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16 de nov. de 2013

[Livro X Filme] Jogos Vorazes: Em Chamas



Os fãs gringos sempre tiveram vantagem sobre nós quando o assunto era acesso sobre as coisas das quais gostamos. Os exemplos dessa afirmação são infindáveis. Os potterheads brasileiros, por exemplo, tiveram que esperar TRÊS INACABÁVEIS MESES para comprar o último livro da série em português. Os tributos, fãs de Jogos Vorazes, precisaram implorar às editoras brasileiras para fazer um lançamento decente e, enquanto isso, baixar as traduções em PDF do grupo After Dark no Orkut.
O brasileiro, meus amigos, é um sofredor árduo quando se trata de suportar as regalias que a fãbase gringa tem sobre ele.
BUT NOT THIS TIME.



Jogos Vorazes: Em Chamas estreou ANTES DO MUNDO TODO no Brasil. E eu, é claro, peguei o busu cozamigos em direção ao que seria o FILME MAIS FODA DO ANO.
Talvez eu esteja simplesmente exagerando.
Se você não acredita que a adaptação ficou assim legal: assista. Não, é claro, se você for gringo. Porque aí você vai ter que esperar mais uma semana (22 de novembro). Sorry, sweetheart.
A garota que vos fala, não podendo ser diferente, foi ver o filme na estreia. Ganhou um pôster bonitinho. Segurou a mão do amiguinho tão forte que quase arrancou, na hora do surto. Não pôde gritar porque não paravam de mandá-la calar a boca, mesmo que ela só sussurrasse algumas coisas como "ÇPASKOQHJWNRKEJDBLQIWUAEGBHDSÇOIQJKWSA AI MEU DEUS PEENISS!!!".
E ela, em consideração a vocês, contextuados do core, vai tentar não ser muito anti-profissional para escrever o LIVRO X FILME desse mês.
Com vocês: The Hunger Games: Catching Fire! And may the odds be ever in your favor!

AVISO: Esse artigo contém spoiler PRA CARAMBA.


Autor X Roteirista


Qualquer um que já tenha visto Clifford, O Gigante Cão Vermelho ou Clarissa Sabe Tudo já conheceu uma pitadinha do trabalho da nossa autora-meu-deus-um-reality-show-por-que-não-fazer-adolescentes-se-matando-na-tv? mais linda do mundo, Suzanne Collins. Isso porque, SIM, Suze já divou escrevendo roteiros para a Nickelodeon e essas eram as suas séries mais famosinhas.
(Embora ela não conste na Wikipédia como criadora do cachorro vermelho que mesmo tendo nascido como o menor de sua família vermelha, desafiou todas as leis animalescas do mundo e se tornou um gigante em poucas semanas. Isso porque ela não o criou. Só escreveu várias de suas aventuras.)
Aqui está Suze Collins, pessoal.
A cara da riqueza.
Acontece que Suze, que já tinha escrito outros milhares de livros infantis que vocês provavelmente vão se sentir tão tentados a ler quanto eu, de repente estava assistindo a um reality show e pensou, tipo, "por que não escrever uma distopia onde existem doze distritos e uma capital opressora que impõe o seu poder capturando um tributo de sexo feminino e um tributo de sexo masculino para lutarem até a morte em uma arena, televisionada para todo o país - que poderia muito bem se chamar Panem?". Como de idiota dona Collins não tem nem a cara, escreveu um young adult (que já tava super in por causa de Crepúsculo em 2008), conseguiu colocar um triângulo amoroso no meio de toda a política e voilá. Ficou rica. Famosa. Glamourosa. Lu-xo-sa. Sambando na cara dos haters.
A notícia de que Jogos Vorazes teria um filme veio logo depois do lançamento do último livro, se a moça que vos escreve não está enganada, e toda a fã-base de The Hunger Games ficou eufórica. No dia 23 de março de 2012, estávamos todos no cinema, vendo Jennifer Lawrence interpretando gostosamente Katniss Everdeen, Josh Hutcherson sendo fofo no corpo de Peeta Mellark, e o irmão do Thor sendo o Gale que não tem brilho nenhum no primeiro livro/filme e que ninguém ama.
"Eles desenharam um pênis."
Culpa sua ter um shipper tão chamativo.
(Nada contra o Liam Hemsworth, inclusive o acho extremamente legal, só que shippo Peeniss para a vida e esse artigo pode ser levemente inclinado a isso.) (Desculpem se prometi não ser anti-profissional.)
 O primeiro filme foi, para a alegria geral da população, bastante fiel ao livro. Além disso, conseguiu inovar, ultrapassando o ponto de vista único da Katniss e mostrando os jogos acontecendo por um meio geral. Sem falar que aquele close da cara do Gale no beijo Peeniss fez minha sala de cinema explodir em gargalhadas.
Portanto, quando a blogueira em questão dirigiu-se à parte mais ryca de Brasília na esperança de ver o segundo filme da quadrilogia, pode-se dizer que as expectativas estavam altas.
E FORAM SUPERADAS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Tô cabeluda de dizer para vocês que entendo que uma adaptação cinematográfica de uma obra literária dá trabalho de fazer. O tempo é muito pequeno, especialmente se o livro for grande. Precisa-se de diretores competentes. Fotografia competente. Atores competentes. Sonoplastia competente. ROTEIRISTA competente. E, acima de tudo isso, precisa-se de muito. dinheiro.
(140 milhões de verdinhas gringas foram gastas em Jogos Vorazes: Em Chamas. Pouquinho assim.)
Os roteiristas de Em Chamas chamam-se Simon Beaufoy, Michael Arndt e SUZANNE COLLINS. O que quer dizer, meus queridos, que não tem nada versus nada aqui mais não. O filme foi perfeitamente premeditado sob os parâmetros do livro. Existem cenas que têm as mesmas falas. Coisas que sabemos pelos pensamentos da Katniss e que foram reproduzidas em vídeo da forma mais inteligente que se poderia imaginar (todos sabemos, por exemplo, que a Katniss sente o hálito de sangue do presidente Snow. Sabe como eles reproduziram isso? O cara dá um gole no champanhe e o líquido volta vermelho. ARREPIOS, GALERA, ARREPIOS). As falhas que Gary Ross nos deixou no primeiro filme (tipo, adiós, Madge) são facilmente relevadas no segundo, apesar de ter dado ao espancamento do Gale menos espaço do que é dado no livro. MAS QUEM LIGA PARA O GALE?, o filme soube ser inovador, soube seguir os parâmetros livrísticos (rs), soube ser romântico (sério <3), soube ser ousado (só eu não esperava ver a Johanna pelada?)...
Ao diretor Francis Lawrence e aos roteiristas amorzinhos: PARABÉNS, CARAS. O filme soube ser incrível.

