitar, que tal?
Eu ri.
— Parece ótimo.
— Beleza. Elas não iriam mais por sua causa, mas eu vou convencer a mãe que é melhor mesmo. Quando elas saírem a gente pede uma pizza.
— Uma só? — disse Zac, entrando no quarto — Uma só pizza não vai saciar minha vontade.
— Pedimos quinze, tá bom pra você?
— É, dá pro gasto.
E começamos a rir.
É... eu tenho os melhores irmãos do mundo.
— Vou lá falar com a mãe. — Nate disse e saiu do quarto.
— E aí, cara. Tudo bem? — Zac diz dando um pequeno tapa na minha perna.
— Não, né... Mas... acho que essa tarde vai me fazer bem.
— Quer minha opinião?
— Ér... sim, claro.
— Acho que ela não foi capaz de fazer isso.
— Como você sabe da traição se eu não te contei?
Zac fica inquieto.
— Eu não escutei atrás da porta.
— Hm, sei. — Eu disse rolando os olhos.
— Mas sério, Josh. A Hayles... não sei... não parece do feitio dela.
— Eu sei Zac. Mas essa Hayley não é a mesma Hayley que nós conhecíamos.
Zac suspirou.
— Você vai dar uma chance pra ela de se explicar?
— Acho que vou... mas não hoje. E talvez nem amanhã... Mas eu vou.
Zac assentiu com a cabeça.
— E aí, pronto pra morrer loucamente no Resident Evil?

[...]

— AAh! Zumbi infeliz! Acabo com a sua raça! Tá pensando o quê? Que eu vou deixar barato? TOMA ISSO! Yeeear! Oh, merda! Você me paga.
— Zac, se acalma.
— COMO EU VOU ME ACALMAR SE ESSE INFELIZ NÃO MORRE, NATE? Josh, ajuda aí, cara.
— Estou atirando. Calma, vou trocar de arma.
Já tinha se passado uma hora desde que as meninas saíram. Tínhamos pedido umas pizzas e estávamos jogando. Apesar do videogame me ajudar muito, me destraindo, em todo momento a minha cabeça se direcionava a ela. Tudo em mim estava direcionado a ela. E tudo isso, doía.
Mas é justo que meus irmãos sofram uma dor que não é deles?
Não. E por isso, estou tentando ficar bem. Tentando.
Então a campainha toca.
— Ufa, até que enfim a pizza. — Nate. — Eu vou lá.
Nate sai da sala e eu e Zac continuamos jogando.
— Ah, droga. Morri.
— Zumbis infelizes... — Zac repetia, jogando sozinho.
— Ô Josh? — Nate me chama e eu viro o rosto. Ele estava coçando a nuca.
— Ué, cadê a pizza?
— A Jenna tá aí.
Era só o que me faltava.
— Manda ela embora.
— Ela já entrou. — E foi aí que eu percebi que ela estava no pequeno corredor, passando a mão numa mesinha.
Ótimo. Realmente incrível. Já não me basta ela, que não sai do meu pensamento, me vem a outra, que insiste em ficar na minha vida.
Suspirei e me levantei. Fui andando até onde ela estava.
— Oh, Josh! — Ela grita de um jeito... melancólico, e me abraça. Deixo os meus braços no ar enquanto ela passa as mãos pela minha barriga e apóia a cabeça no meu peito. Mais falsidade. Mereço, né? — Eu soube o que aconteceu! Eu sinto muito... você não merecia isso... Oh, gente. Você está com o semblante triste. Eu vou cuidar de você.
— Jenna, Jenna... — Eu digo tentando tirar as mãos dela que estavam grudadas em mim — ...Eu agradeço a sua consideração, mas eu não preciso que você faça isso.
— Own, Josh... eu sei como você está se sentindo... sei bem como é amar alguém que te despreza. — Ela disse me olhando daquela mesma forma melancólica.
Revirei os olhos.
— Pois é. Mas eu realmente preciso que você vá embora. Não se preocupa comigo, eu vou ficar bem.
Ela começou a passar a mão no meu rosto.
— Eu realmente não sei como ela pôde fazer isso com você... Mas saiba, que qualquer coisa que você precisar, pode contar comigo. — Ela abaixa a mão e vai passando pelo meu peito — Por mais que a gente não tenha mais nada... eu ainda sou a sua amiga. E vou ser pra sempre.
— Obrigado. — Eu digo tirando delicadamente a sua mão de mim.
— Então... eu vou indo. — Ela diz e me abraça novamente. — Tchau Josh. E fica bem, ok?
— Vou ficar.
Eu a levo até a porta.
— Eu te amo.
— Tchau. — E fechei.