Personagens X Atores


Tá certo que todos fomos irremediavelmente ligados aos atores que nossas cabeças tinham cogitado aos nossos queridos amiguinhos literários. Confesso que queria muito que a Mila Kunis fosse escalada para Johanna Mason, por exemplo, o que eu percebi ao assistir esse filme que: FOI DOIDERA. O cast escolhido, meus caros, simplesmente sambou duas horas e vinte e três minutos de carnaval nas nossas faces.
Como ponto estético, é importante ressaltar que o Gale deveria, de acordo com o livro, ser parecido com a Katniss (pele morena, olhos e cabelos escuros, corpo forte, etcs). Também deveria ser assim com o Haymitch, aliás. Mas houve um cleaning no elenco do livro e as pessoas que deveriam ser morenas e sofridas tornaram-se magicamente loiras, lindas, divas e ricas, ao menos no primeiro filme. A miséria e revolta nos distritos ficou bem mais evidente em Em Chamas. Principalmente os figurantes. Sofridos, maltratados, com olhos de esperança, encostando os dedos aos lábios e assobiando o toque do Mockingjay. Gosto assim. 

  • Jennifer Gostosa Lawrence interpreta Katniss Everdeen novamente e mostra que não tem um oscar e mais um zilhão de prêmios por acaso. A gente sabe que a Jenn é uma das atrizes mais promissoras de róliúdi, oras, vivem falando disso o tempo todo. Em Jogos Vorazes: Em Chamas, ela simplesmente pisou em cima do meu coração com um salto agulha. Chorei 9017281368172 vezes. Acho que ela devia ganhar mil oscares só pelas olhadas de desespero que me faziam ficar com o coração na mão. Perfeita, perfeita mil vezes, não consigo achar defeitos nessa mulher. 
    Jennifer Lawrence as Katniss Everdeen. Approved.


  •  Josh Hutcherson interpreta Peeta Mellark e, gente!, esse menino!!! Convenhamos que o pequeno (rsrsrs) Joshua já é nosso xodozinho desde ABC do Amor e Ponte Para Terabítia. Nós o vimos no primeiro filme, todo fofinho, todo centrado, como o Peeta era, mesmo. Mas querem saber de uma coisa? A atuação desse moleque em Jogos Vorazes: Em Chamas obteve uma melhora significativa. Desde o momento de fúria dele ao jogar as bebidas do Haymitch fora, até os olhares de ela-não-me-ama... os beijos, OH, OS BEIJOS. As contracenas Josh+Jenn foram as coisas mais shippáveis e lindas DO MUNDO. Palmas?

    Josh Hutcherson as Peeta Mellark. Approved.


  • Liam cyrus irmão do thor Hemsworth interpreta Gale Hawthorne e PAUSA PARA OUTRA ATUAÇÃO DIVOSA. Tudo bem que o Gale não é meu personagem favorito da vida, mas eu ainda o amo lá no fundo, e o fato de ele ser interpretado por um dos irmãos Hemsworth influi um pouquinho nisso. Como foi anteriormente dito, o Gale do livro pouco bate fisicamente com o Gale do filme, mas o que falta em aparência, compensa em competência. Outro aprovado. Deus?

    Liam Hemsworth as Gale Hawthorne. Approved.
  • Woody Harrelson interpreta Haymitch Abernathy e, cara, se esse Woody se provou incrível no primeiro filme, não deixou nadinha a desejar no segundo. Mesmo sem ser moreno e com toda aquela cabeleira, não tem nada mais aconchegante do que ouvir um "stay alive" ou um "sweetheart" da boca deste homem.


    Woody Harrelson as Haymitch Abernathy. Approved.
     
  • Donald Sutherland interpreta President Snow. Sei lá, eu simplesmente admiro esse cara. Pouco antes de assistir ao primeiro filme, eu imaginava que seria impossível vê-lo em uma má figura, justamente porque um dos meus filmes favoritos da vida (Orgulho e Preconceito - 2005) o tem como a melhor figura paternal de sempre. Assim, eu olhava para o sorriso gostoso do Sr. Bennet e pensava "aw, como esse cara vai ser o pior homem do universo?".
    Ele conseguiu, caras. Ele conseguiu.
    Em Jogos Vorazes, foca-se mais no massacre na arena do que nas questões políticas distritais, de modo que Donald não tem tanto glamour. Mas nesse filme, temos vários takes de suas conversas com Plutarch Heavensbee (Philip Seymour Hoffman), vários discursos e aquela cena maravilinda do champanhe cheio de sangue. Sem falar nas cenas com a netinha dele.
    E eu juro que ele dá medo.

    Donald Sutherland as Presidente Snow. Approved.
  • Willow Shields interpreta Primrose Everdeen e eu só tenho uma palavra para descrever a atuação pequena, mas importante dessa criança: AWN.

    Willow Shields as Primrose Everdeen. Approved.
  • Sam Claflin interpreta Finnick Odair e, e aí, vocês querem um torrão de açúcar? Vamos falar sério aqui: quando Sam foi escalado para Finnick, a maior parte dos tributos xaropou. Disseram que ele era frio. Que não era bonito o suficiente. Que não atuava bem o suficiente. Reclamaram até cansar. E, bem, acho que não falo só por mim quando digo que esse cara não foi apenas sedutor como Finnick, mas mortífero também. Oh, yeah, eu quero um torrão de açúcar.

    Sam Claflin as Finnick Odair. Approved.

  • Jena Malone interpreta Johanna Mason e, MEU DEUS, GENTE, ESSA MENINA FOI A REVELAÇÃO MASTER DESSE FILME. Eu tinha meus motivos para não ter concordado com Jena à primeiro momento. A começar pelo rostinho dela. Pela palidez dela. Falando a verdade, não estava acreditando que a garota se sairia bem ao interpretar a minha provável personagem favorita do terceiro livro.
    Mas foi exatamente isso que ela fez.
    Jenny sambou nua na minha cara dentro daquele cinema. Conseguiu ser corajosa, sexy, ousada, irritante... tudo. Pode ser que o personagem simplesmente fosse maravilhoso e qualquer atriz suficientemente competente faria com que eu o amasse. Mas, falando sério? Gritei quando ela mandou a capital tomar no c* no programa de Caesar Flickerman.
Jena Malone as Johanna Mason. Approved. ESSA CENA S2


Tudo bem. Fui dar uma olhada na minha listinha de personagem e percebi que AINDA TEM MUITA GENTE, CARAMBA. Vamos combinar. São vinte e quatro tributos. Sem contar os outros personagens. Vai ficar chato falar de todos eles e, como eu percebi, não tenho de quem falar mal. Portanto, APLAUSOS A TODO O CAST, MEU POVO!!! Calaram a boca dos haters.




 Últimos Capítulos X Últimos Minutos


A maior parte das cenas do filme são idênticas aos do filme, só que ainda melhores. A névoa é mais espessa. A cara do Finnick ao perder a Mags, logo depois de receber um beijo dela. Os gaios tagaleras gritando as súplicas das pessoas que Katniss e Finnick amavam. Os beijos Peeniss. O plano de Beetee. O "fique abaixada, ok?" de Johanna após cortar o antebraço de Katniss. As mortes. O girar da cornucópia. O raio na grande árvore. Tudo, tudo.
PEENISS PEENISS PEENISS PEENISS PEENISS
PEENISS PEENISS PEENISS PEENISS PEENISS
PEENISS PEENISS PEENISS PEENISS PEENISS
Eles conseguiram melhorar. O companheirismo estabelecido pela Johanna e a Katniss inicia-se agora, mesmo, no segundo filme, e eu sei que eu vou morrer de chorar quando as duas treinarem juntas no quarto. O fim visto por um segundo ponto de vista. A forma como o "lembre-se de quem é o inimigo" é externada ao espectador, diferentemente de como Suze fez no livro, em que as palavras simplesmente vêm à mente de Katniss. A flecha no campo de força.
A queda do campo de força.
Chorei quando o campo de força caiu, o presidente Snow via que a transmissão havia acabado e Plutarch havia sumido. Chorei quando Katniss abriu os olhos e viu tudo cair, viu um aerodeslizador levantá-la, seus olhos brilhantes e distantes, o corpo sujo. Chorei porque aquela cena foi tão, tão linda, muito mais linda do que eu poderia imaginar, e eu sabia o que viria em seguida. O tapa na cara do Haymitch. Ela xingando-o de "son of a bitch" e  chamando-o de mentiroso até que desmaiasse por causa dos sedativos.
Gale.
"O distrito 12 não existe mais."
O filme acaba com um foco nos olhos da Katniss, lágrimas inundando-o. Mas depois elas param. E Katniss encara a câmera.
Então um tordo pega fogo, voa, e Atlas do Coldplay começa a tocar, enquanto as luzes do cinema se acendem e você não é mais ninguém.
Céus.