“— Me sinto uma idiota por dizer isso... mas acho que de um jeito muito estranho... eu amo você.”

E essa lembrança vem até a minha cabeça para me fazer mal outra vez. Fica impossível conter a lágrima que escorre.
Ela não me ama. Se me amasse não teria feito aquilo.
Meus pensamentos são interrompidos pela campainha. Seco as lágrimas com um certo desespero e abro a porta.
— Foi daqui que pediram uma calabresa e uma portuguesa grandes?
— É... sim, foi daqui. Um segundo; NATE, A PIZZA! TRAZ O DINHEIRO. — Grito Nate que logo vem com alguns dóllares na mão. Pagamos o rapaz, pegamos as pizzas e o refrigerante e voltamos para a sala.
— O que a Jenna queria? — Zac pergunta, com a boca muito cheia.
— Saber se eu estava bem...
— Ahn. Ela deve ter metido o pau na Hayles, não? — Zac diz e leva um cutucão de Nate — Ai!
— Não, Zac. Ela nem sequer tocou no nome dela.
— Idiota. — Nate sussurra. — Será que já começou o jogo do Red Sox?
— Não sei... acho que sim.
— Então vamos desligar o videogame e ver o jogo.
Dei um meio sorriso ao ver o desespero de Nate em me fazer não lembrar dela. Como se fosse possível.


Pov. Narrador

Após Josh fechar a porta, Jenna não se esforça para conter o sorriso que a invade por inteiro, e sai daquela casa praticamente pulando de felicidade.
Dera certo, afinal.
“Agora, não demora muito e ele volta a ser meu.”
Esse era seu principal pensamento, desde que colocara em prática seu plano e o vira dando certo.