Considerações Finais


Podemos considerar, é claro, as cenas que foram cortadas. Poucas coisas das quais eu realmente senti falta. Como o relógio do Plutarch (que na realidade aparece, mas só numa versão especial para DVD), Katniss, Peeta e Haymitch treinando como carreiristas, a choradeira da equipe de preparação, a cena no terraço do prédio, os vestidinhos de mocinha inocente da Katniss, os vestidos de noiva, Madge...
E também as coisas que acrescentaram. Os xingamentos da Johanna e a cena em que ela segura a mão de Katniss, um beijo extra para o Gale (pelo menos isso, né?), o champanhe cheio de sangue do Snow...
Em geral, foi uma adaptação muito boa. Não só porque foi fiel e cara, não só porque uma das roteiristas foi a própria escritora dos livros, não só porque eu sou uma fã assumida de THG e sou suspeita para dizer.
Mas porque foi emocionante, arrepiante, aterrorizante.
E porque eu ganhei um pôster. Tipo, valeu totalmente os onze reais gastos.
Motivos para se ler o livro: apesar da narrativa meio lenta no início do livro, é uma continuação cheia de ação e genuinamente mais emocionante e revoltosa do que o primeiro da sequência; você quer um torrão de açúcar?; Katniss está mais confusa do que nunca; daqui a cem anos vão se retratar a The Hunger Games como um clássico e sério que você não quer ler os livros?
Motivos para se ver o filme: a fotografia maravilhosa; o desempenho de Jennifer Lawrence que vai te fazer chorar; a paranoia e a loucura de Katniss que fica evidente logo na primeira cena do filme; peeniss; Sam Claflin; quer um torrão de açúcar?; Jena Malone ficando nua; a cara da Jennifer Lawrence quando a Jena Malone fica nua; um monte de beijos esquisitos (Chaff e Katniss, Peeta e Finnick (que não é bem um beijo mas...), Mags e Finnick); Sam Claflin; a trilha sonora tá estupidamente incrível; já cheguei a mencionar o Sam Claflin?



13 de ago. de 2013

Cidade dos Ossos (e que ossos, hein)

AVISO: A resenha abaixo contém spoilers! Se você não leu o livro, não leia isso. Ou leia, quanto mais acessos, melhor.

Eu fiquei horas pensando sobre o que resenhar. "Que tipo de música poderia agradar o pessoal?", eu me perguntava. Então, sendo v1d4 l0k4, decidi resenhar Cidade dos Ossos, da Cassandra Clare.

De uns dias pra cá, o livro tem virado modinha. O motivo disso é bem óbvio: O filme vai ser lançado dia 21 de agosto desse ano. Posso dizer que não curti muito, já que o preço dos livros subiu drasticamente e capas com imagens do filme já começaram a ser lançadas (e, convenhamos, capa originais são quase sempre melhores). 

            O livro é centrado em Clary, uma garota de 15 anos que mora em NY. Ela e seu melhor amigo, Simon, vão a uma festa juntos, em uma boate da moda chamada Pandemônio – que é, obviamente, um nome de uma boate que qualquer jovem que quer se manter são e salvo visitaria. Lá, Clary enxerga um garoto loiro extremamente lindo e musculoso, cheio de tatuagens, com os cabelos compridos e olhos do tipo vou-penetrar-sua-alma e o vê comentando o pior de todos os crimes – um assassinato. Um casal vestido de preto e tatuado – como o loiro – o dava cobertura. Clary grita e mostra as três pessoas vestidas de preto e o jovem assassinado para Simon, mas ele não consegue ver nenhum deles. Então, ela corre e chama os seguranças, que os veem tanto quanto Simon – que rufem os tambores: nada.

            Jace é um nephilim – filhos de anjos com humanos – e tem a missão de caçar demônios. Ele é o cara loiro citado no parágrafo anterior. E, em menos de 24 horas, o segundo encontro de Clary e Jace acontece. Nada de bom aconteceu desde então – a mãe de Clary acaba desaparecida e até mesmo a própria Clary, a garota indefesa de 15 anos, é atacada por um demônio nojento.