Flashback on

— Van? Amor? — Diz Jenna, no domingo, após chegar a casa do delinqüente.
— Oi Jenn, linda! — Ele diz, tomando-a nos braços.
— Ei, relaxa! — Ela diz sorrindo — Quero que você faça uma coisinha por mim.
— Qualquer coisa pra minha loira gata.
— Ótimo.
Van, no começo, se recusou. Não era uma boa idéia ele ajudar a separar Hayley de Josh só para Jenna voltar com Josh. Mas Jenna conseguiu convencê-lo sem dificuldades.
— Mas Jenn... por que você não deixa os dois em paz?
— Porque ela não merece, Van.
— Como vai ficar comigo se estará namorando o Josh?
— Não se lembra de nossos tempos de antigamente? — Ela diz passando a mão por dentro da blusa do rapaz. — Pelo o que me lembro isso nunca foi um problema para os nossos pequenos encontros.
Um sorriso malicioso se forma no rosto de Van.
Ela é gostosa demais para simplesmente não se aproveitar.
— Vamos... faz isso, vai... por mim. — Ela diz passando a mão por todo o corpo dele.
— Isso é jogo sujo. — Ele diz sorrindo.
— E quando você me viu jogando limpo? — Ela sorri também e o toma para um beijo.
Isso era um sim.
No outro dia, nervoso, ele se prepara para colocar em prática o plano de Jenna. A ação seria simples: Ele chamaria Hayley para conversar e a beijaria quando Josh aparecesse.
É lógico que ele não contava com os chutes e tapa de Hayley. Que doeram.
E ele também não contava que Taylor e Jeremy iriam acertar as contas com ele.
E não contava que Jason também acertaria as contas com ele.
E também não contava com uma suspensão de dois dias e castigo no sábado, já que Mark relatou absolutamente tudo para o diretor, que logo tomou providencias.
E por isso ele quase se arrependeu de ter obedecido Jenna.
Quanto a Hayley, assim que ela saiu da casa de Josh, seguiu novamente para escola, deixando as lágrimas caírem livremente.
Ela simplesmente não ligava para os olhares e comentários sobre ela.
Entrou na escola e Sarah a viu, correndo para abraçá-la.
— Oh, linda, o que aconteceu? Você está chorando? Oh meu Deus, Hayley, não fique assim... — Ela disse a abraçando, enquanto Hayley chorava em seu ombro.
— Ele... não... acredita em mim, Sarah... não acredita... — Ela disse em soluços.
— Own, amor, se acalma. Foi tudo muito rápido pra ele e pra você também. Dê tempo ao tempo, que as coisas vão se ajeitar. Não se preocupa, vai.
— Foi tudo culpa dele... daquele desgraçado do Van... eu vou matá-lo, Sarah. Ele vai ver...
— Hayley, olha, se acalma. O Taylor e o Jeremy já saíram daqui putos da vida com esse cara. Foram... conversar com ele. Fica calma, porque se depender de nós, ele nunca mais chega perto de você.
— Eu não quero perdê-lo, Sah... não quero... — Ela disse chorando mais.
— Vem, vamos pegar a sua mochila e vamos pra sua casa.
Sarah pegou a mochila de Hayley. Ela estava quase saindo quando o diretor a chama.
— Srta. Williams? Precisamos conversar.
— Desculpa diretor, eu tenho que ir... estou... passando mal.
— Entendo perfeitamente, mas eu tenho que conversar com a Srta.
Ela assente e entra na sala do diretor. Se sente de frente pra ele que continua em pé.
— Acredite, eu já fui um adolescente. Sei perfeitamente o que vocês passam. Mas isso, Srta., não pode interferir em sua vida escolar. Eu não vou castigá-la, pois Mark me contou que a Srta. não teve culpa e eu acredito nisso. O Sr. Beasley, por sua vez, será suspenso e castigado. Quanto a Srta., volte para a sua sala.
— Não estou em condições de estudar, diretor. Estou realmente passando mal.
Ele a encara por um longo momento. Ela tinha razão. Sua aparência estava abatida e ela realmente parecia estar doente.
— Certo. Vá para casa. Mas amanhã quero a Srta. firme em suas atividades escolares. E o Sr. Joshua também.
Ela abaixa a cabeça sentindo que uma lágrima estava para rolar. Se levanta e sai.
Sarah a esperava do lado de fora. Ela lhe deu um ultimo abraço e Hayley seguiu para a casa dela.
Enquanto isso, na aula de Física, a professora sai da sala e Jason vai falar com Jenna.
Afinal, tudo agora fazia sentido em sua cabeça. E sua conversa com Van fora bem esclarecedora também.
— Ora, se não é o roqueiro californiano! — Diz Jenna, com alegria visível estampada no rosto.
— Foi você, não foi? — Ele perguntou.
— Eu o quê, querido colega?
— Foi você que mandou Van para beijar Hayley a força e a separar de Josh.
— Eu? — Ela solta uma forte risada. — Não, Jason, não fui eu.
— Ah, fala sério! Não me faça de idiota. Eu sei que foi você... Caramba, Jenna. Você é dispresível.
Ele diz e sai de perto dela, sentando-se na sua cadeira e apoiando a cabeça entre as mãos.
Fora Jenna, disso ele tinha certeza.
Quando Hayley chegou em casa, Christie estava passando esmalte em uma unha do pé.
— O que faz em casa a essa hora?
— Fui mandada embora.
— Foi suspensa denovo?
— Não.
— Então...?
— Saí porque estava passando mal.
— O que você tem? Gripe, resfriado?... Hayley, você estava chorando? Sim, você estava. O que aconteceu?
— Um garoto...
— O que tem o garoto?
— Ele me beijou a força na frente do Josh e... agora o Josh não quer acreditar que eu não queria beijá-lo. Mas eu não queria, mãe... eu não queria, juro. Ele me puxou a força. Ele dava dois de mim! Eu ainda dei uns chutes nele mas... Ele não acreditou. Eu o escutei chorando, mãe. Ele me mandou ir embora. Disse que não quer me ver... Eu não posso perdê-lo, mãe, não dessa vez.
— Ahn, meu amor... — Christie corre e abraça a filha, segurando-se para não chorar também.
Escuta absolutamente tudo o que Hayley tinha para dizer e decide tirá-la daquele estado.
Aluga uns filmes de comédia, faz pipoca e brigadeiro de panela. E compra muito sorvete.

Flashback off

E agora, Jenna está sorrindo em direção a sua casa.
Josh, triste, mas tentando parecer feliz enquanto come pizza e assiste baseball com seus irmãos.
Hayley, de pijamas, assistindo uns filmes e se empanturrando de porcaria com sua mãe.
E a única coisa que Josh e Hayley queriam, neste exato momento, era ficarem juntos. Mas isso era impossível.
Pelo menos... por agora.

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