            Clary é uma mortal com o dom da visão. Ela pode ver demônios e nephilim – os caçadores de sombras. O que explica muita coisa que ocorreu até agora, mas explica o motivo de um demônio estar atrás dela? Será que a mãe de Clary está viva? Se sim, o que ela pode fazer para ajudá-la? E a própria garota, Clary, tem tempo para procurar sua mãe ou está ocupada demais tentando salvar sua própria pele?
            O que mais me fascina no livro é que a escrita da Cassandra não é uma escrita complicada – como a de George R. R. Martin. É uma escrita leve, fácil de entender. O livro tem um ritmo maravilhoso, consegui engolir ele em mais ou menos 4 horas.

            Como eu sou uma pessoa muito legal e vi que a Sarah faz isso, vou falar um pouco dos personagens e compará-los com os atores que foram escolhidos para interpretá-los. 

Clary Fray (interpretada por Lily Collins)

            Aprovada. Por muito pouco, mas aprovada. Se ela precisasse de um 6 de 10 pra passar, ficaria com um 6,1, no máximo. No livro, Clary tem os cabelos incrivelmente cacheados e ruivos. Sua sobrancelha é extremamente fina e bem cuidada. Acho que Lily não se encaixa muito bem nisso, mas a atuação da moça no trailer foi tão boa que me fez criar certa afinidade por ela.

“Eu quero um café preto. Preto como minha alma.”










Jace Lightwood/ Morgenstern/ Wayland (interpretado por Jamie Campbell Bower)

            “Ei, Wes, porque essa penca de sobrenomes?” Oh, caro leitor, é isso que você deve estar se perguntando. Respondo-te não respondendo-te, ou o livro perderia toda graça.

            Como eu disse antes, Jace é um cara lindo e musculoso, tudo de bom e etc. Não decidi se Jamie se encaixa em bonito, apesar de ser bem musculoso. Eu só o achei um pouco bizarro pra interpretar o Jace, e a atuação um pouco diferente do personagem também. Jace é irônico 115% das vezes, e Jamie não se mostrou assim no trailer. Estou esperando pra ver, mas se eu fosse dar uma nota agora, ele estaria reprovado.

“O menino nunca mais chorou e nunca mais se esqueceu do que aprendeu: que amar é destruir e que ser amado é ser destruído.”

Alec Lightwood (interpretado por Kevin Zegers)

             Eu não quero ser o vilão da história, mas reprovado. Eu não sei vocês, mas Alec tem 17 anos. Não imagino o Kevin com cara (nem corpo, porque CARA) de 17 anos. Mas a atuação está maravilhosa. Alec é apaixonado por Jace e no trailer ele interpreta isso incrivelmente bem. Principalmente no momento em que vai dar um discurso do estilo tire-as-mãos-do-meu-homem-vadia pra Clary. Imagem: 3,5. Atuação: ∞



"Pegue as minhas mãos. E pegue a minha força também. O que quer que consiga pode usar para... se manter de pé."

Isabelle Lightwood (interpretada por Jemima West)

            Eu nunca reprovei tanto uma pessoa como eu reprovo Jemima como Isabelle. Isabelle é alta, gostosa, extremamente linda e está sempre com roupas de grife. Sem ofensas, mas galera, cadê os peitos, a bunda, o senso de moda e a altura dessa Isabelle????????????????

"Ah, pelo amor de Deus, ele realmente vai acordar numa hora maldita dessas só para provar o amor por você ou coisa do tipo?"



OLHEM 
ISSO, TIPO:








Valentine Morgenstern (interpretado por Jonathan Rhys Meyers)




            Eu n em vou gastar meus dedos pra falar da pior escolha de um ator na história da terra. Gente, Valentine tem o cabelo comprido – tão loiro que chega a ser branco. Que porra droga é essa!?

"Diga a ela, se perguntar outra vez, que o sangue do Anjo corre nas suas veias."








Simon Lewis (interpretado por Robert Sheehan)

          Robert foi uma das menos-piores (ou mais-melhores) escolhas do elenco desse filme. Ele está praticamente igual ao Simon do livro, tirando o comprimento do cabelo. Sua atuação no trailer está maravilhosa e... Bem, isso ganha meus votos positivos.

"Além disso, eu estou dormindo com sua mãe. Só achei que você deveria saber. "






Magnus Bane (interpretado por Godfrey Gao)

            AI MEU DEUS ~grita~ QUE CARA GOSTOSO, PQP, ME COME!

            De todo o elenco, Godfrey é o cara mais gato o personagem mais fiel ao livro. Afinal, Magnus é tão gostoso, lindo e perfeito quanto.


"Sim, é claro. E Madonna me quer como um dançarino de fundo em sua próxima turnê mundial "



Encerro a resenha com a deliciosa imagem do Magnus o link do trailer, caso alguém se interesse.


Nota do livro: 


Pré-nota do filme:





2 de jul. de 2013

[Livro X Filme] Percy Jackson e o Ladrão de Raios






E AQUI ESTÁMOS NÓS! Meses depois da primeira postagem mais lida da história desse Blog (!!!), a tão aguardada e épica sequência de Livro versus Filme, no novo (con)! Sem poder ser diferente, o nosso alvo de comparação hoje é, também, um dos best-sellers do Times (que des-ban-cou e ar-ra-sou lá no topo por cento e cinquenta e cinco semanas). Dono de uma grande massa de fãs pelo mundo. Um garoto filho de um deus que deu a Rick Riordan dinheiro o suficiente para sustentar até a sua nonagésima quarta geração no lusho. Rufem os tambores...
Percy Jackson e o Ladrão de Raios!!! *ovação*
Como boa parte da população, a garota que vos fala assistiu ao filme antes de ler o livro. E, para falar sério? Eu achava o filme de Percy Jackson e o Ladrão de Raios simplesmente maravilhoso! Amava os efeitos especiais, o desenvolvimento da trama, os atores, o relacionamento de Percy e Annabeth, Grover... amava tudo!
Aí eu li o livro.

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Não vamos ser maus. Nós sabemos, afinal, que a adaptação de uma obra literária é extremamente difícil de se realizar. Sabemos que o tempo designado para um filme é estupidamente pequeno. Sabemos, acima disso, que o filme é bom; o elenco é de arrasar, os monstros mitológicos dão até um arrepio na espinha, e a trama ficou... né, legalzinha.
Mas aqui eu trabalho com comparações. E, honestamente, se nós formos comparar o filme Percy Jackson e o Ladrão de Raios com o livro Percy Jackson e os Olimpianos: Ladrão de Raios...



Piadinhas à parte, é, eu não gostei da adaptação. E olha que eu sou muito razoável quando se trata disso! (Ver Livro X Filme: O Diabo Veste Prada, em que eu fui amável, compreensiva, doce, sensível, fofa, e mentirosa). A questão é que Percy Jackson tinha absolutamente tudo para tornar-se não só um marco literário, mas também um marco cinematográfico.
Eeer. Não foi o que rolou.

AVISO: Este artigo contém (muitos!) spoilers.








Todo mundo que é minimamente ligado à literatura já ouviu falar de Rick Riordan. Confesso, eu estava louca para ler qualquer coisa dele (vinha procrastinando a leitura de Percy Jackson há mais ou menos dois milênios), portanto, quando me surgiu a oportunidade, agarrei-a.
Eu não achei que fosse gostar tanto do livro quanto gostei.
O Tio Rick é simplesmente maravilhoso no que faz. Percy Jackson e os Olimpianos é uma saga de livros infanto-juvenil, de modo que... hum, é fácil de ler. Quase tão fácil quanto Harry Potter. Matei muitas aulas de química para ler este livro no fundo da sala, sério. A narrativa é deliciosa e flui tão rápido que eu não conseguia acreditar. O livro é contado em primeira pessoa — Percy Jackson, um garoto de recentes doze anos de idade, disléxico, que descobre ser um semideus após de um punhado de reviravoltas. A obra é muito bem amarrada, tem a conta certa de humor, aventura, amizade...
Enfim! É um daqueles livros que — mesmo sendo infanto-juvenil — fazem você devorar em uma tarde e ficar imaginando como seria sua vida se, de repente, um sátiro aparecesse e te levasse para o Acampamento Meio-Sangue. Tipo, te dá vontade de lutar! Eu sou filha de Atena, gente, eu fiz o teste!
Não tem outra palavra que descreveria Percy Jackson e os Olimpianos tão bem quanto: maravilhoso. Sério! Rick Riordan é o máximo!
O único erro dele foi deixar que a Fox nomeasse Craig Titley como roteirista do filme.
Percy Jackson? Livrinho das criança.
Vou faze 1 filme de açaum manow, pq eo sei
das parada, tá ligado?

Como eu disse, não sou fã da série (apesar de lê-la estar sendo uma maravilha só), mas — como toda vez em que vou escrever essa coluna —, fiz questão de dar uma olhada em como foi a comoção dos “semideuses” antes do lançamento do filme e, aparentemente, Craig já era um filho de uma mãe muito antes de eles descobrirem que a adaptação estava uma bosta.
Não vou citar fatos concretos aqui porque, afinal, não sei se a fonte é confiável. Estou me baseando em relatos de fãs que li na Internet. (Mas *cofcofcof* aparentemente *cofcofcof* ele falou que Percy Jackson era uma série boba de crianças *cofcofcof* falou também que queria realizar um filme de ação e não um filme de crianças lutando *cofcofcof* disse, além disso, que os personagens pareciam ter nove anos ao invés de doze *cofcofcofcofcof*)
Gente, que tosse! Vou te falar, essa gripe tá pegando todo mundo...
Eu honestamente não me importo que o roteirista mude algumas coisas do livro para fazer com que o filme fique, de fato, melhor (como aconteceu em O Diabo Veste Prada). Mas quando esse roteirista desgraçado faz isso só por desmerecer o bom trabalho do autor, bem...
Perdoem-me, mas vou usar esse meu pequeno meio de comunicação para dizer que EU ESPERO QUE ESSE TAL DE CRAIG TITLEY SEJA PERSEGUIDO POR FÚRIAS E LEVADO PARA AS PROFUNDEZAS DO TÁRTARO, FILHO DA #@$&*¨@*(&!@!!!!!!!
O Craig, genial como é, decidiu que a Percy receber uma missão pelo oráculo para ir ao Mundo Inferior e recuperar o raio roubado de Zeus era, sabe, bobagem. Achou bobagem incluir Ares — o célebre deus da guerra — e sua filha, Clarisse, que faz o terror de Percy a primeiro momento. Acha bobagem que Percy tenha uma relação de amizade-ódio com Annabeth (não, tensão sexual entre adolescentes é bem melhor, né?). Acha bobagem que EXISTA UMA LENDA SUPERIMPORTANTE PARA A SEQUÊNCIA DOS FILMES. Então, ele simplesmente corta. Naah. Ninguém se importa, mesmo, não é?
(Eu realmente estou com raiva.)
O filme é tão diferente do livro que dá vontade de chorar. Juntamente com Chris Columbus (o mesmo cara que dirigiu Harry Potter e a Pedra Filosofal e Harry Potter e a Câmara Secreta), Craig Titley praticamente destruiu o enredo o livro e construiu outro em cima, com os mesmos nomes dos personagens. Não dá pra negar que o filme ficou bom; mas só para quem nunca leu o livro. Porque, só para começar, os personagens de Percy Jackson e os Olimpianos: O Ladrão de Raios têm doze anos de idade. Eles não são jovens-adultos completamente atraentes e gostosos. (Nada contra jovens-adultos completamente atraentes e gostosos.) São pré-adolescentes inteligentes, espirituosos, aventureiros e que sabem o valor de uma verdadeira amizade. Poxa!
Não desejo a morte para ninguém, mas Craig bem que podia... sei lá, pisar em uma peça de lego ou algo assim.




Só para começar, eu podia encerrar essa coluna com um: OS PERSONAGENS REAIS SÃO CRIANÇAS E EU SÓ APROVEI JAKE ABEL COMO LUKE E UMA THURMAN COMO MEDUSA. Mas acho que isso seria muito antiprofissional da minha parte. Portanto, vou esquecer durante um momentinho a verdadeira idade dos personagens principais da trama e julgar de maneira imparcial.
  • ·         Logan Lerman interpreta Percy Jackson e... tá, tá. É complicado analisar isso justamente quando eu já iniciei minha leitura imaginando meu Percy com o cabelo escuro, pele branca, olhos azuis. De certo modo, a personificação do filho de Poseidon coube perfeitamente nesse menino (e, convenhamos, ele é lindo). Além disso, ele também é um ótimo ator, e acho que todos os que leram PJO antes de assistirem ao filme, passaram a imaginar Percy como Logan.
 
Logan Lerman as Perseu Jackson. Aprovado!

 
  •  Alexandra Daddario interpreta Annabeth Chase, e... ouch. Concordamos que a Alexandra é uma das atrizes mais bonitas da atualidade, correto? Concordamos também que uma das razões de ela não ter desempenhado tão bem o papel de Annabeth foi porque a Annabeth do filme é completamente diferente da Annabeth do livro. Tá, tudo bem, ela fez o seu melhor, mas não me passou... o que Annabeth deveria ter passado. É claro que é só minha opinião. Além disso, CUSTAVA TER PINTADO O CABELO DA MENINA DE LOIRO, CARAMBA?!
    (No trailer de O Mar de Monstros, a sequência de O Ladrão de Raios, ela aparece com as madeixas amarelas. Vamos ver, né?! Minha sugestão é de que ela vai aparecer lavando o cabelo com água oxigenada ali nos primeiros minutos de filme, seduzindo e tal...)



    Alexandra Daddario as Annabeth Chase. Semi-aprovado.


  • ·         Brandon T. Jackson interpreta Grover Underwood e... meu Deus, o melhor personagem. O Grover do livro é um pouco mais amuado e medroso do que o do filme; que, por sua vez, é todo extrovertido, engraçado e espaçoso. Te falar, acho que a mudança na personalidade do Grover foi o único acerto do roteiro do Craig Titley. E, embora na foto d'Os Arquivos do Semideus o Grover seja meio ruivo, Brandon arrasou no papel e deu ao personagem toda a vivacidade que ele precisava para brilhar.
     
    Brandon Jackson as Grover Underwood. Super-aprovado!



  • ·         Pierce Brosnan interpreta Quíron, e... tudo bem, outra escolha certa. Falando sério: o cara é uma lenda. Quem nunca assistiu nenhum dos filmes dele como James Bond?! Quer dizer, eu totalmente não esperava que o agente 007 fosse ser um perfeito centauro, mas o Mr. Brosnan já nos mostrou que faz o que faz com maestria, sambando na cara de todos os que diziam que não ficaria bom. Esse cara merece aplausos, apenas.
    (Além disso, eu adoro o papel que ele faz em Mamma Mia! Prontofalei.) 


    Pierce Brosnan as Quíron. Aprovadíssimo!
  •  Jake Abel interpreta Luke Castellan. Bela escolha. Digo, bela escolha. Jake já nos mostrou ser um grande ator, além de gostar de mostrar sua beleza estonteante para as menininhas de dezesseis anos que escrevem colunas inúteis sobre adaptações literárias para o cinema em um blog. Quem dizia que o cara nunca perderia o jeito Disney de viver estava muito enganado. Muito embora o Luke do filme seja menos interessante que o Luke do livro, Jake... me fez até gostar. (*cofcofcof*)

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     Jake Abel as Luke Castellan. Aprovado. Uh-huh...



Olha, gente, o elenco é enoooooooorme. Eu não estou a fim de falar de cada deus aqui, então simplificarei: Hades, Poseidon, Zeus e Atena estão o.k. Uma Thurman como Medusa também arrasou (mas quando é que a Uma Thurman não arrasa, minha gente?). Ainda estou muito chateada por não ter visto a Clarisse ou o Ares, mas... vamos ver o que acontece no próximo filme. Acontece que o roteiro simplesmente acabou com o resto do filme, de modo que é meio que impossível não desgostar de um personagem só por causa do script que foi dado a ele. Tipo, se você queimar um cupcake, não importa quanto chantili você coloque em cima, ele continuará ruim. 
Muitos fatos foram alterados e isso é uma droga total. Honestamente, eu espero que O Mar de Monstros seja melhor, mas tá tão difícil... 
No geral, a escolha de elenco não foi ruim. Todos são e foram bastante competentes. É. Mas (como todo o resto do filme) poderia ter sido melhor. 






Pre-pa-ra que é a hora de eu dar spoiler. Caso você não tenha lido o livro ou visto o filme, não é indicado que continue lendo essa parte do artigo, tudo bem, amiguinho? 
Não diga que eu não avisei. 
Eu posso dizer com clareza que detestei o final da adaptação cinematográfica. Falando sério. Craig, o Gênio, não só matou uma “lenda”, como boicotou toda a passagem do trio (Percy, Annabeth e Grover) no Mundo Inferior. No livro, Perséfone (deusa da primavera e esposa de Hades) NÃO ESTÁ NO MUNDO INFERIOR, e NÃO fica flertando com o Grover, meus deuses! Isso é absolutamente ridículo. 
Pode-se dizer que, no filme, Hades é quase um idiota. No livro, ele mete medo. 
http://flogvip.net/fotos/hd2/f/a/alexanna/f/20110417170048140.png
me you bed now
rsrsrs
Além disso, Percy recebe uma mochila com suprimentos de Ares alguns dias antes de eles dirigirem-se para o mundo inferior. Assim que a mochila passa pelas dependências do reino de Hades, o raio roubado de Zeus se materializa lá dentro — ou seja, não!, o raio não estava no escudo de Luke, e tampouco poderia ser encontrado antes de estar no mundo inferior. 
Thalia não é citada. A volta de Cronos também não é. 
E, meus caros, se vocês acharam Luke um filho da mãe no filme, esperem para ler o livro. 
Outra coisa que muito me irritou foi o relacionamento de Percy e Annabeth. Dá vontade de vomitar neles! Tanto na captura da bandeira, quanto em outras cenas idiotas que enfiaram no filme SEM A MÍNIMA NECESSIDADE, existe uma tensão sexual tão grande entre eles que dá para se cortar com uma faca. A ANNABETH NÃO CHAMA O PERCY DE CABEÇA DE ALGA NENHUMA VEZ! 
Acho que vou chorar. 





Eu gostaria muito de ter lido Percy Jackson e os Olimpianos: O Ladrão de Raios antes de assistir ao filme. Entretanto, acho que só odiaria a adaptação ainda mais. Então... 
Motivos para se ler o livro: A narrativa de Riordan é tão gostosa, fluída, bem feita e leve que você vai se surpreender com o quanto vai gostar. Percy é um protagonista incrível e consegue narrar as cenas de ação carregadas de bom-humor e bastante ironia. Até a Annabeth dá para se amar! Além disso, para quem não tem a mínima noção de mitologia grega, pode ficar sabendo uma coisinha ali e outra aqui. Talvez você até aprenda a gostar. 
Motivos para se ver o filme: Falar mal do roteirista após a leitura do livro. E, ah, Jake Abel. É. 

Muito amor ♥